Cartão de Visitas Acompanhante Fantasias Dúvidas leitor Galeria Fotos
Ensaio Fotos 2
Relatos Quentes
Relatos Inéditos
Top Relatos
Página privada
Aventuras de
Mais Aventuras
Fotos 2010
Para descontrair
Fotos Especiais
Relatos 2010
Fotos Fetiche
Ensaios Passados
Livro de visitas
Agenda Eventos
Fotos Fisting
Relatos Apimentados
Caras e bocas
Você está na ''Sessão Aventuras quentes" ou "As Aventuras de Sabrina"...
Aqui você vai ler histórias que aconteceram comigo em várias fases da minha vida. Histórias de quando eu era apenas um rapaz alegre, de quando adorava fazer viração, outras da minha fase pré-travesti quando era conhecida apenas como Sabrina e, também até de quando eu já havia adotado o nome de Drikka. Separei estas histórias dos relatos, pois estas, são aventuras que aconteceram fora do meu apartamento, em baladas, feriadões, reveillons, carnavais e muitos lugares onde vivi momentos curiosos, tragicômicos, gostosos e inesquecíveis, rs...  No meu apartamento faço programas de onde tiro inspiração para escrever os relatos eróticos que você pode ler na ''Sessão Relatos Quentes''... Os textos abaixo não estão numa ordem cronológica, por isso no começo de cada um, geralmente faço uma alusão ao tempo em que aconteceu a história... Alguns são mais extensos, outros menores, mas super envolventes e de fácil leitura... Divirta-se como minhas peripécias...


SUANDO NO FURGÃO


No começo dos anos 90, havia uma boate GLS pertinho da Praça Osório em Curitiba...Quem não lembra da "Cúmplice"??? Ali era o point de ferveção dos gays, lésbicas e travestis... Eu podia me considerar na turminha das emergentes, pois durante o dia era homenzinho e nos finais de semana, caía forte na montaria para virar ''boneca'' !!! Bons tempos...Aquela época de viraçao era meu ópio. Linguagem figurada, tá bom? Afinal eu nunca curti drogas...Saía me sentindo o máximo, jurando que estava arrasando e vocês acreditem se quiser, mas eu aprontava muuuuito, no bom sentido, rs...As "montadas", na época, era assim que eram chamadas as "emergentes" ou futuras travestis. Se bem que nem todas as que se montavam, viraramnecessariamente travestis como eu... Ficávamos subindo e descendo as escadarias da boate e circulando pela frente do local. Logo em frente estava a Praça Osório que também foi um dos maiores pontos de caçação de Curitiba nos 80 e 90 ( principalmente para os gays )e, andando mais um pouquinho se chegava no agito da rua Visconde de Nacar. Era comum passarem carros com boyzinhos dentro mexendo com a ''bonitas''. Alguns pediam para que entrássemos nos carros para dar uma voltinha, hummm bons tempos. Eu pelo menos ía...Sempre foi muito bom, pois durante as voltinhas passava a mão nas picas, muitas vezes fazia um boquete ali dentro em qualquer cantinho mais escuro... Lembro que numa noite dessas, eu circulava por ali, toda rebolativa em cima do salto alto, quando dois bofes me cercaram e estavam doidinhos para trepar... Eu já me derretendo toda disse: - E onde  iremos? Os meninos responderam: - Ali atrás tem uma caminhão que está carregando uma mudança, vamos entrar lá dentro! Era um daquelas camionetes com furgão de transportes tamanho médio. Ela estava parada quase em frente a um hotel na estreitíssima  e escura Avenida Luiz Xavier bem no meio da madrugada. Entrei com os meninos e fechamos a porta. Que escuridão total! E, ainda havia no local mais duas pessoas que estavam dormindo. Me abaixei, apalpei e puxei os meninos para minha frente ... Os dois com as calças já abaixadas vieram e colocaram suas picas na minha boca. Um deles tinha uma enorme que quase não cabia...Naquela escuridão, parecia mais um braço... Então, pus uma camisinha no que tinha o pau menorzinho e ele iria me comer enquanto eu chupava o outro... Comecei a sessão. O pau que estava no meu rabinho entrava e saía na boa, enquanto eu tentava abocanhar o pau maior... Nesse vai-e-vem entre risadinhas e gemidinhos, um dos caras que estava dormindo acordou e quis saber o que estava acontecendo. Um dos meninos falou que estavam com uma mulher! Ele veio apalpando no escuro até me encontrar e disse: Ih! Sai fora meu! Que mulher é essa? Eu toda dengosa ainda falei: - Vem cáááá bofe! Quero chupar seu cacete!!!... Ele não veio...Bobagem, eu continuava dando e chupando... Depois de algum tempo o que tinha o pau maior também queria me comer, mas o outro ainda não tinha gozado. Só que tinha mais um detalhe: não havia mais camisinha! E agora? O negócio era improvisar... Como eu estava louca por aquela picona, dei um jeitinho. Afinal, criatividade é o que não falta com as monas !!! Achei um modo só meu, de tirar a que estava no menino que tinha me comido até aquela hora e enfiei no pau do outro... Ninguém percebeu nada!!! Arreganhei o rabo e pedi para que ele mandasse ver. Aí... Eu vi estrelas no escuro fechada no furgão, rs! O cara tentava me comer mas o pau dele era imenso, além de grosso era comprido...Só sei que o cara ficava ali tentanto me comer o rabo e outro enfiando o pau na minha boca... Eu naquela escuridão ía tentando dar conta do recado e ainda dizia que queria ver o pau daquele que veio dar uma olhadinha e saiu correndo. Quanto mais melhor... eu já fazia a linha insaciável!!! Mas, tive que me contentar com aqueles dois, rs... O pau grandão até que enfim entrou no meu rabo e nessa hora eu suei...Pare! (Imagine só a minha maquiagem!!! Dentro daquele furgão estava um calor insuportável e a tensão com aquilo tudo fazia subir ainda mais a temperatura). Um puxava meu cabelo, o outro dava tapas na minha bunda e socava aquele pauzão! Ai! Ui! Eu estava adorando... De repente o que estava na minha frente esguichou porra na minha cara... Porra escorrendo no rosto, escuridão, eu toda suada e sem nada pra me limpar. Que saco! Mas o pior ainda estava por vir... O mais pauzudo ainda me comia... E, comeu mais um tempão e nada de gozar. Eu já não aguentava mais.Meu cu estava ardendo... Tirei a camisinha do pau dele, me agachei e fui fazer uma chupetinha pra agilizar o negócio. Quando tirei a camisinha, senti que minha chuca tinha dado uma retretazinha. Hummm, isso é horrível! Mas, como tudo estava escuro, eu gemi bastante e fiz o bofe gozar... Até que enfim... Ele me arrumou um paninho que eu discretamente fiz de absorvente e saí linda, toda despenteada, maquiagem derretida, chuchu gritando, mas feliz da vida... Do local,  caminhei até a Praça Rui Barbosa que não ficava muito longe, peguei o expresso madrugueiro, para variar lotado, mas logo cheguei em casa, na ocasião morava no Bairro Cristo Rei... Agora fica por conta de vocês imaginar a cena da ''montada desmontada'' dentro do ônibus... Mas eu fui fina, não estava nem aí pra nada... Nem dei bola para os olhares curiosos e risinhos de uns e outros...O ônibus parou pra eu descer, o povo com certeza estava se divertindo, fiz o meu show... Desci, sem perder a pose e o rebolado. Também às três da madruga, todos os gatos são bem mais pardos!!!


QUEIJO ARGENTINO

São muito os turistas argentinos no litoral de Santa Catarina no verão. Alguns lugares até se adaptam para eles, pois são muitos e é garantia de boa temporada. Em Balneário Camboriú não é diferente, só perde para Florianópolis em números de turistas do país vizinho... Eu passei 11 reveillons consecutivos, começando pela temporada de 1996/97 até 2007/08. Todos os anos fiquei no mesmo lugar, numa das kitchenetes de um senhor argentino. Era um prédio pequeno com três pavimentos e mais ou menos umas 15 kitches. Como o dono era da Argentina, era comum então que viessem muitos hermanos para ficar nas kitches também. Na minha primeira temporada, eu já havia feito muito sucesso com alguns belos rapazes castelhanos. Acho que muitas fotos minhas fazendo boquetes rolaram no ano seguinte pelo país. Logo pensei, conheci o paraíso, pois durante a primeira temporada eu devo ter ficado com uns quinze. Cinco foram ali do prédio. E eles são lindos, a maioria que conheci eram verdadeiros galãs de novelas... Muitos até hoje acham que sou mulher, mas alguns, bem, já falei das fotos, então deduza, rs... Além da vizinhança, à noite dando voltinhas com minha amiga Ju pela orla, o sucesso com eles foi enorme. Agora ali estava eu pra mais uma temporada de fervos. Eu chegara com Ju e mais uns amigos para a segunda temporada em Balneário Camboriú... Cheguei louca pelo fervo e pelos bofes, aí não importava a nacionalidade, cor ou condição financeira. Claro, condição financeira era uma boa, principalmente pra Ju que fazia uma linha glamurosa interesseira, rs... Eu já era mais pela compulsão. Numa das primeiras noites, precisamente no dia 30 de dezembro, por perto da meia-noite eu já estava prontinha pra sair para a Avenida Atlântica com Ju, para fazermos reconhecimento de terreno e ver se repetiríamos o sucesso da temporada anterior. Quando eu digo temporada, não pense que são dois ou três meses, mas sim, uns 7 ou 8 dias. Apesar de que em temporadas seguintes, houve uma em que fiquei quase uns três meses e outra quase um mês. Mas, por enquanto estou na segunda, prontinha pra sair para o agito e não encontro Ju, que se arrumou bem antes de mim. Pelos meus cálculos, imagino onde esteja. No piso acima, há uma kitch com 5 belos rapazes argentinos. Fui até lá e encontrei quatro deles na sala rindo e tomando umas cervejas. Já ficaram todos ouriçados como minha presença, pois Ju também estava lá, nem precisei perguntar. Olhei para a porta do banheiro, lá estava Ju com metade do corpo pra fora e outra pra dentro, alguma coisa ela estava fazendo ali. Cheguei pertinho e quis saber o que estava acontecendo. Ela só olhou pra mim e disse: - Nããããããão! Fiquei surpresa e não entendi nada. Continuei insistindo e percebi que o outro rapaz estava lá dentro e pelado. Aha, eu também quero ver. Mas Ju não deixou e continuou a dizer não... Com uma das mãos segurava a porta para ninguém entrar, com a outra ela estava pegando em alguma coisa. Eu já estava aflita. Ju não costuma esconder nada de mim, então continuei insistindo, até que forcei a porta e entrei. Quando entrei, Ju também entrou e fechou a porta. Huuum que visão: um belo rapagão, acho que com mais de 1,90 de altura, loiro do cabelo encaracolado, saradérrimo e com uma pica imensa em cima da pia do banheiro. Uma bela pica grossa e comprida com o prepúcio cobrindo a glande que era ainda maior, um pauzão estilo cogumelo. Então Ju, pegou no pau e arregaçou a pele, descobrindo a cabeçona. Aí então entendi o motivo. O pau imenso estava com a cabeça nevada, rs... O pau imenso tinha uma quantidade enorme de queijo nas beiradas da glande e nem se fala por baixo, rs... Ju, disse que ficou com medo que eu entrasse, caísse de boca e nem percebesse o queijo. Bem, eu posso ser louca por pica, mas nem tanto, afinal o gosto do queijo depois não sai por nada, parece que fica no cérebro, sei muito bem que não vale a tentativa, rs... Mas, para que perder tempo. Imediatamente peguei uma barrinha de sabonete e comecei a lavar aquilo tudo e na hora fui ajudada por Ju. Fizemos o possível, enquanto isso o rapaz ria de nós e nem estava aí para a quantidade de queijo. De qualquer forma depois de muita espumeira, tiramos tudo, se ficou algum gosto, foi só de sabonete que sentimos, um pouco depois quando estávamos já no quarto com ele.  O gato deitou e nós duas ficamos nos divertindo com a bela pica, nem lembrando do requeijão. Ah, os outros também entraram na festa, aparentemente nenhum deles tinha queijo no pau... Então nos dividimos no atendimento. Ju deixou que eu sentasse um pouco na pica do cogumelão, mas só um pouco, afinal ela o havia descoberto e tinha a preferência, o que era justo. Mas, não fiquei sem pica, os outros me comeram também, mas nenhum tinha um pau daquele tamanho. Se bem que nem fiquei muito preocupada em chupar, encapei todos os que se aproximaram e chupei de camisinha mesmo, pra já ficar mais prático para colocar no rabo. Fizemos a festa. Depois descemos e fomos dormir, já estávamos satisfeitas com os belos rapazes argentinos. Mas, ficamos com eles somente naquela noite, pois na noite seguinte já foi o reveillon e não nos encontramos. Em outras noites ficamos muito atarefadas com os bofes que encontramos na Atlântica e quando chegávamos em casa, já era quase dia... Mas, ficamos sabendo por nossos amigos que numa manhã, os rapazes argentinos chegaram meio 'beldinhos' e foram bater na janela atrás de nós duas. Mas, nem ouvimos nada pois estávamos trancadas no quarto descansando a beleza. Nossos amigos que dormiam na sala tiveram que abrir a porta e dizer que "as meninas" não estavam, rs... Nossos amigos riam dos jeito deles pedirem por "las meninas"... Mas, nem tivemos tempo de nos despedir deles, pois no mesmo dia quando voltamos da praia, eles já haviam retornado para a Argentina. E, por mais temporadas que eu tenha passado por lá, nunca mais vi o rapaz do cogumelão nevado, rs...


O PRÍNCIPE E O SAPO

Estava rodando de carro pela Avenida Atlântica em Balneário Camboriú, como a maioria do pessoal faz na temporada. Era noite de uma sexta-feira, em pleno mês de janeiro. Quem já passou por lá sabe... São muitos carros e tudo fica congestionado num certo ponto da avenida. Eu seguia lentamente a uns 10 km/h e ao meu lado em outro carro haviam dois rapazes. Um deles era tão lindo que resolvi apelidar de príncipe, o outro mais feinho, vou dizer que era o sapo, rs...Eles mexiam comigo e eu fazia de conta que não estava nem aí. Mas a insistência foi tanta que resolvi dar um sorrisinho. O que estava de carona ( o príncipe ), já avançando pra fora do carro me perguntou: - O que uma linda mulher faz sozinha por aqui?... Eu apenas sorria e continuava na minha. E ele: - Já que você está sozinha, que tal uma companhia? Eu deixo meu amigo aqui e entro aí ao seu lado, que tal?... Pensei comigo, e agora?... Mas não deu muito tempo para ficar pensando porque o rapaz já estava praticamente sentadinho ao meu lado, com uma carinha de menino safado... (eu podia estar passando por mulher pra ele, mas com certeza uma mulher super fácil)... Abruptamente ele me agarrou e beijou-me na boca. Uau! Que beijo! Eu retribuí é claro. Para ele eu já estava no papo... Então ele falou: - Olha, eu e meu amigo temos um apartamento aqui pertinho e estamos sozinhos, vamos pra lá tomar alguma coisa?... (Havia muitos barzinhos na avenida, todos lotadíssimos e claro que o que ele queria era sexo, muito sexo)(?)...Aí então fui eu quem fez a pergunta fatal: - Você já transou com travesti?... Ele que já devia estar desconfiado de alguma coisa, puxou o freio de mão,( vocês lembram que eu disse que estava praticamente a uns 10 km/h, mas ele precisava se impor. Coisa de macho!) e : -Por quê? Você é ???... Eu disse sim. Ele indignou-se: -Pô, dá licensa! Isso não rola! E saiu do carro limpando a boca. Correu um pouquinho e alcançou o carro do amigo que estava pouca coisa a frente do meu. Eu fiquei na minha. Claro que chateada.'' Que saco hein? Quando você passa por mulher, corre o risco de passar por isso. Se o povo percebe que você é travesti, fazem o ''show'', que são ''risadinhas e chacotas dos medíocres e hipócritas''. Aumentei o som e continuei rodando... Novamente fiquei lado a lado com eles. Por incrível que pareça, ele estava mais calminho e continuou a conversar comigo: - Pô, mas você é mesmo? Olha, isso nunca aconteceu comigo...(Mas a novidade parecia agradá-lo) ( Será?). Enfim, de comum acordo e a par de todas as possibilidades, acabamos no apartamento, os três... Entramos naquela kit bagunçada e eu fui direto ao quarto com o que havia me beijado ( o príncipe ), o outro que parecia pouco a vontade ficou na sala ( tadinho do sapinho,rs...). Fiquei apenas de calcinha, enquanto ele tirou toda sua roupa. Tirei uma camisinha da bolsa e a coloquei em seu pau. Comecei a chupá-lo, mas não ficava bem duro. Chupei, chupei e nada... Acho que ele havia bebido um pouco além da conta, aquela pica, ficava aquela coisa a meio-mastro. Então ele quis me comer, que sacrifício! Aí foi pior ainda, não tinha como entrar e como estávamos demorando muito nessa sessão, o amigo várias vezes nos interrompera para dizer que era sua vez. Tirei a camisinha e a muito custo depois de masturbá-lo, vi a porra saindo...Vestiu a cueca e saiu gritando para o outro vir. Então veio o amigo. Trancou a porta à chave e veio pra cima de mim. Eu de joelhos fiquei olhando para ele que se aproximou, baixouo zíper da calça e perguntou-me se eu aguentaria. Falei que era meu número. Chupei aquele pau que ficou ainda maior e bem duro. Ele tirou toda a sua roupa e eu a minha calcinha. Deitou-me de bruços e deitou-se sobre mim enfiando seu pau duro entre minhas coxas. Sutilmente ele colocava sua mão por baixo e pegava meio sem jeito o meu pau, que também estava duríssimo. Acabamos fazendo um 69, e olha que ele chupava muito bem, acho que já devia ter experimentado a coisa... Delicadamente me deixou de quatro. Ele colocou uma camisinha no seu pau. Eu lambuzei bem a minha bundinha com lubrificante, abri bem as pernas e senti seu pau bem devagarinho entrando em mim. Ele sabia meter aquela rola. Eu estava com muito tesão, meu pau já estava pingando. Virei de barriga pra cima e enrosquei minhas pernas entre seu pescoço e ele meteu mais ainda, na famosa posição "franguinho assado". O cara mandava bem e eu estava sendo bem enrabada . Depois, deitei-o de barriga pra cima, coloquei mais lubrificante em seu pau e sentei em cima, cavalgando bem gostoso, enquanto ele me masturbava. Fiz com que ele pegasse e apertasse bem de leve as pontinhas dos meus mamilos, isso me dá um tesão indescritível... Eu me masturbava, mordendo seu pau com meu cuzinho. Subindo e descendo eu gemia baixinho. Sua respiração foi ficando mais ofegante, agilizei o sobe e desce e gozei em cima de sua barriga. Ele também já havia gozado... Lentamente levantei de pernas moles, vesti a roupa e deixei-o deitadinho na cama. Passei pela sala enquanto o outro deitado no sofá, roncava alto. Saí feliz, porque apesar dos altos e baixos daquela noite, o príncipe me decepcionou e o sapo virou um tremendo gato trepador na cama... Como são as coisas não é mesmo? Não vou esquecer dessa aventura... E agora nem vocês,rs...


HISTÓRIA DE PESCADOR

Apesar do título, é uma história verdadeira. É verão. Novamente estou em Balneário Camboriú. Adoro um bronze bonito que realce minhas marquinhas, afinal, naturalmente eu sou muito branquinha. Praia, sol, mar e...! Praia dos Amores: tranquila, sem muita aglomeração e como fica ao lado de uma rua com estacionamento amplo, os carros param, muitos boys descem, encostam-se nos carros e ficam admirando as bundinhas, dentre, a minha. Esta história de hoje, sai da areia da Praia dos Amores, anda para o lado direito até onde ela termina e começa um caminho de pedras espremidas entre o mar e a montanha. Pontiagudas, ásperas, desuniformes, é uma aventura caminhar sobre elas. O percurso normal para os aventureiros  vai até uma faixa  com pedras enormes avançadas sobre o mar, tendo de base o Morro do Chapéu. Deste morro, saem muitos adeptos dos parapentes, que sobrevoam toda essa região espetacular. Nessa tarde em que percorri o íngreme caminho, já começava a anoitecer e eu estava sozinha ali quando avistei um rapaz pescando, o que é normal por ali. Dei um uma espiadinha mais de perto e vi que era um belo pescador, seu físico meu atraiu. Cheguei mais perto e perguntei se o mar estava pra peixe. Ele me olhou, eu só de biquini e com minha carinha de safada, e ele de repente catando já que eu era uma fácil boneca, com um sorrisinho maroto falou-me que o mar estava mesmo era pra sereia.Ohhhh. Aproveitei a brecha e já fui investindo: - Sabe que eu nunca peguei numa vara de pescar? Neste momento ele meu olhou, abriu o zíper de sua apertada calça jeans e derrubou uma cobra daquelas que caem se desenrolando. Falou então: - Que tal pegar nessa vara? Espantanda, gaguejei e sussurrei: - Uau, que grande, nunca vi desse tamanho! Já me aproximei mais dele, me ajoelhei, olhei pra todos os lados e, como não vi perigo, caí de boca. Mas, realmente era tão grande que aquilo quando cresceu não cabia direito na minha boca. Agarrei naquele pauzão e ficava mesmo é admirando, que coisa enorme. Bem, ele também já deixou a vara de pescar de lado, já foi soltando a parte de cima do meu biquini, me ergueu e começou a chupar meus peitos. Não contente, soltou a parte debaixo do meu biquini também, pegou no meu pau e começou a me masturbar. Que putaria, comentei com ele e falei baixinho: - Tomara que não apareça ninguém. A essas alturas eu já estava de quatro e ele com o pau sufocado por uma camisinha, que não passava da metade, forçando a entrada do meu cuzinho. Mas, não tinha como aquilo entrar em mim. Tadinho do meu cuzinho, até queria, mas sem gel, nem adiantaria forçar... Eu me contorcia, gemia e dizia:-Põe logo essa pirocona nesse rabo, arrebenta esse cuzinho!! Bobagem, não entrou. Ah! Mas meu tesão era imenso e intenso, beijava-o na boca, esfregava-me todinha nele, não sabia o que fazer. Ele soube. Colocou-se de quatro e pediu então que eu o comesse, pode? Mas como disse, com todo meu tesão aflorando, enfiei devagarinho e olha que o viadinho gostava mesmo da coisa e agasalhou toda minha piroquinha. O abusado ainda falou:-Ah como eu queria que teu pau fosse do tamanho do meu pra você arregaçar meu cu! Lembrei-me de alguns clientes meus aqui em Curitiba que curtem um fisting básico e fiquei com vontade de enfiar a mão naquele buraco, mas tudo bem, na hora do tesão as vezes nos superamos. Mas vale salientar que ele disse que eu era a primeira! Então tá Fiquei socando no seu rabo agarrada naquela sua picona, ouvindo seus gemidinhos, ele era muito gostoso, apesar do que eu queria mesmo era estar com todo seu pau entalado dentro mim.Arranquei a camisinha do meu pau e gozei nas suas costas. Ele então levantou-se enquanto eu me ajoelhava e senti todo seu leite quente se derramar sobre peitos.Lavamo-nos numa poça de água entre as pedras e voltamos juntos. Já estava escuro. Dei a ele o número do meu telefone porque precisaríamos fazer aquilo tudo de novo numa cama com xilocaína, gel e camisinha GG. Ele me ligou, viu? Fez uma visitinha lá numa das kitches onde eu costumo ficar em Balneário Camboriú. Mas isto conto em outra história... Bem vocês já imaginam o que aconteceu, não é?

  

BIGODE SAFADO


Florianópolis, domingo de carnaval, ano 2000. As ruas ferviam de foliões de todos os tipos e idades por volta das 23 horas. Eu estava nas proximidades do Clube Roma com algumas travestis. Ali sambávamos e curtíamos o carnaval do nosso jeito.Todos extravazando suas alegrias, enquanto eu, arredia às cantadas, parecia alheia a tudo aquilo. Aos poucos me distanciei delas e segui por uma das estreitas ruas que levavam à Praça XV. Fiquei caminhando pelo calçadão entre a praça e uma das ruas laterais. Dentre muitos carros que passavam, um em especial chamou minha atenção. Uma D-20 dirigida por um homem meio calvo e com um lindo bigodão, com o carro a mais ou menos a 20 km/h me olhou dos
pés à cabeça enquanto eu retribuía o olhar. Mas ele não estava só, havia uma mulher e duas crianças ao seu lado. Disfarçando, ele se foi... Continuei por ali, fugindo dos bêbados e dos homens mais salientes. Voltava à frente do clube com as amigas, enrolava por ali, azarava umpouco no mijódromo e mais uma vez voltando à praça procurava por algo que nem eu mesma sabia o que era... Que surpresa a minha! De repente, lá estava a D-20 novamente com o bigodudo, agora sozinho. Ele me chamou. Aproximei-me e conversando um pouquinho, aceitei seu convite e entrei no carro e fui com ele a um lugar especial, segundo ele, que havia no caminho das praias. Chegamos a um local escuro e deserto. Apenas iluminados com as luzes internas do carro, descemos e nos encostamos numa cerca. Aquelas feitas para cercar o gado. Tipo: duas tábuas horizontais, com um pequeno espaço entre elas pregadas a um tronco na vertical. Tirei a roupa e literalmente trepei na cerca. De pernas abertas debruçada sobre a mesma, senti aquele bigodão roçar pra cima e pra baixo no meu rabo. Sua língua muito hábil abria minhas pregas e queria adentrar no cuzinho. Que tesão, quase gozei com a sensação gostosa proporcionada principalmente por sentir aquele bigode. Encurralada no curral...Ele me virando de frente pra ele e me sentando na tábua de cima, abocanhou meu pau. Sua boca quente e sua maneira maravilhosa de chupar quase me fez gozar de novo! Segurei-me e deixei-o chupar a vontade. Desci ao chão e foi minha vez de chupar sua pica, não era muito comprida, mas era grossa... Chupei com tesão, misturado ao medo daquele local e pela situação num todo que aumentava a adrenalina. Encostei-me na cerca de pernas abertas e bunda empinada e fiquei esperando com o cuzinho piscando... Ele colocou uma camisinha, enquanto eu salivei meu buraquinho e o esperei bem putinha arreganhada. Daí a pouco senti seu pau arrasando minhas preguinhas. Ele socava e sussurrava ao meu ouvido: - Ah! Como eu queria foder seu cuzinho! Desde que te vi, eu não sosseguei até encontrá-la. Você eratudo o que eu queria hoje! Enquanto ele bombava, sua mão masturbava meu pau. O tesão foi tanto que logo lambuzei-a todinha. Quando ele sentiu que eu estava gozando, aumentou a intensidade das estocadas e senti seu pau explodindo dentro de mim. Tirei a camisinha. Ufa! Estava inteira... Nos limpamos, entramos no carro e logo eu estava no mesmo local, com direito a um presentinho e um elogio como: - Você é muito legal! Voltei às amigas e encontrei apenas uma, já meio tortinha pela cerveja. Pensei comigo, já estou satisfeita por hoje, vou pra casa. Fui então em direção ao sambódromo, onde nas proximidades havia deixado meu carro. Cheguei e fiquei conversando um pouco com o guardador de carros... A conversa esquentou e... Mas isto já é outra história que rende mais linhas... Talvez outra hora eu conte!!! Ainda sobre o 'Bigode Safado', por incrível que pareça, essa foi a terceira vez que saí com ele. Durante o trajeto não tocamos no assunto, mas a primeira vez que saí com ele foi no carnaval de 1995. Depois devo tê-lo visto em algum outro feriado que passei em Floripa entre 96 e 98. Todas as vezes, ele me encontrou ali na Praça XV e me levou para o mesmo lugar. Acredite se quiser!

 

MEU NAMORADO MOTOQUEIRO

Nesta aventura eu não era ainda nem Sabrina, como já contei outras como: a primeira mordida e parte da aventura Corra que é babado... Porém fazem parte da minha vida de putinha e acho que se encaixam bem nesta sessão! É mais uma história incrível do tipo "acredite se quiser"... Antes de ser travesti vocês já leram em várias histórias, eu era figurinha fácil nos cinemas pornôs de Curitiba. A história de hoje começa ainda num cinema que hoje já nem existe mais, o Cine Gloria II na Praça Tiradentes.... Aos domingos à tarde, eu estava sempre por lá. Eu ainda era um rapaz alegre, comportado e ficava quietinho sentado num dos bancos bem nos fundinhos do cine... Geralmente sentavam ali os entendidos e aqueles que gostavam de sentir um boquetizinho enquanto assistiam ao filme. Eu era um rapaz bonitinho, mas acho que atraía mais os homens pelo meu "jeitinho" delicado de ser... Foi assim que conheci "Romeu", um homem alto, forte e com cara de mau... Só que descobri por baixo de tudo aquilo uma pessoa dócil e sensível! Numa tarde de um domingo qualquer, ele sentou-se ao meu lado, me olhava com o cantinho dos olhos, encostava sua perna na minha, tudo bem sutilmente. Apesar de estarmos no escuro, apenas a luz do filme projetado iluminava o suficiente para vermos que estávamos afim um do outro. Nossos flertes foram aumentando, até decidirmos descer para o hall de entrada para conversarmos melhor. Descemos e sentamos nas escadas.Ficamos quase a tarde toda conversando e surgiu assim uma vontade de nos conhecermos mais intimamente. Só que não queríamos uma transa no banheiro ou uma pegação nas poltronas, apesar da pegação ter rolado quase que sem querer. Ele tinha uma moto e usava sempre roupas de couro. Aquilo tudo lhe deixava ainda mais sexy, mais com cara de macho, rs. Trocamos telefones, ele não morava em Curitiba... Sua cidade era próxima daqui, mas por causa de seu emprego, apenas nos víamos aos domingos, e nem sempre era possível. Nossos encontros aqui em Curitiba eram no cinema... Eu ansiosamente já o esperava na escada, depois entrávamos e sentávamos bem na frente, onde ficávamos de mãos dadas, trocando carícias e nos beijando muito. Enfim, estávamos namorando... E, eu estava tão feliz, tudo na minha vida era lindo, cheio de cores. Ah, a paixão, rs... Como é bom uma paixão assim aos 19 anos. Ele tinha 25. Namoramos mais ou menos um mês desse jeito, sem irmos aos finalmentes, por isso mesmo eu já disse quando comecei: acredite se quiser! Algum tempo depois de namoro só no cinema, marcamos um encontro pra ser mais caliente! Decidimos nos encontrar num sábado à noite, onde iríamos à "Época", a melhor boate GLS de Curitiba no final dos anos 80 e começo dos anos 90... A boate ficava na Avenida 7 de Setembro, pertinho de onde moro atualmente. Marcamos de nos encontrar na frente da boate. Ele chegou, apenas nos abraçamos e entramos para curtir. Nada lá dentro me fascinava mais do que meu delicioso Romeu. Dançamos, nos agarramos, nos beijamos como dois apaixonados namorados. Era a primeira vez que ele entrava numa boate assim. Ele adorou, descobrira um lugar que lhe daria muitas alegrias futuramente. Mais tarde fomos para o Hotel Roma, um hotel simples que ficava a algumas quadras da boate. Ele estava hospedado lá. Teríamos naquela noite a nossa lua-de-mel. Ele foi gentil, me tratou como eu nunca sonhara ser tratada. Com a luz apagada tiramos a roupa e deitamos lado a lado. Eu na frente, ele atrás... Enfim, ele era meu homem e na minha cabeça, eu era a sua " mulher"... As carícias continuaram e foram se tornando mais intensas. Eu ainda não tinha sentido seu pau daquela forma, nu e cru... Somente havia percebido em nossos amassos que aquilo era enorme. Era realmente uma coisa imensa, desproporcional e simplesmente não cabia na minha boca. A penetração também foi impossível, ele apenas me cutucava com a ponta da sua picona e esfregava-o entre minhas coxas, não foi nada além disso... Ele gozou se masturbando. Como eu era bobinha hein? Mas isso não durou, rs... E, essa foi a nossa primeira transa, rs... Acho que sentimos que nossa lua-de-mel não havia sido como esperávamos. Continuamos apaixonados e nos falando por telefone regularmente. Ah, não tinha coisa melhor pra mim do que quando ele me ligava durante a semana pra falar comigo no meu trabalho. Na época eu era auxiliar de escritório numa grande empresa aqui da cidade... Sentia falta dele, pois ele quase não vinha a Curitiba... Só que eu continuei frequentando o cinema e já não me comportava tão bem lá dentro, estava começando a soltar as garrinhas e descobrindo coisas muito interessantes... Fui deixando nascer essa putinha que hoje vocês conhecem muito bem. Mas, tudo ainda era de forma muito lenta. Eu saía do cinema com um peso na consciência, sentia que estava sendo desonesta com meu namorado Romeu. Enfim, fazer o quê? Num dos domingos seguintes eu peguei um ônibus e fui até a cidade dele. Ele estava me esperando na rodoviária e saímos a andar pela cidade na sua moto! Eu estava com tanta saudade dele que tinha vontade de me jogar em seus braços e beijá-lo na frente de todo mundo, rs... Claro, que me contive até demais! Que delícia aquele homem que eu amava me proporcionando aventuras incríveis. Subi em sua moto e saímos pela cidade. Não sei se alguém reparou, mas eu me agarrei nele feito carrapato, rs... Nunca eu havia andado de moto e o medo ajudou para que eu o agarrasse com toda a força. Com ele, na garupa da sua moto e meus cabelos ao vento, a vida era tão maravilhosa, eu era feliz, sentia-me protegida e não pensava mais em nada! Era uma situação inusitada pra ele também. Fomos a um lugar fora da cidade, perto de um lindo rio! Eu quis ficar mais a vontade com ele, e então fomos para dentro de um lugar de mato fechado. Fomos nos beijando e ficando excitados. Ele baixou as calças e eu tentei chupar seu pau. Depois fiquei de quatro no chão e ele tentou me comer. Só tentou, mas acabou se masturbando e gozando como já estava acostumado a fazer. Saibam que nesse tempo eu era totalmente passiva e ele se dizia totalmente ativo! Naquela época não sabíamos que existiam bons lubrificantes e a pomadinha mágica que me são tão úteis hoje em dia... Continuamos namorando, tínhamos até uma música tema: "Is this love?" com White Snake... Até hoje quando ouço essa música, lembro dele... Continuamos nosso namoro que ficou uma coisa meio light algum tempo depois, pois eu ía ao cinema e ele também. Quando estávamos lá, sentíamos necessidade de algo diferente, nossos sentimentos estavam esfriando.Mas em respeito mútuo, mantínhamos as aparências, já estávamos nos aturando e permanecíamos sentadinhos juntos, de mãos dadas... Num final de semana no verão, apareceu uma chance de realizarmos uma nova lua-de-mel. Fomos a sua casa de praia. Nos encontramos na rodoviária, pegamos um ônibus e fomos... Sentadinhos juntos, discretamente nos fazendo carinhos e não vendo a hora de chegarmos para fazer amor! Quando chegamos à rodoviária de Matinhos, desabava uma tempestade, mas saímos mesmo embaixo de chuva forte e vento rumo a sua casa na praia... Chegamos ensopadíssimos, ríamos e tudo era legal... Romântico não? A casa super velha e com pouco conforto, naquela chuva toda o que não faltava lá dentro eram goteiras. Mas, o que queríamos era uma cama para deitar, rolar e amar. O primeiro desconforto já se fez sentir bem, não havia luz elétrica. Tínhamos velas e uma lanterna que ele levara. Ainda bem que estava quente, pois o banho também era frio. Depois de um banho estávamos prontos para começar a nossa transa. Será que eu conseguiria lhe dar mais prazer? Começamos, foi dolorido o sexo anal, mas eu consegui ir um pouco mais além. Brincamos um pouco e tivemos que parar pois eu senti uma vontade imensa de ir ao banheiro, rs... Fui ao banheiro, mas naquela época, eu ainda não dominava a arte de fazer uma boa chuca, mas dava pro gasto. Inclusive também não usávamos camisinhas, apesar de estarmos em plena época que a Aids estava matando pessoas como Cazuza e outros famosos...Éramos namorados e em nossas cabeças não havia por que sentir medo, havia confiança ainda... Bem, voltando a minha transa que não conseguia ser aquela dos nossos sonhos, ficávamos fazendo outras coisas e deixando a penetração para depois... Como não havia televisão ou rádio, tínhamos apenas um ao outro para passar o tempo. Conversamos e namoramos um tempão, rs...Ele acabou adormecendo e eu fiquei ao seu lado deitada e sonhando acordada. Lá fora continuava uma chuva forte com relâmpagos e trovões. As goteiras quebravam o silêncio caindo em vários lugares dentro da casa. Só que eu me sentia tão bem e protegida por aquele homem que eu "amava"... Fiquei agarradinha a ele e curtindo aquele momento que até então, parecia ser o melhor na minha vida... Mais tarde, ele acordou e começamos a brincar de novo... Seu pau cresceu e eu fiquei por cima dele. Ele pegou um lubrificante que nem vou citar o nome, mas foi o jeito que achamos no momento. De repente, senti seu pau entrando em mim. Eu relaxei e deixei entrar. Finalmente, estava sentindo-me toda entalada em alguma coisa. A anatomia do seu pau era disforme, alguns pontos eram muito grossos o que dificultava o vai-e-vem, principalmente para nós que não sabíamos usar um bom lubrificante. Sentindo um pouco de dor, mas querendo agradá-lo imensamente eu continuei sentadinha no seu pau e ele com aquela coisa imensamente dura parecia tão feliz... Me virou de bruços e veio por cima de mim. Eu acabei gozando, mesmo sem querer, meu pau não tinha ficado nem duro, mas eu gozara. Ele estava metendo sem parar, sentia seu suor pingando em cima de mim, sua boca me beijava, mas eu estava ficando agoniada. Alguns minutos depois eu pedi por favor para que ele parasse, pois eu estava sentindo uma dor insuportável. Ele respeitou minha vontade e saiu de mim... Novamente gozou se masturbando. Mas, senti que ele não gostara nada. Depois disso fomos dormir... No dia seguinte quando acordei ele não estava, mas suas coisas estavam ali, imaginei que ele fora dar uma volta. A tempestade do dia anterior se fora, não havia sol, mas nem chuva... Logo depois ele chegou e disse que havia ido a uma panificadora ali perto tomar café. Eu fiz o mesmo e mais tarde pegamos um ônibus já de volta à Curitiba. Na volta, o clima não era o mesmo da ida... Ele voltou a sua cidade. Nosso relacionamento acabou-se naquele dia. Descobrimos que não daria certo. Eu continuei indo ao cinema. Ele também, mas o que lhe atraira fora mesmo a boate... Ele inclusive saiu com um dos meus melhores amigos, que falou maravilhas dele. Não fiquei chateada, pois eu não conseguira prendê-lo...Eu me tornei cada vez mais safadinha e conhecer lubrificantes e dar o rabo para pau grande foi questão de tempo. Meu Romeu também descobriu aqueles que aguentavam sorrindo a sua rola e perdeu-se de minhas vistas no mundo gay. Conversamos algumas poucas vezes quando nos encontrávamos na boate... Algum tempo depois ele já havia se mudado para Curitiba e estava casado com um rapaz muito bonito. Depois que me tornei mais "menina", ele fingia que nem me conhecia. De vez em quando eu o pegava olhando pra mim, mas eu acho que na cabeça dele não entrava a idéia de que tivesse me namorado. De qualquer forma houve emoção, carinho, paixão e tesão... Mas, acabou... Hoje são só lembranças... Boas e engraçadas... Enfim, uma grande aventura...


BORRACHA

No feriado de páscoa do ano de 2002 viajei com uma amiga para Balneário Camboriú pra variar, rs... O destino era aquele prédio de kitches do senhor argentino como sempre. Algum tempo depois de termos chegado, estávamos arrumando nossas coisas, quando o senhor argentino veio e disse que um dos pneus do meu carro estava furado. Huuum, e agora? Não podia ficar sem carro, como daríamos voltinhas à noite na Atlântica? Por sorte ele deu um jeitinho, arrumou uma bombinha de encher pneu de bicicleta e colocou ar suficiente para eu ir até uma oficina. Fui até a Avenida dos Estados e encontrei logo uma borracharia. Ao chegar encontrei um lindo rapaz de mais ou menos uns 18 anos, loiro de olhos azuis, magro, mais ou menos 1,80 de altura, sentado numa pilha de pneus. Ele estava sozinho e era o borracheiro. Achou um preguinho no pneu e alguns minutos depois o serviço estava prontinho. Eu curiosa fiquei por perto acompanhando tudo e percebi que ele foi atencioso demais, até me deu umas olhadas que acho que fiquei ruborizada, rs... Fiquei com uma vontade, mas não estava preparada, caso aquilo rendesse o que eu estava imaginando. Feito o serviço, paguei e perguntei até que horas ele ficaria por ali, pois traria um presentinho por ter sido tão prestativo comigo. Ele falou que estaria ali até as 18 horas... Saí e passei num supermercado, comprei uma barra de chocolate e corri pra casa.  Contei pra minha amiga o que havia acontecido, esta ficou toda eufórica e disse que iria comigo. Tudo bem, mas eu é que ficaria com o borracheiro primeiro. Tomei uma ducha, caprichei na chuca, coloquei um vestidinho sexy e poucos minutos antes das 18 horas eu e minha amiga chegamos na borracharia...  O rapaz estava com outro, que ele falou que era seu tio e, como minha amiga estava junto, hummm que providencial, rs... Dei a barra de chocolate pra ele, dizendo que era meu presente de páscoa. Então, discretamente pedi pra que ele me mostrasse como era a borracharia, uma peça única que eu já havia conhecido, rs... Ele prontamente se encarregou de fazer a apresentação e ficou claro o que iria acontecer a seguir. Ele baixou a porta da oficina, para que se chegasse alguém, soubesse que já estava fechada. Ficamos os quatro lá dentro conversando, agora era entre mim e ele e minha amiga com o suposto tio dele, rs... Pedi se não havia um local onde ficássemos apenas os dois bem mais a vontade e, acabamos entrando no banheiro. A sós, frente a frente, nos agarramos e nos beijamos com tesão. Seu pau logo ficou duro e eu o tirei pra fora, me agachei, coloquei uma camisinha e abocanhei. Ele me ergueu novamente, para me beijar mais e chupar meus peitos. Assim ficamos nos divertindo, até que virei de costas, passei lubrificante no cuzinho e ele meteu rapidinho sua pica pra dentro de mim. Me agarrou pela cintura e bombou forte, meio desajeitado, mas bem viril. Algum tempinho depois, ele sentou no vaso sanitário e eu sentei em cima, cavalguei deliciosamente na pica dura daquele lindo borracheiro. Quando não aguentava mais ficar na posição, voltei a me agarrar na pia e empinar o rabo pra ele comer em pé mesmo. Novamente ele socou, socou e socou... Pelo jeito iria demorar bastante pra gozar, então, disfarçadamente, me masturbei enquanto ele enfiava seu pau bem fundo e gozei no chão, sem ele nada perceber. Ele continuou metendo, mas meu rabo começou a arder, claro, já havia gozado e ele não parava com o vai e vém. Então, tirei a camisinha, me agachei na sua frente e pedi pra que ele gozasse na minha boca. Cuspi bastante no seu pau e comecei a masturbá-lo, olhei para seu rostinho e fiz carinha de puta bem safadinha louca pra engolir todo o seu leitinho... Não demorou muito pra ele pedir pra eu colocar o pau na minha boca pois o leitinho estava vindo... Peguei seu pau, cuspi ainda mais nele, masturbei forte e quando senti que a porra estava saindo, o enganei, não pus a boca... Ergui meus peitos e deixei aqueles jatos potentes me lambuzarem toda, rs... De qualquer forma ele adorou. Eu nem fale, fiquei com o rabinho esfolado e lembrando do seu rosto lindo e dos beijos molhados... Quando saí minha amiga, ainda estava ocupada, mas não demorou a sair também. Nos despedimos dos rapazes e combinamos que qualquer hora nos encontraríamos de novo. Na temporada seguinte, voltei rapidinho à borracharia, mas infelizmente ela não existia mais. Alguns anos depois voltando de um Navegay, ao passar pela balsa, o avistei, ele também me viu, nos correspondemos apenas com um longo olhar, mas não pudemos fazer nada além disso, ele estava acompanhado. Meu lindo borracheiro ficou só na minha lembrança.
 



FELIZ ANO NOVO

O trio elétrico chamava o povo para a orla marítima da cidade de Guaratuba, litoral do Paraná... Centenas de pessoas já cercavam o carro por volta da meia-noite, logo estaríamos no ano novo... Fogos, gritos, abraços e muita festa para o ano de 1995 que estava chegando! No meio daquela multidão eu me sentia perdida. Havia muita gente mas eu estava só... Estava apenas com um shortinho jeans, tênis e uma camiseta branca... Com uma maquiagem leve e discreta eu passava despercebida pela maioria. Minhas amigas da cidade, montadíssimas e escandalosas ferviam horrores no meio do povo. Me convidavam para dançar com elas,
mas eu disfarçava e me afastava. Novamente estava perambulando no meio
da multidão. As futuras meninas do Jipe também estavam por ali, chiquérrimas, saltos altíssimos!! E nem me davam muita bola, eu ainda não fazia parte do grupo!! De vez em quando via algum amigo do banco onde eu trabalhava, dava um abraço e todas aquelas cordialidades de festa de reveillon... No trio elétrico: "O AMOR DE JULIETA E ROMEU... Era a música do momento e o povo pulava sem parar. Na euforia, alguém passou, me agarrou e me levou para o meio do povo mais fervido! Por um momento me descontraí e dancei também! Estava na companhia de três salva-vidas, entre eles um moreno que me desconcertava toda a vez que entrava na agência, do banco onde trabalhava! Eles estavam super a vontade brincando comigo, quem estava incomodada era eu, que olhava para ver se alguém estava me olhando, tipo assim tirando um sarrinho... Mas, era mais coisa da minha cabeça, todo mundo estava feliz! Os salva-vidas, como muita gente por ali estavam meio assanhadinhos... Claro, umas cervejinhas a mais... Bem, não importa... Eles estavam me paquerando, melhor que isso, queriam sair dalí para uma festinha. Eu e os três! Eu só tinha olhos para o moreno, bronzeadíssimo, camiseta regata e shortinho amarelo!Os outros dois também eram fazíveis, mas acredita que nem me lembro do rosto deles? Mas o meu gostosão, só sairia se os outros dois fossem também! Pensei um pouco e pedi para que me encontrassem um pouco mais adiante, onde já não havia tanta gente. O morenão pediu pra que eu fosse na frente! Saí dali rapidamente, toda nervosa, e fui para a parte da praia que estava mais deserta! Era muita gente mesmo, então andei um bocado e enquanto andava sequer olhei para trás! Tinha certeza de que eles estavam me seguindo, mas não! Sentei num murinho e esperei um pouco. Mais um pouco e nada! Voltei para a multidão e não os encontrei! Pensei comigo: ah!... era bom demais para ser verdade! Frustrada, saí e fui para casa. Naquela época eu ainda não tinha carro... Continuei andando, parecia alheia aquilo tudo. Todo mundo era só alegria, mas eu estava triste, sei lá por quê! ...Era ferveção para todo o lado. Normal em reveillons à beira mar! Então seguia absorta em meus pensamentos...Eu estava numa casa com o pessoal do banco, bem longe da praia... O povo todo da cidade estava pela orla, afinal devia ser em torno de duas horas da madrugada e a festa iria longe! Cheguei em casa... A casa era enorme, mas por sorte, meu quarto era separado, eu tinha acesso sem precisar adentrar à casa! Sentei-me no muro em frente e fiquei por ali sendo mordida pelos pernilongos! Uma mistura de solidão e felicidade me consumia por dentro...Vamos dizer: uma gastura sem explicação! Ninguém passava por aquelas bandas, só mais abaixo que era uma das ruas principais, passava algum carro com gente gritando ou com o som bem alto! O tempo estava maravilhoso, quente e o céu estreladíssimo...Ficava de vez em quando mais iluminado com algum fogo de artifício retardatário...Depois de um tempinho por ali, resolvi voltar à praia, não queria ir onde estava o trio, bastava chegar à praia! Andei umas duas quadras quando fui surpreendida por alguém de bicicleta, a rua pouco iluminada fez que eu não conhecesse na hora, quem me abordara... Quando ele chegou mais perto, vi que era o salva-vidas moreno... Meu coração disparara! Poxa, ele veio me procurar! Deve ter seguido as batidas do meu coração! Ele disse: - Por que você fugiu? Respondi que eu não fugira e tinha achado que eles é que se arrependeram do encontro! Ele confessou que realmente um deles tinha desistido, pois foi interpelado por uma menina que já conhecia e saiu com ela, e o outro acabou indo dormir... Enfim, ele sabia onde eu morava e arriscou... Bem, pra que perder tempo pensando nisso e naquilo. Ele estava bem na minha frente, sorrindo e perguntando para onde nós poderíamos ir! Disse que poderíamos ir ao meu quarto! Então questionou sobre os meninos da casa que poderiam vê-lo e ele não queria ser visto por motivos óbvios, rs! Disse a ele que ninguém estava em casa e de qualquer forma eu tinha um local favorecido! Em poucos minutos estávamos no meu quarto! Ficamos fechados e ainda com a luz apagada! Dentro do quarto o calor era imenso, mesmo com o ventilador ligado! A pouca claridade que entrava pela vidraça fazia aquele momento ficar único, romântico, envolvente... Eu estava tremendo como se fosse a minha primeira vez. Parecia uma mocinha apaixonada, rs... Mas, a primeira vez com alguém assim como eu, era dele! Seu corpo era lindo, ele era perfeito... Ajoelhei-me no chão e comecei a lamber seu saco e fui subindo para abocanhar seu pau. Que ansiedade!!!Ele me parou e pediu pra que colocasse uma camisinha... A camisinha estava na minha mão, mas eu apenas pensava em colocá-la quando ele fosse me penetrar! Imediatamente, meio trêmula, coloquei-a em seu pau. Aquele pau não era grande, mas era a coisa mais gostosa do mundo naquele momento! Engolia-o todinho e abocanhava suas bolas enquanto ele sussurrava alguns gemidos! Suas mãos grandes e fortes desciam e pegavam nos meus peitinhos minúsculos de hormônio... Eu gemia mais do que o possível, não alto porque ele pedira que não fizéssemos barulho!!! Eu transpirava, não tanto quanto ele... O calor era intenso. Misturado àquela emoção toda, ficava quase que insuportável! Ele me deixou de quatro. Lambuzei meu cuzinho com saliva e ele penetrou-me lentamente. Quando seu pau estava todinho dentro de mim, ele começou a meter mais forte. Segurando-me pelos flancos ele bombava e gemia, seu pau duro feito pedra, castigava minhas preguinhas...Entre gemidos abafados, nosso calor aumentando cada vez mais, seu suor pingava sobre minhas costas e eu me masturbava escondidinha, gemendo baixinho com a voz mais manhosa possível... Gozei como nunca, sem ele saber, é claro!... Ele parou um instante e pediu pra que eu ficasse em pé! Toda lambuzada, mas bobagem, ele não estava vendo esses detalhes mesmo naquela penumbra! Agarrei-me à parede e empinei a bunda! Ele bombou mais um pouco enquanto tentava pegar meus peitinhos escorregadios devido a transpiração excessiva... Sua respiração ofegante, seu corpo molhado colado ao meu, fez eu me sentir a `mulher´ mais feliz do primeiro dia daquele novo ano! Um salva-vidas moreno, tão bronzeado que estava cor de jambo, sarado, sexy, estava me comendo em pleno reveillon!!! Minutinhos depois ele tinha gozado dentro de mim! Tirei a camisinha, balancei-a contra a pouca luz da janela e certificamo-nos de que não havia rompido, cuidadoso ele, pois o líquido branco estava em grande quantidade dentro dela! Ele vestiu-se rapidamente, enquanto isso eu verificava se não havia ninguém em frente à casa, para que ele saísse de fininho! Pegou sua bicicleta e se foi... Nunca mais nos encontramos em situação que pudéssemos repetir a transa, mas nos vimos muitas vezes... Em todas as vezes, ele maliciosamente piscava para mim, deixando-me até desconcertada, mas agarrado a sua namorada, que nunca mais o deixou sozinho num reveillon, acho eu... Tive o prazer de passar mais um reveillon com um salva-vidas, isso foi de 2003/2004, mas não teve o encanto e a doçura deste que descrevi.


INVADINDO O QUARTEL

Essa é mais uma daquelas histórias tragicômicas da minha fase pré-travesti. Eu e mais três amigos decidimos nos montar em pleno dia de semana para aproveitar uma linda noite de verão. Éramos todos bichinhas gays como diziam as travestis, mas montadas jurávamos que
estávamos parando Paris, Estocolmo e adjacências européias. Enfim, nos reuníamos de vez em quando no apartamento bem pertinho do local onde moro
atualmente, para fazermos montarias e festinhas. Numa dessas reuniões, resolvemos sair dalí montadas para fazermos um lanche no fast food Karina do Batel.  Começamos a produção especial para aquela noite, acho que umas duas horas depois já estávamos prontas e desfilando por algumas ruas movimentadas de Curitiba. Em nossas festinhas, as vezes éramos umas 10, mas nesta noite estávamos apenas num quarteto, era um quarteto muito mais que fantástico, era qualquer coisa cômica, surreal, fosse num filme, era garantia de bilheteria. Bem, as quatro emergentes: eu, que dispenso comentários, a oriental, a glamurosa e a tímida... Todas vaporosíssimas, cada qual com seu modelito peculiar em cima do saltão. Todas juntas ou melhor quase, porque eu não estava ainda muito adaptada ao salto alto e costumava ficar para trás, ainda bem que minha amiguinha oriental me acompanhava. Uma delas, estava belíssima, o picumã ( peruca ) era um luxo e ela estava se sentindo uma top model na passarela. E assim seguíamos realmente parando tudo, pelo menos o trânsito, eram elogios dúbios ( gostosas, joão hoje tem futebol, rambo, bonecas...) além é claro, do buzinaço. Quanto mais buzinavam, mais gritávamos, uhuuuuu...  E que ginga, vocês precisavam ver! Estávamos em direção à lanchonete quando passamos em frente a um quartel ( onde hoje é o Shopping Curitiba)  para a festa para os milicos que estavam na frente do portão dos fundos... Ali estavam mais ou menos uns 10 e ficaram mexendo conosco e nos convidando a entrar para nos divertirmos muito. Imaginaram já o que seria a diversão, não?  Realmente ficamos tentadas a entrar, cada bofe delicioso, hummm... Mas decidimos que iríamos primeiramente na lanchonete, o fervo no público era mais atraente, afinal a produção toda fora pra isso e, quem sabe na volta poderíamos pensar no convite dos meninos.  Chegamos à lanchonete, ai meu Deus! Na penumbra das ruas, o sucesso até podia ser garantido, mas à luz dos holofotes quer dizer, na claridade total do ambiente, socorro, não havia maquiagem que desse jeito principalmente nas moçoilas barbadas! O chuchu berrava em alto e em bom tom, então imagine as risadinhas do povo que frequentava o local, mas estávamos nos sentindo lindas e era isso que importava, inclusive nos dávamos ao luxo de paquerar os boys, rs...Depois de fazermos um lanchinho básico em meio ao fervo, retocamos o batom, jogamos o picumã e saímos lindas e rebolativas enquanto o povo gritava, sei lá o quê! Estávamos novamente na rua, onde éramos gatas e até carros paravam para saber quanto era o valor do cachê, mas como o intuito era ferver, todas dispensávamos os pretendentes, pois na verdade eles queria eram só zoar, assim pensávamos... Por isso decidimos ir as quatro na rua onde as travestis faziam programas, alguma coisinha poderia render... Fomos em direção ao local e passamos novamente pertinho do quartel onde os meninos estavam há algum tempinho antes. Agora os portões estavam fechados, mas dois deles estavam nas guaritas e com certeza avisaram os outros. De repente os portões se abriram e alguns lindos garotões fardados muito alegres foram muita tentação e não resistimos... E adivinhe? Todas acabamos entrando no quartel para a alegria daqueles  soldados. Uau, era tanto homem que eu por exemplo não sabia quem agarrar. Mas, aos poucos fomos nos distribuindo e achando qualquer cantinho escuro. Eu fui com dois meninos num local que haviam pás, foices e outros implementos agrícolas, mas achamos um espaço que deu pra deitar e rolar. Chupava um em pé e sentava no pau do outro deitado no chão. A única camisinha que eu tinha estava naquele que eu cavalgava. Chupei, chupei, dei, dei mas ninguém gozou. Eu já estava toda suada, a peruca que eu usava, já devia estar de trás pra frente e os meninos também ensopados não gozavam nunca. Pudera, estavam meio bêbados e tanto minha boca como meu rabo já estavam esfolados. Levantei, tirei a camisinha e disse que estava cansada e saí. Foi difícil escapar, mas consegui e olha que ainda haviam outros na espera. Saí me contorcendo e escorregadia e disse que já voltava. Saí em direção ao portão...Chegando pertinho, chamei um soldado e perguntei onde ficava o banheiro. A caminho do banheiro, passei por uma das guaritas e vi uma das minhas amigas lá dentro agarrada no pescoço do soldado, estava rolando um clima romance. Mais a frente, vi outra, estava deitada com um menino por cima dela, atrás de um caminhão, desses grandões que tem no exército. Convidei a que estava namorando na guarita para irmos embora porque meus pés estavam doendo demais! Ela concordou e eu disse que era somente o tempo para eu ir ao banheiro rapidinho fazer xixi... Neste mesmo instante, um dos soldados gritou: - Sujou galera, os caminhões dos oficiais estão chegando!!! Foi uma correria e eu acabei correndo pra dentro do banheiro. Lavei as mãos pois tinha me encostado em alguma coisa com graxa. Foi aí que entrou um oficial no banheiro. Ele me olhou, levou um susto e disse: - o que você está fazendo aqui?... Contei a minha história, ele balançando a cabeça contrariado me pegou pelo braço, me acompanhou até o portão e eu saí. Lá fora estava uma das minhas amigas queao me ver correu pra mim toda feliz e perguntou pelas outras. Ai, ai, ai, as outras, onde estavam? Ficamos por ali, até que descobrimos que nossas amigas haviam sido pegas em flagrante e estavam numa sala especial. Só pra vocês terem uma idéia, aquela que estava atrás do caminhão em plena ação, foi a primeira a ser vista pelos faróis acesos. Flagrante total e descarado não? A outra não sei onde estava, mas também foi pega. Nós duas abraçadinhas do lado de fora, mas mais afastadas do quartel, estávamos desesperadas e não sabíamos o que fazer... Ligamos que para alguns amigos que não puderam nos ajudar.  Demos a volta e fomos para a frente do quartel, onde já estavam dois camburões da Polícia Militar com pisca-pisca ligados... Ficamos espiando de longe para ver se víamos nossas amigas. O tempo passava e nada... Ai minha Nossa Senhora, ficamos apavoradas. E agora? Olhávamos uma para a cara da outra, sem saber o que fazer! Daí a pouco, aquele mesmo oficial que havia me tirado do banheiro, circulando ao redor do quartel a nossa procura nos abordou. Disse que teríamos que entrar para assinar uma ocorrência para que nossas amigas pudessem sair. Hesitamos um pouco, mas no momento não havia outra solução. Entramos no quartel pela porta da frente. Lá dentro num banco, nossas amigas acuadas com cara de choro, sentadinhas num banco. Mais adiante um pelotão de soldados com camisetas brancas, calças e botinas, uns sem as botinas, estavam em posição de sentido, alguns quase caindo de tão bêbados... Devia ser umas três horas da manhã e aqueles soldados ali estavam embriagados, mas de qualquer forma, o quartel todo havia sido acordado e todos os soldados estavam no pátio alinhados! Que babado! Os que estavam lá dentro mal parando em pé, para se livrarem da culpa falaram que fomos nós que levamos a bebida para eles. Embora a bebida tenha sido a causa deles estarem em festa e querer incrementar ainda mais com umas moninhas montadas e loucas por sexo... Agora além dos soldados cambaleantes, das moninhas montadas, também alí estavam policiais militares e oficiais do exército. Gente, só faltou a imprensa! Já pensou? Bem, Examinaram nossas bolsas e não acharam nada demais, só que na minha havia um tubo de xilocaína, foi um sarro, ninguém acreditou que a pomada era para aliviar meu calo no pé, pois eu não era acostumada com o salto alto e só assim aguentava andar, se bem que naquela hora nem sentia dores ...! Por não comprovarem que fomos nós as culpadas da embriaguez de pelo menos uns 20 soldados, fomos liberadas para a polícia militar. Seria a primeira vez que andaria de camburão na minha vida. Um dos policiais militares, era um lindo negro alto e forte, que fardado ficou o meu sonho de consumo... Ele me pegou pelo braço e iria colocar-me ao lado dele no camburão, pois atrás estavam duas amigas já! Mas, meu sonho logo virou pesadelo. Um dos oficiais do exército, pediu delicadamente ao policial que também me colocasse no camburão! Onde cabe duas, cabem três... Três? Sim, porque uma das minhas amigas era de menor e foi encaminhada a delegacia do menor. Gente, isso sim foi a tragédia! Os pais dela, quer dizer dele, tiveram que ir a delegacia e regularizar a situação. Foi um auê... Imaginem só que cena deprimente para ambos os lados. Mas, nós três trancafiadas no camburão, na escuridão total, sentindo os solavancos do carro, sabíamos só que iríamos para a delegacia, acho que já estávamos imaginando uma cela, mas nessas alturas, uma cela cheia de homens já não nos atraía, que desesperto! Aquele trajeto foi longo, não chegava nunca e ali juntas, rezávamos e fazíamos juras mil... O que era a cena? As três choramingando, montadíssimas, dava a impressão que éramos cordeiros que estavam indo para o matadouro, pode ser que não tenha nada ver a comparação, mas foi assim que me senti...Naquele momento não sabíamos o que iria acontecer com nossa amiga que havia ido para outra delegacia, apenas pensávamos em nós e no que nos aconteceria, eu por exemplo, trabalhava no banco... Podia ser dispensada por justa causa... Enfim, chegamos à delegacia, fomos fichadas por invadir área de segurança pública e por não termos antecedentes fomos liberadas depois de ouvirmos alguns conselhos do delegado. A delegacia ficavam perto do local onde morava o dono do apartamento da viração...Mais tarde em frente ao espelho, tirando a maquiagem, tudo aquilo passava rapidamente em minha mente e eu não acreditava que haviaacabado sem maiores consequências. O prejuízo maior foi do meu amigo de menor e de alguns soldados que foram expulsos. Por sorte não foi instaurado inquérito visto que foram os soldados levaram muitas garrafas de aguardente para dentro do quartel... Não sabíamos que estávamos invadindo área de segurança, onde até podíamos ter levado um tiro... Mas, entre mortos e feridos, salvaram-se todos. Acredite se quiser...

BINGOLADA

Esta é mais uma aventura que aconteceu comigo num dos tantos verões que passei em Balneário Camboriú. Foi numa tarde quente de belíssimo sol, onde deitada na minha toalha de banho, com um minúsculo biquini na Praia dos Amores, só olhando o mar e tostando minha pele, nem imaginava que transa deliciosa eu teria algumas horinhas depois... No início dos anos 2000, a praia estava em total expansão, inúmeras moradias estavam em construção, com muitos pedreiros trabalhando na região e de vez em quando dando uma olhadinha nas bundinhas expostas ao sol, ou até uma passadinha pelas beiradas da praia para ver a mulherada. Nessa tarde um gostosão passou por mim bem devagarinho, quase parando e mexeu comigo. Aparentemente, não dei bola, mas deixei claro que gostei e que eu era super fácil.
Ele se foi e eu continuei tomando meu sol, também não podia ser fácil demais, rs... Lá pelo final da tarde, armou-se uma dessas tempestades de verão, e eu rapidamente recolhi minha toalha, dei uma sacudida na areia e fui pro carro que estava próximo. Seguindo pra casa, peguei um caminho estratégico, dei uma passadinha em frente a uma das construções só pra ferver com os pedreiros que se ouriçavam ao me ver, já reconheciam de longe a loira do astra prata. Que oportunidade eu tive de parar o carro e entrar lá com a desculpa de fugir da chuva, mas eram muitos homens, de repente nem todos iriam querer, sei lá, achei que seria muita loucura, melhor ir embora. Aliás, qualquer hora eu conto uma história dessas que foi quase tragicômica! Voltando aquela tarde, dirigindo meu carro um pouco mais a frente, ia um gostosão de bicicleta, e aproveitei para mexer com ele. Surpresa foi ver que era o mesmo bofão que havia mexido comigo no início da tarde. Disse que pena que ele estava de bicicleta, senão ofereceria uma carona para ele não se molhar. Mais que depressa ele disse que poderia voltar, guardar a bike e sair comigo, bastava que eu o seguisse. Assim o fiz, acompanhei-o de uma certa distância, ele foi até um sobradão, entrou e daí a pouco veio correndo em direção ao meu carro, visto que a chuva estava forte... Ele era eletricista e estava trabalhando naquele local... Por sorte os pedreiros da outra construção não nos viram, rs... Entrou no carro, conversamos um pouco e decidimos ir até o meu local, desde que depois eu o trouxesse até ali, para ele pegar a bike pra ir pra sua casa. O meu local era aquele prédio em Balneário, daquele senhor argentino... Pois é, lá haviam várias kitches, em três pavimentos e a minha ficava embaixo, bem prática, de fácil acesso, eu sempre fazia questão de locar aquela .O tal senhor, não gostava que fizesse essa linha função de entra e sai com bofes, para a 'seguridad' do local, como ele dizia. Mas, no horário, ele não estava por ali e eu entrei na boa com a minha 'presa' daquela tarde, rs... Entramos e já fomos ao banheiro, pois uma duchinha cairia bem. Ele me agarrou, desamarrou a parte de cima do biquini e já chupou meus peitos, dizendo que eram bonitos e ótimos para dar uma 'bingolada', ou seja passar a pica neles, rs... Deve ser um termo usado na região, eu nunca tinha ouvido... Enfim, me ajoelhei na sua frente e disse, então dê ( a bingolada, rs)... Ele abriu o ziper de seu bermudão jeans e puxou pra fora sua pica. Era uma boa pica, não muito comprida, mas grossa, que já esfreguei entre meus peitos, olhando pra ele e fazendo cara de puta. Pedi pra ele tirar toda a roupa e tomar a ducha. Fiquei só olhando, me deliciando com aquele homenzarrão, que tirou tudo, peça por peça, meio acanhadão, olhando pra mim com uma carinha desconfiada, que me deixou louca. Uau, que homem delicioso! Eu já não aguentava em mim, com vontade de chupar e rebolar na sua pica. Senti meu rabinho piscando, meu pau já endurecendo e um frisson de ânsia misturada com tesão... Fiquei olhando ele tomar banho com o box aberto, se insinuando pra mim, e acabei entrando junto, atendendo seu pedido...Apenas de calcinha, entrei sorrateiramente e ali mesmo já começamos um roça-roça. Não tirei a calcinha, quis dar uma de mocinha e, não podia mostrar o pau, como se ele não soubesse o que eu tinha no meio das pernas, rs... Ele baixou a calcinha enquanto eu estava de costas pra ele, elogiou minha marquinha e esfregou sua pica no meio dos meus morros. Só não enfiou ali porque não deixei. Falei que era melhor nos secarmos e irmos pra cama. Fomos então pra cama, onde já coloquei uma camisinha no seu pau e e caí de boca. Chupei, chupei até ficar com os maxilares doloridos. Depois enchi meu rabo de lubrificante e tentei sentar em cima. Muito devagar, devagarinho fui sentando, torcendo pra minha chuca estar ótima, pois tinha feito antes do meio-dia, não tive como retocá-la por hora. Sentei, seu pau entrou até o talo, rebolei enquanto ele pegava nos meus seios, de forma até meio selvagem, apertava-os num todo e eu só curtia o momento, discretamente me masturbando, para melhor degustar aquilo tudo. Uau, estava bom demais, eu e aquele gostosão, meio rústico, sexy, numa transa assim meio fugaz. Lá fora, o maior temporal, ali dentro, nós suando, pois o calor era intenso, não pensei nem no ventilador, rs... Sentada na rola de um pedreiro tarado, eu literalmente derretia. Daí a pouco ele quis que eu ficasse de quatro. Hummm, levantei, tirei a pica e por sorte, tudo estava perfeito. Aí coloquei mais lubrificante no rabo, empinei o bundão e pedi pra que ele viesse. Uma das portas do guarda-roupa estava aberta e, pelo espelho eu via ele de costas metendo em mim. O corpão dele, com aquela marca branca enorme de bermudão, estilo magrão e compridão num movimento desenfreado de entra e sai já era o suficiente para eu ter um orgasmo. Ele segurava na minha cintura e metia com força e gosto. Eu não sabia seu 'timing', por exemplo se gozaria rápido ou se demoraria, pois eu queria gozar com sua pica dentro de mim, mas mais ou menos em sincronia, pois se eu gozasse antes e ele demorasse muito, meu rabo poderia arder demais... Metendo sem parar e gemendo ele pediu se podia gozar. Ai que delícia! Não poderia ser melhor! Empinei mais o rabo, dei umas mordiscadas no seu pau, discretamente já comecei a me masturbar e disse que ele poderia gozar a hora que quisesse... Olhei novamente pelo espelho, me masturbei e tive um orgasmo daqueles que nem sei descrever. Curtindo todo o meu tesão, senti que ele também enchera a camisinha. Ele saiu de mim, tirei a camisinha, por sorte inteirinha, só cheia de leite e pedi pra que ele fosse pro chuveiro. Enquanto isso puxei o lençol molhado com a minha porra, joguei num cantinho e fui pro chuveiro também. Enquanto ele se enchugava, eu entrei, tomei uma duchinha rápida e já estava pronta pra levá-lo de volta. A chuva continuava e já estava escuro. Ele pediu pra que eu o levasse até sua casa, pois a bicicleta estava protegida e segura... No outro dia ele pegaria um ônibus para ir até o seu local de trabalho. Fomos no meu carro até a entrada de Itajaí e o deixei perto de sua casa e já deixei com ele o número do meu telefone celular, caso ele quisesse repetir a bingolada. Ele saiu, sorriu e disse que assim que pudesse me ligaria! Ele ligou, pena que eu já tinha voltado pra Curitiba.


A RAINHA DO CINE PORNÔ

Eu comecei a frequentar cinema pornô em 1987, nos antigos Cines Gloria I e Gloria II. Tenho boas histórias daquela época, até 1991, quando os cinemas foram destruídos por um incêndio. Mas acabei viciando no escurinho e por isso não sosseguei até encontrar um, onde realmente eu fiz história. Uma história que abocanhou bons anos da década de 90... Tudo começou mais precisamente  no final de 1992, onde eu já passava boa parte do meu dia dentro catando paus no escurinho... Lá, eu me transformava, vestia uma personalidade muito louca, vai ver
era um espírito de pomba-gira bem mulamba que me incorporava assim
que passava a roleta e adentrava naquele mundo de devassidão! Nesse mesmo tempo eu trabalhava no banco das 08:00 às 14:30... Saia correndo do trabalho, chegava em casa, caprichava na chuca, pegava uma mochilinha, nela colocava uma saia, um top, maquiagem, camisinhas, lubrificante e corria para o cine. Eu dominava o território e as pessoas que circulavam lá dentro para trabalhar ou apenas fazer vício, tinham que ter o meu
concentimento. É, eu era a dona do basfond, rs... Éramos poucos os trabalhadores do sexo. Duas mulheres e umas cinco travestis, incluindo euzinha. O que mais rolava no escurinho era a chupetinha básica, feita ali na poltrona mesmo. Nos cantinhos da sala rolava bem mais, mas nada como no banheirão, que tinha luz, papel, espaço e mais discrição. Em dia de
muito movimento, as portinhas do banheiro dificilmente ficavam abertas, estavam sempre ocupadíssimas.  Eu mesma, nem podia sair de dentro, pois em vários dias tinha fila me esperando! Uma gulosa como chamávamos variava entre 5,00 e 10,00 reais. A transa
era 10,00, e eu era totalmente passiva. Haviam outras que faziam ativo, mas o preço não passava disso. Dentre todos os que trabalhavam, eu era a que saía com mais soldo no bolso, perdia muitas vezes para uma das mulheres, pois ela era rápida e enfim tinha boceta e a maioria dos homens que entravam ali eram heterossexuais.  Mas, o filme pornô excitava e com uma mãozinha alisando aqui e ali, naquela escuridão qualquer boca de uma presença cheirosa era bem-vinda! Nas partes mais no fundão era o espaço para os homossexuais, ali nós
nem íamos, pois os gays brincavam entre eles e abocanhavam também algum 'bofe' que por não saber onde estava, acabava no meio deles, mas tudo bem, era uma área delimitada e por todas respeitada. Mas alguns gays meio abusadinhos volta e meia gostavam de  sair de sua área para catar os bofes mais a frente, mas logo eram forçados a voltar para lá. Ou voltavam, senão havia bate-boca o que até os obrigava a sair do cinema. Era babado dos fortes, cansou de rolar barraco lá dentro e na maioria eu estive envolvida, pode? Os tempos áureos foram realmente entre o final de 1992 até o início de 1997. Este foi um período de homens gostosos que se esbaldavam nas poltronas, abriam o ziper e tiravam cobras de todos os tamanhos para
quem quisesse apreciar ou degustar. Eu simplesmente passava, olhava, jogava um charme e escolhia só as maiores, ou os melhores. Eu aparentemente tinha sempre a preferência, as outras me respeitavam. Também uma vez que estivesse ocupada, os outros ficavam a disposição de quem chegasse primeiro. Eu ficava muitas vezes felicíssima, pois muitos íam ao cinema apenas para eu fazer o trabalho, que ía de uma simples chupeta, até um
completão dentro do reservado ou banheirão. Então dispensavam qualquer
outra para me aguardar. Que tudo né? Se eu demorasse muito, muitos iam embora mesmo
sem gozar. Sentiram o poder da boquinha, ou do cuzinho, rs...? Lá dentro, realmente eu era totalmente desprovida de pudor, chupava uma rola de um lado, outra de outro e cansei de sentar em cima e cavalgar na poltrona mesmo, enquanto ao meu redor outros se amontoavam
e ficavam a se masturbar. Inúmeras vezes as minhas putarias foram mais  interessantes que as cenas do próprio filme que estava rodando no momento. Não sei dizer pra vocês quantos paus eu chupei ou mesmo quantos entraram no meu rabo. Mas foram muitos, pois eu era assídua e todo dia estava lá. Entre 3 horas da tarde e 9 da noite, eu fazia a festa! Dentre tantos homens que conhecia, com alguns eu tinha uma grande afinidade, ficava totalmente fora de mim, quando via algum deles entrar. Não podia deixar escapar ou até ficava com medo que eles ficassem com outra..  Alguns desses homens ainda hoje, decorridos tantos anos, saem comigo aqui em casa. Mas, são inúmeras histórias de sexo, sexo grupal, exibicionismo para a platéia que seria difícil narrar nesta história. Então vou separar um dos encontros. Foram vários encontros com um gato moreno que até hoje meu cuzinho pisca quando penso no seu pau. Basta fechar o olhos e lembrar de nossas transas para ficar excitada. Ele era um homem de mais ou menos uns 35 anos, não era bonito, nem feio, barrigudinho e carequinha, moreno jambo, mas o pau devia ter uns 20 cm de comprimento por 6 de diâmetro. Sua pegada, seu cheiro, simplesmente eu ficava derretida por ele. Eu ficava irriquieta com sua presença dentro do cinema, pois já queria chupá-lo ou dar pra ele e gozar feito louca. Mas, ele costumava
primeiro assistir um filme, depois passava por mim, fazia um gesto com a cabeça e me esperava dentro de um reservado no banheiro com a porta semi-aberta. Eu entrava, me ajoelhava e ele jogava seu pau na minha cara. Eu chupava feito doida, com um tesão imenso, uma coisa louca mesmo! Depois tirava toda a minha roupa e fazia ele tirar a dele
também. Colocava uma camisinha no seu pau, lubrificava meu cuzinho com
saliva mesmo quando não tinha outro lubrificante, me encostava na parede e empinava a bunda, enquanto isso ele segurava-me bem forte na minha cintura e colocava devagarinho sua
rola no meu cuzinho, que fazia uma ondinha, mas logo engolia-a todinha. Como aquele homem sabia foder um cu, tá doido! Ele metia com jeito mas com muita vontade, detonava meu cuzinho que ficava sempre ardido depois de dar pra ele. Eu tinha orgasmos, dos mais gostosos que já tive.  Eu amava aquele homem, que infelizmente depois que parei de ir ao cine por volta de 1998, nunca mais o vi! Outro encontro que vale a pena contar, foi quando estava com um outro cara dentro do reservado na maior putaria quando chegou a polícia militar. Eu toda pelada fiquei me vestindo enquanto o cara que estava comigo tentou sair de fininho mas foi barrado por um dos homens fardados. Ele chorou e implorou para não ser levado preso. Por sorte os policiais foram camaradas e apenas o advertiram. Ele saiu correndo do cine, acho que jamais voltou a algum cinema pornô. Eu na ocasião saí de dentro com a maior cara deslavada do mundo e ainda brinquei com os policiais oferecendo meus serviços. Abusada né?! Um deles quase me bateu e disse que eu deveria ir presa. O outro pediu pra que eu não voltasse a fazer aquilo, pois iria parar na cadeia, mas a gente sabia que ele não levariam ninguém preso...
Por isso, no que eles saíram eu voltei a fazer o de sempre.  Só que um dos policiais voltou no dia seguinte, e acredite se quiser, me comeu fardado dentro do reservado.  Foi o nosso segredo e umas das transas mais gostosas, pois transar com um homem fardado sempre foi um fetiche, que me dá o maior tesão... Foi a única transa que tive com um policial fardado dentro do cinema, por incrível que pareça. Mas com eles à paisana, foram muitas e de graça, rs...
Mas com o tempo fui perdendo o interesse pelo cinema. As pessoas também já não iam com frequência, outras travestis surgiram na área, digamos que baixou o nível de um modo geral.
Foi aí então que decidi realmente virar travesti, fiz alguns retoques no rosto, coloquei próteses de silicone, virei a loira platinada e tive que deixar o cinema. Nossa como sofri, não sabia que era tão dependente daquilo. Insisti mais um pouco, mas realmente os dias de glória haviam passado, talvez a tecnologia tenha sido a maior culpada. Com vídeo em casa, muitos homens  deixaram de frequentar o cinemão. Os poucos que ainda íam era quase disputados no tapa, estava na hora de largar o trono. Foi a partir da metade de 1998 não pisei mais no cinemão!
Então, eu troquei aquelas tardes de putaria pública por algo mais discreto e conveniente. A partir daí então comecei a atender algumas pessoas somente por dia, através de anúncios no jornal, na internet e por uma agência de acompanhantes que me lançou no mercado... Parei de ser a bichinha 1,99...Troquei aquelas gostosas tardes de putaria, onde eu era uma gazelinha solta entre machos loucos para me devorar pela prisão do meu apartamento, sniff...Como as amigas que ficaram diziam: virei fina, rs!!!  Depois que você leu isso deve estar pensando o quão puta eu fui, mas pode saber que ainda o sou, mas só entre quatro paredes!!! Agora em relação ao cinema, confesso que tive mais sorte do que juízo, pois nunca peguei uma doença venérea lá dentro, enquanto outras que andavam comigo, volta e meia tinham que fazer tratamento para isso ou aquilo. Santo anjo da guarda!!! E também após tantos barracos armados por por causa de bofes, saí por sorte só com apenas alguns arranhões. Olha, quando lembro de situações ocorridas naquele tempo, não acredito que eu fui capaz daquilo, mas fui! Quem me conheceu na época, sabe!  Hoje o cinema nem existe mais, mas fica na lembrança aquelas tardes quentes literalmente, onde eu quase derretia de calor, ou então das tardes frias em que me aquecia na putaria... E olha, realmente eu fui rainha, mesmo que fosse a rainha da putaria, da baixaria, depois de mim, nem princesas chegaram a existir no velho Cine São João, desculpe a modéstia rs... 


OS APUROS DE SABRINA

Foi em 1992, que decidi virar Sabrina. Antes, eu já havia sido Laurinha, foi um apelido que me deram ainda no Cine Gloria e, por incrível que pareça, uns dez anos depois, encontrava pelos points gays, alguns amigos que ainda me chamavam de Laurinha. Isso porque eu no Cinema usava uns brincos inspirados nos da famosa Laurinha Figueiroa da novela Rainha da Sucata... Mas eram coisas bobas, ser Laurinha por apenas usar um brinco rs, porque de travesti eu não ainda não tinha nada. Curtia a situação, afinal tudo era festa pra mim... Mas, não adotaria o nome de Laurinha, eu queria mesmo era ser Sabrina e tudo por causa da música Boys (summertime love) da bela cantora italiana Sabrina Salerno. A partir daí Sabrina foi um nome especial. E, eu comecei a querer ser feminina, queria realmente ser Sabrina, queria ser travesti. Não foi fácil. O começo foi complicado, vocês já devem ter lido histórias a respeito. Inclusive quando comecei a rodar bolsinha nas ruas à noite aqui em Curitiba. Nas ruas algumas amigas montadas como eu, queriam que eu fosse Debbie, mas sei lá, não pegou, apesar de que eu era muito influenciável ainda. Mas ficou Sabrina e ponto final. Já contei pra vocês que aluguei um hotelzinho bem simplório na Avenida Sete de Setembro esquina com Alferes Poli para fazer viração, tal hotel nem existe mais. Durante o dia eu trabalhava no banco e à noite eu saía de casa para a montaria. Eu não tinha muito traquejo, recebi ajuda de alguns amigos, mas como não tinha amizade com nenhum travesti, tive que me virar praticamente sozinha. Meu corpinho até ajudou, sempre tive pernas grossas, bumbum empinado e cinturinha fina. O complicado era a maquiagem, pois eu tinha muita barba no rosto e não tinha produtos adequados para esconder bem o xuxu ( chuchu).
Como Sabrina realmente aprontei poucas e poucas. Passei por bons momentos, me diverti muito, mas também estive em situações terríveis, graças ao meu bom anjo da guarda, me escapei de todas com apenas alguns arranhões, mas penei. Por isso aqui vou relatar algumas situações que depois que depois que aconteceram fiz orações de agradecimento. Já falei daquela vez que entrei com uns amigos num quartel, foi babado, mas outras foram ainda muito piores, você poderá ler na sequência quatro histórias que fazem parte da sessão em que passei por apuros. Canecalon, Sorte de Principiante, De carro velho ou à pé?, são histórias que aconteceram em Curitiba. Na sequência, histórias que aconteceram em Florianópolis: Festa de Aniversário e Fusca Vermelho. Divirta-se!


CANECALON

Para ir às ruas, no começo eu não tinha perucas, então fazia cabelos de canecalon mesmo, ajudado por um amigo. Com esse cabelo sintético e espalhafatoso, em cima de salto alto, vestidinhos pretinhos básicos coladinhos eu aparecia no point onde as travestis na época rodavam bolsinhas. A pista então pegava toda a região que começava na Rua Alferes Poli, 24 de Maio, Nunes Machado e Lamenha Lins que cortadas pelas  Avenidas Getúlio Vargas e Iguaçu formavam o imenso quadrado, de onde um lado ficavam travestis e de outro mulheres, mas havia tolerância entre as partes, desde que fossem das profissionais propriamente ditas. Em relação às travestis, ali estavam feias e bonitas, mas devidamente cafetinadas. Eu e mais uma amiga de montaria que conheci naquela ocasião, aparecíamos de penetras e ficávamos por perto, mas nunca com elas, porque senão éramos enxotadas de qualquer maneira. Minha amiga, que vou omitir o nome era uma baixinha arretada, apesar de não ser travesti, ficava bonita montada, ao contrário de mim, que ficava mais palhaça, ela batia portinha, mas eu conseguia ainda um caldinho, rs. Com o sucesso minha amiga começou a ficar mais abusada, me levando a tiracolo, cada vez mais subíamos pra perto dos pontos mais lucrativos e das poderosas. Ela também era medrosa, acho que por isso não me largava quando queria se aproximar dos pontos arriscados. Arriscamos claro, até que certa noite fomos cercadas por três das maiores cafetinas das pistas e o negócio ficou feio. Sei que uma delas, poderosíssima na época, chegou até nós, quis saber o que fazíamos ali e quem nos protegia. Não houve diálogo, arrancaram o meu cabelo de canecalon, bateram com ele no meu rosto, me chamaram de bichinha carnaval, tentaram me bater mais, mas fui rápida, arranquei o salto e atravessei a rua à toda, poderia ter sido até atropelada... Minha amiga, usava uma peruca, que imediatamente ela arrancou e escondeu dentro do vestido, mas mesmo assim apanhou mais que eu, tanto que bateram com o salto no rosto dela, que além de mais uns sopapos, correu para um ponto de táxi pedindo socorro. Eu acompanhei segura de certa distância e vi minha amiga entrar no táxi, que por sorte me pegou mais a frente. Enquanto isso as travestis gritavam e faziam escândalo, nessas alturas já deviam ter mais umas dez assistindo e batendo palmas. Soube que fizeram uma fogueira com o meu canecalon, também era uma cabeleira estilo dos bons tempos de Elba Ramalho... Eu e minha amiga, fomos pra casa dela, que susto, por sorte, foi mais o susto, eu perdi o canecalon e minha amiga o salto alto. Minha amiga inclusive estava com a testa cortada e tinha sangue até pelo cabelo, devido ao corte, que não foi profundo. Mas que nada, alguns dias depois estávamos na s ruas de novo. Escaldadas sim, mas na batalha de novo! Outras vezes fomos corridas, mas coisas básicas, como quando uma correu com um facão atrás de nós, rs... Mas, não tinha muito fôlego, no que saímos do quadrado, ela desistiu. Eu e essa amiga, nos demos muito bem. Muitas vezes dividimos bofes no apartamento dela. Ela saía quase todas as noites, eu fazia bem menos, afinal tinha meu trabalho. Já ela era dependente desse dinheirinho ganho nas ruas. Diferentemente de mim, ela não virou travesti. Aquilo foi só um bico, rs...


SORTE DE PRINCIPIANTE

Esta é da sessão Sabrina em apuros... Depois do babado do canecalon resolvi comprar uma peruca. Comprei uma peruca de boneca ou seja, cabelos sintéticos, comprimento médio com franja, platinadíssima, e olha ficou muito bem em mim. Não via a hora de estreia-la na pista, afinal eu estava me sentindo quase uma top, quando me vi na frente do espelho... Saí do hotelzinho de viração bastou colocar o pé na Avenida Iguaçu para ser parada por um carro. Não era para um programa, mas sim uma batida que a Delegacia da Ordem Social fizera naquela noite, pegando todas as que estivessem na rua, por 'vadiagem'. Sim, não foi por prostituição e sim, vadiagem, o motivo pelo qual fomos fichadas. Não fui a única. Na Delegacia da Água Verde, sei que estávamos numas trinta pessoas, eu, mais umas 25 travestis e mulheres de programas. Nessa noite eu rezei com o coração apertado, rs... Lá dentro de uma sala enorme, mas com grades nas janelas, estávamos todas, então imaginem o meu desespero. Eu apenas uma montada, uma bichinha gay como elas diziam. Estava na companhia de travestis babadeiras, siliconadas, muitas inclusive drogadas ou bêbadas, que também estavam revoltadas com a situação. Quando me descobriram me pegaram para extravazar o ódio. Começaram a fazer piadinhas e ameças verbais. Dentre elas, algumas se sentiam mais poderosas e inflavam seu ego no berro e tentavam me diminuir ou me apenas tripudiar mesmo. Eu sentei num cantinho no meio de duas mulheres e ali fiquei só vendo a hora que iria apanhar delas. Uma das meninas me disse pra não falar nada, ficar quieta, pois elas gostavam mesmo é de ganhar no gogó... Elas me chamavam de Xuxa, por causa da peruca loira. Diziam entre tantas coisas que logo minha peruca iria voar janela abaixo, mas antes iria eu picadinha, pode? Ou vice-versa... Ai, ai, ai, o cabelo que eu fora estreiar na Avenida, buááá...!!! Além do horror psicológico, eu ainda não sabia quando tempo ficaria ali presa. E o meu trabalho no banco? Pois é, eu trabalhava lá como escriturário! Meu Deus, quantas promessas fiz! Sei que fomos parar lá por perto das 23 horas e, já devia ter se passado umas duas sem que os policiais começassem a fichar uma por uma, pois segundo comentário das meninas, essas batidas geralmente não duravam mais que umas duas ou três horas. Volta e meia a DOS fazia batidões como esse. Elas já haviam sido pegas, disseram que na terceira vez, era cana na certa, segundo o que diziam pra elas os policiais. Mas, pra mim, a batida foi uma experiência horrível. Apesar de que já andara de camburão por ocasião daquela história "Invadindo o Quartel", mas desta vez eu estava bem mais assustada, sentia um perigo bem mais real. Ficou ainda mais assustador quando chegou o pessoal de reportagem de um programa sensacionalista que era sucesso de audiência. O famoso apresentador tinha um programa na televisão na épóca gostava de mostrar cenas assim do ''submundo''... Muitas foram entrevistadas e falaram isso e aquilo, uma querendo aparecer mais que a outra... Mas lá pelas tantas resolveram me pegar para me levar pra frente das câmeras. Acho que umas 5 ou 6 vieram me puxar. Me pegavam e diziam, vamos levar a Xuxa, pra mostrar o carão dela e aproveitar pra arrancar a peruca... Imaginavam elas que eu tinha algo a perder e, como tinha, ufa! Ai, que sofrimento, foi horrível. Mas não sei de onde tive tanta força e elas não conseguiram me mover dali... Claro que me puxaram com força, mas eu fiquei no chão.  Por sorte foram desencorajadas por uma das meninas que estavam ao meu lado. Logo depois a reportagem saiu e eu não fui filmada. E, em torno de umas três horas da manhã, aos poucos começaram a nos liberar. Eu quis ser a última a sair. Enquanto saíam ainda zoavam da minha cara e diziam que estariam me esperando lá fora. Acho que eu saíria só quando o dia amanhecesse. Mas, não precisei. Quando todas se foram e somente eu, ainda estava ali na delegacia  preenchendo uma fichinha por vadiagem, conversei com o policial sobre as ameaças, principalmente de que elas estariam me esperando lá fora... Ele me disse pra sair numa boa, pois elas já deveriam estar todas no ponto, tentando ganhar um dinheirinho, afinal a noite não tinha sido boa pra elas. E, realmente aconteceu isso mesmo. Saí, me esgueirando pelos cantos e logo percebi que a rua estava deserta. Saí de lá, achei a Rua Brasílio Itiberé e vim por ela correndo, peruca loira na cabeça, bolsinha de lado e sapatos de salto alto nas mãos. Que delícia estar livre! Logo que cheguei à Marechal Floriano, respirei realmente aliviada em meio à boa iluminação do local... Aí, calmamente andei devagar em direção ao meu hotelzinho pra me livrar daquilo tudo... Ainda com toda a sorte, consegui carona num micro ônibus que me levou até pertinho de onde eu queria, e ainda fiz uma chupeta num dos rapazes que estavam lá dentro, rs...


DE CARRO VELHO OU A PÉ?

Esta é mais uma das histórias que muita gente gosta de ler, pois passei sufoco... O que fica mais em evidência são os apuros pelos quais passei quando comecei a minha vidinha de viração lá pelo final do ano de 91, eu ainda sofria a perda do Cine Gloria por um incêncio, por isso comecei a fazer viração à noite e rodar bolsinha na pista. Especialmente pra isso loquei  um quarto em um hotelzinho na Avenida Sete de Setembro e toda a noite, pelos menos quase todas, depois de sair do expediente, onde eu trabalhava como escriturário num banco, lá ía eu me montar para mais uma noite na esquina. Já contei aqui, sobre o debut com minha peruca loira, lembram? Mas, nessa noite eu estava com uma peruquinha chanel de cabelos castanhos. Cabelo 100%, imitação perfeita do cabelo natural. Meu único problema era disfarçar a barba, que por mais que eu a fizesse bem, a marca escura era difícil de esconder. Até escondia, mas qualquer suorzinho a mais, pronto! Lá se ía o make-up da linda! Mas, mesmo assim eu estava no ponto pontualmente lá pela meia-noite! Sinceramente, eu não ficava linda, pelo contrário, mais riam de mim, do que elogiavam! E tudo o que eu queria era que algum tarado aparecesse e me levasse para algum terreno baldio e comesse muito... Na minha cabeça àquela época, jamais eu imaginaria que os homens gostavam é de um troca-troca com travestis! Por isso, quando parava algum carro e perguntava o tamanho do meu pau, eu ficava indignada e ainda xingava o cara! É claro, eu era"viciosa"! Viciosa na linguagem das travestis é a que faz programas de graça! Por isso mesmo eu ficava longe das outras, as profissionais. Em primeiro lugar elas me botavam pra correr, em segundo, eu não tinha como competir com elas. Enfim, eu também não precisava daquele dinheiro, visto que tinha outro trabalho, então fazia mais por tesão mesmo! Numa dessas noites, parou um carrinho velho, quase caindo aos pedaços. Era um bofão, não tão ão, apesar de que bofão ão ão, nem parava pra mim... Bem, esse bofe queria ir a um motelzinho... Eu como não conhecia o sistema, lembrei de um hotelzinho que ficava perto do Largo da Ordem. Tipo daqueles que você pode pegar até "chato" nos lençóis! Jamais levava alguém para o quarto onde eu me trocava, para não queimar o filme, visto que podia acontecer algum barraco! Mas voltando ao cara do carrinho velho...Combinamos um valor para o programa e fomos...Entrei no carro, mal pude fechar a porta, pois não tinha tranca interna. Ele levantou-se, deu a volta e fechou a porta! Uau, senti-me uma dama, rs... Chegamos no local combinado, ele um perfeito cavalheiro, veio abrir a porta do meu lado! Imagine isso mesmo, caso contrário eu não tinha como sair, rs... Mas deixe eu me iludir só com o cavalheirismo do bofe para com sua dama, euzinha, rs... No hotel, já no quarto fomos à cama! Afinal tudo o que havia, era a cama, um bidezinho com uma bacia com um pouco de água! O banheiro ficava fora e era coletivo e além de tudo não estava incluido no preço! Então comecei a tirar a roupa, claro que antes apaguei a luz do quarto. Por sorte, pela janela entrava claridade suficiente para dar uma sensação de penumbra...Eu devia estar tão sexy, ele até me elogiou, rs...Ah, a penumbra... Eu não me depilava naquela época, nem sabia que existia. Só no rabinho eu passava a lâmina de barbear mesmo! Tirei minhas meias, que por sinal, usava duas, o salto e o vestido... Pelada na cama, ainda fazia de conta que era inexperiente no sexo, deixando que ele começasse as carícias... Ele, claro que começou pegando no meu pau, que não ficou duro! Eu tomava hormônios, o que ajudava a não ter uma boa ereção... Nem, sei se isso o incomodara, mas acredito que sim! Então ele pediu para que o chupasse. Fiz de pronto! Depois, de umas chupadinhas, fiquei de quatro e com o cuzinho lambuzado de saliva, ele me penetrara! Pelo menos eu já sabia usar camisinha! Usava aquelas de embalagem verdinha, compradas no Paraguai, acho que a marca era Playboy, rs... O coito foi rapidinho. Ele gozara num instante... Eu ainda de quatro, fiquei meio passada pela rapidez, mas ele disse que estava com pressa e precisávamos ir! Ele vestiu-se rapidinho e sentou-se na cama! Eu precisaria de mais tempo para me vestir e de preferência luz acesa! Então, carinhosamente pedi para que ele me esperasse dentro do carro, que estava estacionado na frente do hotelzinho, no outro lado da rua! Ele já pago o programa com uma notinha em cima da cama. Saiu, eu fechei a porta,acendi a luz e fiquei a me aprontar! Vesti as meias, o vestido e retoquei a maquiagem com um pouco de pó e um batom bem vermelho! Devo ter demorado pelo menos uns quinze minutos! Saí sentindo-me linda do quarto, ainda brinquei com a menina da recepção e fui em direção ao carro! Oh! Cadê o carro? Será que ele estava mais a frente? Não! Não havia um carro sequer naquela rua! E agora? Eu estava tão longe do meu ponto? O dinheiro do programa não pagava um táxi até lá! Então fui a pé! Quem mora em Curitiba, sabe que é 'o trecho' caminhar a pé das proximidades do Largo da Ordem até a Avenida Getúlio Vargas! Mas me pus a percorrê-lo, eu nem tinha como pedir carona, pois o trajeto não ajudava... Em cima do salto alto de 10 cm, vim andando toda rebolativa e aí sim me sentindo a poderosa, tamanha atenção que despertava por onde passava! Saíam homens dos bares, os taxistas nos pontos, transeuntes quaisquer, todos assoviavam ou me chamavam de "gostosa"... Enfim aos trancos e barrancos, cheguei ao meu ponto novamente! Os míseros reais que havia recebido no programinha já me deixavam com a sensação de dever cumprido e agora podia dar de graça! E para sorte do meu cuzinho,um dos meus vizinhos da redondeza que sempre ficavam me atasanando a paciência para um vício e eu sempre dizia não, foi escolhido para me comer num dos mocozinhos ali perto! Fui na frente e ele me seguiu com sua bicicleta! Fiquei de quatro e dei a vontade para o rapaz que m comeu com gosto e muito...! Que delícia sentir seu pau durinho entrando fundo em mim e eu linda me masturbando e gozando sem culpa, sentindo apenas a brisa fresca que amenizava o calor.  Depois disso fui correndo para o meu hotelzinho de viração para tirar o reboco, trocar de roupa e voltar pra casa para dormir, pois no meio-dia eu entrava no batente de novo! Aí sim, no trabalho oficial!


FESTA DE ANIVERSÁRIO

Conheci Florianópolis em 1993, nessa fase, durante o dia passava por um rapaz bem alegre, mas à noite eu gostava de me montar, não precisava nem peruca, meu cabelo já na altura do ombro dava um truque. Nessa época eu trabalhava no banco, então nas férias a que tinha direito, eu me mandava pra Floripa, foi assim em, 94 e 95, as duas nos meses de abril. Peguei meses onde ainda fez muito sol e eu pude aproveitar bastante a Praia da Galheta durante as tardes. Maravilhosas tardes de sol, surfistas e argentinos. à noite nos finais de semana, o point era na Praça XV, onde conheci algumas montadas e também outras já travestis que faziam sucesso por ali. O point de trabalho era no Kobrasol, mas lá eu nunca apareci, não tinha como e nem coragem, então ficava fervendo com minhas amigas ali no centro e sempre rendia alguma coisa. Lembro que nas férias de 95, logo que apareci na praça, as amigas estavam afoitas por causa de uma festa que iria acontecer no sábado à noite. Elas me convidaram para essa festinha com muitos bofes na Praia da Joaquina, que na hora eu topei, rs... Sábado à noite, nos encontramos no centro, pegamos um ônibus e fomos em direção da tal festinha. Fomos em 6. Duas já eram praticamente travestis e muito bonitas, eu ficava no meio com mais uma e as outras duas digamos, eram apenas duas moninhas montadas no perucão. Mais ou menos lá pelas 22 horas chegamos ao local, este não ficava exatamente na Praia da Joaquina, mas na rua que dava acesso. Na casa, um dos rapazes, que deviam estar em torno de uns 20 ou mais, estava de aniversário. Tava rolando aquele um churrascão, cerveja, whisky e muita música. Fomos bem recebidas, nos sentamos à mesa e começamos o fervo. Daí a pouco, uma aqui, outra ali, minhas amigas começaram a dar uma saídinha pra algum lugarzinho estratégico para uma transa básica com os bofes. Uns queriam só chupadinha, outros davam uma comidinha... Eu também fervia com os bofes, mas apenas ali na mesa, recebia convites pra sair, mas dizia que iria mais tarde. Realmente eu estava a fim, mas gostaria de curtir um pouco mais pois o ambiente estava gostoso. Das amigas, apenas uma, minha amiga Fran, também continuava na mesa e não havia saído para outras dependências acompanhada. Mais ou menos lá pela meia-noite, os bofes já estavam bem passadinhos na cerveja e no whisky. Uns 15 pelo menos já tinham experimentado minhas amiguinhas, que também bebiam e estavam fáceis fáceis, com exceção da Fran, que junto comigo ficou apenas no refrigerante e também não saiu da mesa para atendimentos. Mas, eu também queria aproveitar os bofes, já estava de olho em um deles, por isso saí com outro rapaz que de quebra, disse que levaria o que eu estava a fim junto. Saímos da mesa e fomos para fora, andamos um pouco até acharmos um local que ficássemos sozinhos. Os dois chegaram, já estavam também meio bêbados, então me agachei e comecei a chupar o pau de um deles. O que eu havia achado interessante não tirou a roupa, mas disse que gostaria de ver meu rabo antes dele por o pau pra fora. Imediatamente comecei a fazer um strip pra ele, e quando estava descendo a calcinha, ele jogou um copo de cerveja na minha bunda. Riu e saiu correndo. Ah, que chato, o outro até quis continuar mas eu não quis, também saí dali chateada. Voltei pra dentro de casa, me sequei e voltei à mesa novamente. A partir daí as brincadeiras já começaram a se tornar sem graça. Os bofes já estavam agindo pela bebedeira. Lá dentro também começou uma sessão de strip e minhas amigas também saíram com o rabo molhado de cerveja, rs... Mas, pelo jeito não se incomodaram como eu. Quando chegou minha vez novamente, falei que faria desde que não jogassem mais cerveja em mim, o que de nada adiantou. Jogaram de novo. Aí eu decidi ir embora, peguei minha bolsinha e saí em direção à rua. Mas, eles não me deixaram, uns três correram atrás de mim, me agarraram, um me pegou no colo e me carregaram aos trancos e barrancos. Até tentei me segurar em alguns galhos de árvores que pendiam sobre o caminho para ver se escapava deles, mas não consegui. Inclusive caí no chão rolando com um deles, que não largava o copo de cerveja. Ao cair, o copo quebrou e acabei cortando meu braço. Fez um arranhão e sangrou não muito. Mas, os bofes me levaram de volta à mesa e queriam mais strip. Sentei disse que precisava me recuperar e logo faria tudo o que eles quisessem... Fiquei calma, disfarcei e na primeira oportunidade, engatei a primeira e saí no galope. Eles correram atrás de mim, mas como estavam bêbados, não me alcançaram, pois assim que cheguei à rua, me escondi atrás de uma árvore, com a escuridão e pouca iluminação, eles não me acharam. Vi que eles desistiram de me encontrar e continuei andando em direção à Lágoa da Conceição. Daí a pouco ouvi a Fran me chamando. Quando ela se aproximou, vi que estava sozinha e a chamei para onde eu estava. Ela veio correndo ao meu encontro e disse para que nos encondêssemos que eles viriam atrás de nós. Nos escondemos na frente de uma casa que estava vazia. Dois rapazes saíram a nossa procura numa moto, mas não nos acharam. Eu e Fran ainda ligamos pra polícia. Simplesmente a polícia achando que era trote nos mandou relaxar e gozar, rs... Seguimos então em direção à Lagoa da Conceição, não demorou muito pra chegarmos. Logo paramos num ponto de ônibus e ficamos sentadinhas esperando algum, que sei lá que horas passaria. Por sorte ainda ganhamos carona de dois argentinos que nos levaram até a Praça XV. Eu não via a hora de chegar em casa. Havia sido demais pra mim. No domingo à noite nos encontramos no centro e colocamos a fofoca em dia. Minhas amigas disseram que eu havia sido boba, pois elas ficaram, beberam e deram à vontade. Inclusive os rapazes chamaram até duas mulheres pra festa. Estas quando chegaram e viram a baderna deram meia volta e sumiram, rs... Mas, não me arrependi, transar com homem bêbado nunca foi do meu interesse, além de tudo porque eu também não bebo. Valeu pela aventura, um tanto quanto desastrosa, rs...


FUSCA VERMELHO

Foi também nas férias de 95 em Florianópolis, que andando à caça de bofes numa noite ao redor da Praça XV, parou um fusca com quatro rapazes dentro e me chamaram para um babadinho. Gostaram de mim e queriam que eu saísse com os quatro pra transar. O destino seria a Praia de Armação. Eu era meio louquinha, mas não tanto, nem sabia onde era essa praia e, ainda mais com quatro homens. Achei melhor não. Todos eram atraentes, mas um deles quase me fez entrar e ver no que iria dar. O cara era um gatão. Mas, não fui, embora eles tenham insistindo muito. Continuei por ali e acho que uma meia hora depois, eles voltaram. Novamente pediram pra eu ir, falei que sozinha não iria. Foi então que pediram pra que eu arrumasse mais uma amiga ou duas, mais que duas não caberiam no fusca. Dei uma volta na praça e encontrei uma amiga que topou e assim entramos no fuscão. Nós duas no meio de dois rapazes, fomos então em direção a Praia de Armação, que minha amiga sabia onde era, ainda bem. Já ali dentro, começou a pegação. O rapaz que eu havia gostado tinha uma pica enorme. Um outro que estava na frente também, os outros eram comerciais. Depois de um tempinho chegamos à casa, sei lá de quem era. Mas, não havia luz, ou estava faltando, tudo o que podíamos ver era com o brilho do luar que por incrível estava ótimo. Quando chegamos lá dentro, era tudo na luz de isqueiro, nem velas existiam. Já não gostei. Principalmente porque o bonitão pegou minha amiga e se trancou num quarto. Então, fiquei sozinha  pra dar contra dos outros três, o que a princípio não seria problema pra mim. Comei a chupá-los. Logo em seguida coloquei uma camisinha no que tinha um pau maior que quis me comer. Mas, de cara foi estúpido e começou a agir com violência. Machucou meu rabo, já fiquei nervosa, odiei sua brutalidade e parei. Então eles prometeram ficar calmos. Comecei novamente e aí que até os que estavam com os paus na minha boca começaram a ficar estúpidos. Rapidamente coloquei minha roupa e saí pra fora. Fiquei lá fora, enquanto eles me chamavam pra voltar, prometendo fazerem do meu jeito... Fizeram tanta algazarra que minha amiga também correu pra fora atrás de mim. Eu contei o que acontecera pra ela, disse que não iria voltar, eles estavam a fim de aprontar. Minha amiga também achou melhor então sairmos dali, pois o bonitão na verdade queria que ela o comesse, o que foi uma decepção pra ela e pra mim também, rs... Estava tudo tão escuro, mas por sorte conseguíamos andar por causa do luar. Andamos até chegar no asfalto.Os rapazes gritaram um pouco, mas logo ficaram dentro de casa e nem saíram, duvido que levariam a gente de volta. Na rua, eu sei que deitei estendida no meio do asfalto, até pra me refrescar e observar a linda noite de estrelas. Não podíamos fazer nada. Nem tinha como andarmos até o centro. Andamos um pouco e sentamos numa casinha de ponto de ônibus. Ficamos sentadas rindo e esperando que passasse uma carro para pelo menos nos dar carona. Os pernilongos fizeram a festa. Passou um carro e não parou, acho que uma meia hora depois passou outro. Este parou. Era um kombi, tão velhinha, caindo aos pedaços e andando 20 km/h, rs... Mas, nos deixou pelo menos onde havia luz. Nem sei que lugar era aquele, nem minha amiga... Paramos em frente a um bar que tinha uns bofes por ali. Os bofes quando perceberam que éramos travestis, começaram a querer nos bater, tivemos que sair a toda e por sorte achamos um ônibus madrugueiro que nos deixou num bairro chamdo Saco dos Limões. Dali pegamos outro que nos levou até o centro. Ficamos ainda fervendo um pouco por ali, afinal a noite ainda podia render. Lá pelas tantas decidi ir pra casa, me despedi de minha amiga e fiquei andando por ali para pegar uma carona. Logo parou um carro, nele um senhor já cinquentão, lembro que era de uma cidade do meio oeste catarinense. Achou que eu fosse uma garota de programa. Então me ofereceu uma carona e eu pra pagar, faria uma chupetinha. Na ocasião eu ficava no bairro da Trindade, mas quando chegamos no trevo, ele foi para o lado das praias, logo adiante parou num lugarzinho escuro. Naquela época aquele trevo não tinha a estrutura e a iluminação de hoje. Naquele escurinho, ele tirou o pau pra fora, eu coloquei uma camisinha e caí de boca.  Huuum, belo pau. Então ele começou a me tocar, eu tinha peitinhos minúsculos de hormônio, mas gostosinhos de pegar. Pior foi quando ele passou a mão e encheu com algo que foi novidade pra ele... O homem quase ficou louco. Acendeu a luz interna, olhou pra mim e disse que eu era 'viado', mas em tom de indignação total! Abriu a porta do carro e mandou eu sair rapidinho, antes que ele me desse uns tiros. Ai, que babado! Que homem grosso, mal educado! Mas, vai que ele tivesse um revólver mesmo. Saí do carro e fiquei ali feito boba, ele arrancou com tudo e se foi... Mas, como eu não estava muito longe de casa, fui à pé mesmo, achei que era melhor não arriscar, eu não tivera muita sorte naquela noite... Meia hora depois eu já estava dormindo. Bobagem, já era segunda-feira e pouco depois eu iria curtir a Galheta. Acho que uma hora preciso contar de tudo o que já aprontei por lá. Afinal não passei só por apuros não. Tenho muito coisa boa que daria boas páginas de entretenimento pra vocês, rs...


AS MENINAS DO JIPE

Está história pega uma fase em que estou saindo das montarias para virar uma travesti de programas com tudo o que se tem direito. No começo ainda trabalhava ainda no banco e me montava para trabalhar no cinemão ou então nas minhas férias e em quase todos os
carnavais. Diferentemente de outras histórias, eu já sabia me produzir mais e ficava até bonita conforme modelitos e produção. E ano após ano, eu fui investindo, ganhando formas e me tornando a Boneca Drikka... Nesta aventura estão aventuras dos meus melhores carnavais, os quais passei em Guaratuba no litoral do Paraná. Eu não estava sozinha, haviam amigas assim como eu: montadas. E o que acontecia? Muito fervo e uma disputa, ver quem iria atender mais bofes... Modéstia a parte, euzinha sempre fui a campeã. Mas, isso tinha a sua parte ruim; como se estivéssemos num campeonato, o importante era aumentar o número de
atendimentos. Não importava qualidade e sim quantidade. Pra se ter uma idéia, no carnaval de 1996 em Guaratuba no litoral do Paraná, durante os quatro dias, eu atendi mais de 60 homens... Ao chegar na cidade, já fazíamos uma algazarra sem tamanho, anunciando para todos, que a bicharada estava chegando. Depois de instaladas, as produções já
começavam visando atender o maior número possível de bofes. Para nós a função
realmente começava à noite... Já no início da noite, colocávamos umas cadeirinhas na calçada e atentávamos a todos que passassem por alí... E olha que rendia. Geralmente quando amanhecia o dia, ficávamos tricotando e contando vantagens. Cada uma contava o que tinha aprontado e foi aí que começamos a comparar o tamanho de um pau com um salão de pessoas. Geralmente as monas referem-se a um pau tamanho normal como comercial
ou salão. Nós então partimos de um salão com 500 pessoas para um pau extremamente pequeno. Aumentamos para 1000 pessoas um pau de 12 ou 13 cms. Um pau de 15, 16 cms era um salão de 2000 pessoas, podendo ir até 2500. Para paus de mais ou menos 18 cms, no salão cabiam de 3000 a 3500 pessoas, dependendo da grossura do pau. Se fosse muito grosso, podia-se chegar a 4000. Para paus de 20 a 22 cms o salão comportava de 4000 a 4800 pessoas e acima de 23, 5000 pessoas. Paus acima de 23 cms, que era muito raro, o
salão comportava até 6000 pessoas. Ninguém achou um acima de 6.000 nos carnavais em Guaratuba... Então comentávamos: - Mona, estou com o cu arrombado, dei pra um pau de 4500 pessoas!  Aí já sabíamos que a bicha tinha dado pelo menos para uns 22 cms...
Engraçado que nós apenas lembrávamos da quantidade de pessoas no salão, ou seja: apenas do tamanho dos paus, porque dos bofes em si, ninguém comentava,rs... Diversão era o que não faltava e ainda com muito pau... Por isso repetimos essas festas de carnaval nos anos seguintes, 1997, 1998, já a partir de 1999 parece que perdeu a graça. Mas, eu e as meninas do jipe, como era chamada a nossa turminha de carnaval em Guaratuba, jamais esqueceremos esses três anos de muita festa e putaria. As meninas do jipe: euzinha, Juliana, Taiana,
Rudicreuza, Nani e Raquel... Dessas, eu fui a única que virou travesti. Juliana e Taiana ainda de vez em quando se produzem, as outras que eu saiba, não. Ainda quando nos encontramos, comentamos sobre aqueles carnavais. Da casa de madeira que sempre alugávamos, aliás que nem existe mais e dos atendimentos numerosos... Eu gostava mesmo é de atender bombeiros, pelos menos uns quatro ou cinco eu fazia. Juliana era mais refinada e primava por arrumar mais
qualidade, ela não gostava de qualquer um... Mas, se não conseguisse, também atendia para não ficar mau na estatística... Nani, se dizia mais reservada na nossa frente, o que ela gostava mesmo era de comer, era a única ativa, por isso dava um truquezinho básico, dizendo que não
estava a fim... As outras adoravam mais erês...  Se esses eram nossos gostos, depois de umas cervejinhas a mais, tudo aos olhos, principalmente do cu, eram príncipes encantados, de paus bem duros, mil pessoas acima do que comportava o salão, e loucos para nos comerem..
Só eu e Juliana não bebíamos, apenas fumávamos, cigarros normais, tá bom? Quase todas as noites o atendimento era forte e só parávamos quando o dia já estava amanhecendo. Não podíamos enfrentar a luz, visto que nossas maquiagens já haviam ficado pelo caminho, o pó compacto já não resolvia mais. E com o calor, imagine só! Então, cama... Dormíamos pouco, porque no máximo 10 horas da manhã, Taiana nos acordava com o volume máximo do aparelho de som, tocando sambas-enredos das escolas de samba do Rio, pode? Não brigávamos com ela porque era nossa melhor cozinheira... E cozinhava muito bem!
à tarde quando havia sol, íamos todas à praia, a ferveção era intensa...Era diversão garantida para nós e para o pessoal que ficava ao nosso redor... Sempre ficávamos próximas às pedras, no início da Praia Central de Guaratuba... Nas pedras, ainda rolava algum babadinho... Geralmente quem se dava bem, era Nani, porque como era ativa, pauzuda e estava desmontada, sempre achava alguma mona a fim de chupar sua pica. Nossa festa só não era boa quando chovia, mas tinha que chover muito, senão saíamos embaixo de chuva mesmo!... Chuva forte para nos manter enclausuradas em casa, que eu lembre aconteceu pelo menos duas vezes... Numa delas acordamos com tudo inundado na rua da frente... Ficamos em
casa fervendo, não aguentávamos olhar uma para a cara da outra, mas até isso era divertido!!! à noite ficávamos prontinha esperando a chuva passar... Houve uma noite em que ficamos esperando a chuva passar por quatro horas, já não havia mais o que fazer! Mas a chuva passou e lá estávamos nós em frente ao bar do Pato novamente a ferver!! Dentre várias histórias que aconteceram nesses maravilhosos carnavais que passei com as minhas amigas em Guaratuba, abaixo vai uma para ilustrar e deixar esta história uma pouca mais excitante...

QUE TOPETE!!!

Por volta de nove horas da noite, eu já estava arrumadinha enquanto as outras ainda estavam terminando a massa corrida. Então, peguei o carro e fui dar uma voltinha pela orla... Havia muita gente, quase não dava para passar com o carro. Os bofes já meio colocados na cerveja e jogando espuma em todo mundo que passava, me deixavam a impressão que aquela noite só renderia alguma coisa depois da meia-noite. Resolvi voltar para casa... Ao voltar passando no trevinho mais congestionado, um lindo menino estava com uma mochila nas costas e nossos olhares se cruzaram... Eu sorri para ele, ele correspondeu sorrindo pra mim. Não perdi tempo e lhe ofereci um carona que prontamente ele aceitou. Conversamos um pouquinho e ele disse-me que estava procurando uns amigos e não sabia onde eles estavam. Nem dei muita bola porque eu havia ficado encantada por ele e com a minha mão passando sobre sua
calça jeans, senti um volume e imaginei que ali estava uma pica salão com mais de 4000 pessoas. Ai que vontade!Meu cu já ficou piscando! Parei com o carro em frente a casa em que ficávamos. Ele ficou meio sem graça em entrar pois haviam outras e aquela velha história de que tinha medo de travestis, apesar da grande maioria ser mesmo é de montadas e
todas do bem. Em menos de dez minutos o convenci a entrar. Antes pedi para elas sairem da sala um pouquinho para eu poder passar até o quarto. Chegamos ao quarto e deixei a luz acesa para minhas amigas observarem pelas frestas enormes nas paredes. Tirei sua roupa e o joguei na cama. Lentamente ía descendo e subindo na sua pica que realmente tinha mais
de 4000 pessoas. Engolia até onde podia, depois tirava da boca segurava-a bem na base para todas apreciarem o belo monumento de carne. Ele contorcia-se de prazer. Era realmente um prazer ver o seu prazer. Ele era muito bonito. Cabelos pretos com um topete na frente, sua pele bem clarinha contrastando com seus lábios bem vermelhos, até parecia
que usava batom, mas assim o era naturalmente. Chupava seu pauzão e pedia se ele estava gostando. Ele apenas balançava a cabeça confirmando que sim... Até então eu estava chupando-o sem camisinha ( não sigam meu exemplo, tive mais sorte que juízo, não em
relação a esse menino, mas às várias chupetas que fiz sem, ok?). Levantei-me e tirei a calcinha, fiquei com o vestido porque não queria que as amigas vissem minha neca de fora. Lambuzei meu buraquinho com lubrificante, coloquei uma camisinha no seu pau e deitei-me na cama ao seu lado, ficando de bruços. Ele veio por cima de mim e colocou aos pouquinhos,
mas eu berrava horrores pra deixar as amigas mais loucas. Gritava e gemia tanto que ele não aguentou muito e urrou também... Gozara rapidinho! Rapidamente coloquei a minha mão por baixo e me masturbei, nem precisei muito porque estava muito excitada e acabei melando todo o vestido e até a cama... Ele levantou, vestiu sua roupa e falou que iria procurar seus amigos. Disse que estava tudo bem... Passou pela sala e claro que foi elogiado pelas amigas que disseram pra ele voltar de novo, pois elas queriam dar pra ele também. Enrolei-me numa toalha e fui ao banheiro. Ao passar por elas, de alguem ouvi: - Tá meu bem! Pelo jeito a senhora nem vai mais sair hoje??? Mas eu saí e dei ainda mais... Mas, nenhuma ficou chateada comigo, afinal lá pelas tantas da madruga eu cheguei à casa com oito bofes maravilhosos do norte do Paraná e os reparti com elas... Só a Nani não quis... Mas, isso já é outra história que quem sabe eu conte outro dia...

O jipe era da Ju e fez muito sucesso nos carnavais de 96 e 97... A Ju dirigia, revezando com a Rudicreuza, enquanto as demais que não sabiam dirigir, íam sambando em cima do jipão, alvoroçando a galera, que adorava ir atrás pra ver as nossas calcinhas...  No carnaval de 98 com a nova lei de trânsito, não pudemos mais desfilar no jipão, andávamos comportadinhas dentro dele... Era só estacionar o jipe em algum lugar e começar a bagunça... Já em 99, ficou chato, pois  estávamos sem o jipe, mas muitas pessoas que nos viam, diziam: - olha só as meninas do jipe!!! Também em 99, foi o último ano que nossa turminha se reuniu. Ficaram saudades, principalmente da Rudi, que infelizmente hoje já não está mais nesse plano.

Algumas das palavras que usei no relato são usadas somente pelos gays e afins... exemplo:

atendimento - a transa ( atender o bofe - transar com o rapaz )
bofe - homem, rapaz...
erês - boyzinhos
ferver - agitar, bagunçar, dançar...
mona - bicha, travesti, gay...
montada - travestida 


O GAROTÃO DE LONDRINA

Mais uma aventura em Balneário Camboriú pra variar, para curtir a passagem de ano de 2007 para 2008. Cheguei no dia 30 à tarde e fiquei em companhia de uns amigos de Curitiba, naquele mesmo lugar onde já havia passado bons e ruins 10 reveillons. O prédio do senhor argentino, com três pavimentos com várias kitchnetes que ficava pertinho da Barra Norte, a uma quadra do mar. Nesse lugar fizemos várias festas e conheci muita gente bacana nesses 11 reveillons que passei por lá, claro que fiquei também muitas vezes durante alguns carnavais e outros feriados naquele mesmo prédio, alternando somente de kitch. Ora ficava embaixo, ora em cima, mas a vizinhança sempre foi muito alegre e nos juntávamos para ir para à praia assistir os fogos, ou então à tarde para ir para a praia. Quando me refiro à vizinhança, era para algumas pessoas que estavam nas outras kitchs, que se não me engano eram 15 no total... Foi no reveillon de 1999 que todas as kitchs foram alugadas por um povo GLS... Bem são tantas histórias deste lugar que se eu fosse contar, faltaria espaço no site, rs...Hoje só vou contar o melhor do reveillon de 2008, o 11º e último que passei em Balneário Camboriú nas famosas kitchenetes, pois em 2009 e 2010 eu quebrei a sequência, passando em lugares diferentes... Foi realmente a última naquele prédio, pois o mesmo foi demolido no decorrer de 2008, já não existe mais aquele point de fervo, isso me faz lembrar de mais um lugar que também só vai ficar só na lembrança, a casa das 'meninas do Jipe' em Guaratuba, que também foi desmanchada, snif... Voltando ao dia 30 de dezembro de 2007, logo depois de ter chegado à cidade e ter arrumado as malas, tomei uma ducha e fui dar uma volta de carro pela Avenida dos Estados, hummm, ali também rolaram várias aventuras maravilhosas, algumas já contei pra vocês! Eu acho que era mais ou menos umas 22 horas e havia muita gente passando pelas proximidades do Supermercado Angeloni. Então aproveitei e fui procurar uma amiga que estava de aniversário e fazia questão que eu aparecesse por lá, diz ela que teria uma infinidade de bofes pra eu escolher, rs... Não encontrei o lugar, ela não atendia o celular, nem outra amiga que morava com ela, enfim, tive que voltar pra casa frustrada e sem bofes dos quais ela fizera tremenda propaganda. Mais tarde eu fui a uma boate GLS e encontrei a amiga que morava com ela. Aí expliquei o motivo de não ter aparecido na festa e disse que elas foram culpadas de certo modo, pois não atenderam seus respectivos celulares. Tudo resolvido, agora sim era hora de voltar à Avenida dos Estados e caçar alguma coisa naquela noite de calor insuportável do dia 30 de dezembro de 2007, aliás, àquelas alturas já era madrugada do dia 31. Encostei meu astra e segui à pé por um trechinho, até chegar nos velhos points de rodar bolsinha. Mas, eu não estava a fim de trabalhar, apenas queria um bofe bem gostoso pra me fazer gozar. Rodei, rodei um pouco por ali e nada, nada que me agradasse. Eu já estava quase desistindo, quando senti vontade de fazer xixi. Subi por uma das ruas que sobem para o Bairro das Nações, até que encontrei um terreno baldio com uma vegetação ótima que me esconderia para eu me abaixar e fazer xixi como uma mocinha, rs... Enquanto eu estava ali, alguém assoviou pra mim, procurei nos prédios ao redor e não consegui ver de onde vinha, mas continuei a fazer meu xixi, foi um orgasmo quando terminei, ufa! Quando saí vi um rapaz encostado numa das casas daquela rua, fumando um cigarro e com uma latinha de cerveja na mão... Disfarcei e fui conversar com ele, queria verificar se podia ser ele, quem iria acabar com meu fogo. Nem vou contar com que papo o abordei mas só sei que acertei na escolha. Era um rapaz de Londrina que estava com mais dois amigos naquela casa que era um mini sobrado. Ele saira porque estava quente demais para dormir e realmente estava terrivelmente quente e abafado. Conversamos um pouco e ele logo percebeu que eu era travesti e que estava louquinha por sexo. Tive a sorte de encontrar alguém que também ficou a fim... Entramos no portão, fechamos o mesmo que era somente de grades e ficamos na entrada do sobrado, que tinha uma escada que subia até a parte em que ele estava. Perguntei se não iríamos acordar os outros, de repente eles poderiam ser bacanas e participar da festa ou pelo contrário. Mas, esse que estava comigo ali já estava de bom tamanho. Aliás, que tamanho! Ele era alto, magro e tinha um belo pauzão. Primeiramente nos amassamos um pouco e já senti que ele estava no ponto, pois já estava roçando seu pau duro em mim... Como sempre carrego camisinha, foi fácil... Encapei sua pica e caí de boca. Mamei, mamei naquele pau que parece que foi ficando cada vez maior. Ele estava só com uma bermuda e de chinelos, tirou tudo e ficou peladão na escadinha da entrada. Vocês conseguem imaginar a cena? Um rapagão gostosão, levemente peludo, pelado, de pau duro e totalmente a minha disposição! Então ele sentou-se na escada e abriu as pernas, deixando seu pau livre, leve e solto, apesar de estar meio escuro, a visão foi ainda melhor, ohhhhhhhh, eu chupei mais um pouquinho... Em seguida ele falou baixinho que era pra eu sentar em cima do seu pau. Como não havia lubrificante, foi só no cuspe. Cuspi muito, para lubrificar aquilo tudo e ainda mais o meu rabo e comecei a sentar. Quando entrou tudo, apenas fiquei me equilibrando segurando em suas pernas e mordendo seu pau que estava pelo menos com a metade dentro de mim. Em pouquinhos minutos de muita ação, já estavámos pingando, o calor era demais, a adrenalina da situação ajudava também. Já pensou se chegasse alguém naquele instante? Eu pelo menos estava só sem calcinha, mas estava usando uma minissaia. Mas, a gente nem pensa numa hora dessas! Só quer o bem bom... Continuamos nossa transa na maior tranquilidade... Mas ocalor estava incomodando demais, então levantei e fui até o portão, não tinha ninguém passando, pelo menos estava mais fresco no sereno da madrugada. Me agarrei nas grades e empinei a bunda e chamei por ele, que disfarçadamente, olhando para os lados veio com seu pau armado... Ele veio por trás de mim, ajeitou a sua pica e socou gostoso. Nossos corpos suados ficavam escorregadios, mas isso não impedia que ele segurasse forte na minha cintura e mantivesse o entra e sai com precisão, eu apenas gemia baixinho e virava meu rosto para ele, que deliciosamente me beijava... Enquanto ele bombava, eu discretamente me masturbava, eu estava com uma minissaia preta, que discretamente ergui e pude me tocar. Alguns toques foram suficientes para eu gozar alucinadamente naquele lugar, naquele calor com o homem mais gostoso da praia, pelo menos naquele momento, rs... Ele continuou mais um pouco e também gozou. Tirei a camisinha, olhei e tudo estava na perfeita ordem. Ele vestiu a roupa e entrou em casa e trouxe toalhas de papel pra eu me limpar e tirar um pouco do suor que me iluminava inteira. Procurei minha calcinha que havia jogado por ali e me alinhei novamente... Sentamos um pouco e ficamos conversando sobre assuntos corriqueiros, enquanto isso ele tomava mais uma cerveja, eu como não bebo, aceitei um copo de água. Já era perto das 3 horas da madruga quando eu saí e ele foi tentar dormir, por sorte ninguém acordou e também, acho que ninguém nos viu. Desci um trecho de rua, até onde eu havia deixado o carro, peguei-o, liguei o som e fui dar uma voltinha pela beira mar. Parei nas proximidades de onde eu iria ficar, tirei minhas sandálias e fui andar no mar, sentindo a brisa fresca que começava a vir do mar naquele momento. Senti até arrepios, mas eu estava me sentindo super bem, aí fui pra casa dormir. Dormi muito bem... No outro dia teve a queima de fogos e a entrada de 2008. Outras aventuras ainda aconteceram nesses quatro dias que fiquei por lá, mas nada como essa do garotão de Londrina. Não vou esquecer da situação e principalmente dos seus beijos com sabor de cerveja.


SACANAGENS NO DARK ROOM

Você já ouviu falar em dark room? Traduzindo para o português: sala escura. É isso mesmo, muitas casas noturnas têm a sua salinha escura. Lá acontece de tudo, por isso mesmo, se você quiser se aventurar precisa saber como funciona. Geralmente em casas GLS, essas salinhas
são mais frequentadas pelos gays, muitos desses ficam a noite toda lá dentro dando uma de ceguinhos tropicando no escuro, mas o intuito é de sempre achar algum pau perdido e abocanhá-lo. Claro que também entram homens, mulheres, travestis e a sacanagem rola solta. É preciso também tomar muito cuidado, pois como é uma sala escura, você pode encostar numa parede gozada e dependendo do tumulto você pode sair melecado. Muitos que transam lá dentro não usam preservativos, por isso todo o cuidado é pouco... A "Elza" também frequenta o dark room! Isso quer dizer que muitas mãos bobas que apalpam lá dentro, na verdade querem é levar carteira, celular, relógios, etc... Se você for entrar na sala e a mesma
estiver muito lotada, saia, volte depois ou outra noite. Com a sala cheia, você não terá nada além de desgosto, pois haverá empurra-empurra, calor abafante, e o que você procura se encontrar, vai ser difícil desfrutar ali dentro.  Eu já frequentei muito o dark room e vi de tudo lá dentro, cansei também de ser atração, por isso escrevo a respeito, pois sei de cor e salteado o que acontece por lá! Então vamos a uma historinha, escolhi uma das muitas que aconteceram nos darks que já entrei... Afinal, você quer ler mais uma aventura da Sabrina, não é mesmo? Eu estava numa das mais badaladas boates da noite GLS curitibana, isso foi ainda em agosto de 2004... Estava circulando lá dentro quando avistei um cliente meu. Fiquei de longe observando-o pra ver se estava sozinho. Ele estava tomando um drink e com uma carinha de assustado. Fui ao seu encontro, quando ele me viu abriu um sorriso e me abraçou. Ficou feliz em me encontrar ali e ficamos conversando. Eu o chamava de Tom, um gaúcho lindo que conhecera há pouco tempo. Ele já havia ficado comigo em meu apartamento duas vezes, mas porque não de repente alimentar meu tesão em algum lugar por ali mesmo? Não seria um programa, seria apenas por tesão mesmo!!! Peguei-o pela mão e disse que iria levá-lo pra conhecer um lugarzinho especial. Ele sorriu e disse que confiava em mim. Adivinhe para onde eu o levei? Isso mesmo, para o dark room! Por sorte, estava quase vazio, então pude desfrutar do meu gatão como eu quis. Ele me beijou com tesão e esfregava-se em mim, já sentia que seu pauzão estava duríssimo. Abri o zíper de sua calça jeans sexy e peguei naquela tora de carne quente. Ele me perguntou se não havia problemas em fazer sexo por ali, disse que ficasse tranquilo, pois ali tudo o que podia acontecer, era de algum pentelho vir querer participar. Mas, nós dois só queríamos um ao outro, portanto qualquer mão atrevida seria afastada imediatamente. Me agarrava por trás e eu virava meu rosto para ele que sugava minha língua... Seu corpo esfregando no meu era o mais puro tesão que apenas latejava no meu pau preso a minha calcinha e eu sem poder tocá-lo, pois o Tom, me queria só passiva e não gostava que eu me masturbasse, já havia sentido isso na pele, nas duas vezes em que ele estivera no meu apartamento e eu não pude gozar com ele, rs... Tirei da minha bolsa uma camisinha e coloquei na sua pica, suas calças já estavam arriadas e eu começava a chupar com gosto a sua picona. Ele gemia alto, esquecendo que estávamos num dark room! Seus gemidos atraíram alguns curiosos, mas que eu não deixei que viessem compartilhar do meu bofão! A minha calcinha prendia meu pau, mas puxadinha de lado deixava a solt meu buraquinho que depois de ser lambuzado com um pouquinho de lubrificante foi totalmente preenchido pelo seu pauzão... Aí, foi a minha vez de gemer, e eu fui bem escandalosa. Meus gritinhos e gemidos também atraíam curiosos que vinham direto para meus peitos e queriam passar a mão na minha pica, talvez algum pensasse que eu era uma putinha amapô ( mulher ) querendo festa. Mas eu berrava e dizia que eu estava ocupadíssima com meu marido e só ele eu queria, rs... Quando entramos o dark estava quase vazio, mas nesse instante já estava com gente demais para o meu gosto. Ficávamos mudando de lugar, visto que alguns incômodos eram além do suportável. Ora próximo à entrada, ora mais ao fundo, eu ía e voltava grudada nele!...Nesse frenesi do sexo às pressas e desajeitado, eu me agarrava à cortina que sempre alguém fazia questão de abrir para ver o que acontecia... Eu nem ligava, mas ele estava excitadíssimo com a situação inusitada... Seu pau nem sempre permanecia duro, quando alguém incomodava muito, ele ameaçava amolecer, mas com minha astúcia eu dava um jeitinho de deixá-lo atento de novo! Bom era saber que ele estava adorando tudo aquilo, apesar dos pesares... Eu mordiscava sua pica com meu cuzinho, aquilo era o melhor incentivo para seu pau ficar duríssimo de novo! Mordia , apertava e ele delirava e voltava a posição que mais me agradava... Meu gato estava suado, mas não largava de sua fêmea ou melhor não parava de copular,rs... Chegou um momento em que ele mordendo minha orelha perguntou-me se ele podia gozar! Falei que sim e aí ele berrou mesmo, mas agora já não importava o assédio do povo lá de dentro, ele gozara e eu também, claro que discretamente, mas com muito prazer. Assim eu levei o Tom para o escuro, abaixei sua calça, chupei seu pau e dei meu rabinho pra ele... Sei que ele jamais esquecerá essa transa... Pra mim foi mais uma loucura domesticada... Mas, domesticada ou não, o que valeu foi estar com ele... Quero-o de novo! Nem que seja no quarto escuro... No banco do carro ou atrás de um muro qualquer... E então, gostou da aventura??? Eu citei: banco do carro, atrás do muro,rs... Aguarde novas aventuras!



Entre acima na Coluna ao lado: ''Mais Aventuras'' e continue lendo "As Aventuras de Sabrina" . Boa diversão...

Site Map