Cartão de Visitas Meu Diário Fantasias Acompanhante Top Relatos
Dúvidas leitor
Galeria Fotos
Ensaio Fotos 2
Relatos Quentes
Relatos Inéditos
Página privada
Aventuras de
Mais Aventuras
Para descontrair
Fotos Fetiche
Ensaios Passados
Livro de visitas
Agenda Eventos
Relatos Apimentados
Caras e bocas
Foto Preferida
DSTs/Sexo Seguro
Slides Strip
TOP MÚSICAS
CLIENTE VIP
Drikka Transex
Travesti Curitiba
Drikka Travesti
Novo Ensaio Pe
Se você chegou aqui primeiro, saiba que aqui está a continuação de Aventuras Quentes onde estão outras Aventuras de Sabrina, com histórias cheias de emoção, comédia, perigo e tesão. Aconselho você a ler primeiro as histórias daquela coluna, inclusive o cabeçário! Divirta-se!


20) DIÁRIO DE UM CARNAVAL

Sexta-feira, 04 de fevereiro de 2005

Cheguei à tarde em Balneário Camboriú... A cidade ainda estava calma, apesar de não haver "aquele carnaval" por lá, a cidade lota!!! Arrumei minhas coisas, dei umas voltinhas de carro pela orla, fiz uma visitinha básica às amiguinhas de lá, como Helô, Ana Paula e outras... Por sorte todas estavam na casa de Helô combinando detalhes para o desfile de carnaval que aconteceria no domingo à noite em Itajaí...Fiquei um tempinho ali e claro já fui intimada a participar ou melhor, ir vê-las desfilar, eu aceitei... Saí de lá por volta das 20 horas e fui
depressa para casa pois receberia uma visita... Minha visita chegou e foi minha primeira transa de carnaval... Eu já o conhecia da minha última viagem ... Ele é um fã e me escrevia sempre e acabamos nos conhecendo por ocasião do reveillon, onde já havia rolado uma transa
bem gostosa ... Como ele havia gostado, não via a hora de me ver de novo! Desse encontro só vou dizer que ele é um gauchinho muito safadinho e adorei brincar com ele, frente e verso. Aproveitei pois eu ainda estava sozinha na kitch, meus amigos só chegaram depois da meia-noite... Depois que eles chegaram, conversamos mas eu precisava 'trabalhar', então fui à Avenida dos Estados, dar um rolê na pista... Coloquei minhas orelhinhas de gatinha, meu vestidinho transparente, minha sandália vermelha e estava toda pintosa, com direito a elogios e buzinadas a vontade...Me chamavam de Minie, claro
que alguns tinham que me chamar de Mickey, normal, fazia parte do show!!! Enquanto eu caminhava, um argentino super lindinho me abordou eperguntou-me: - Mulher ou travesti? ... Disse-lhe que eu era travesti...  Ele apenas sorriu e afastou-se... Eu saí para um programinha básico, nada demais e voltei uma hora depois...  Quando voltei esse menino argentino estava com um amigo me esperando e no que cheguei no ponto, foram rapidamente falar comigo.
Conversamos um pouco, acertamos um cachê e eu fui ao apartamento onde os dois estavam hospedados...  Os dois eram simplesmente tudo de bom... Eram superbonitos, os dois da
minha altura ( com meu saltinho vermelho: 1,80 m...), um loiro, o outro moreno... Subi e entrei no apartamento com o loiro. Isso mesmo, não foi uma festinha a três como eu a princípio achei que iria rolar... O moreno aguardou na portaria do prédio, enquanto eu fiquei com o loiro no apartamento. Lá dentro sentei em sua cama enquanto ele foi ao banheiro... Veio já sem roupa
com seu pau ainda meio adormecido... Ele me abraçou. Senti que ele tremia. Suas mãos seguraram meu rosto e ele deu-me um beijo na boca que me deixou de pernas bambas... Ficamos assim de beijinhos e carinhos, até que ele agachou-se em minha frente e beijou minha calcinha... Quer dizer, o volume na minha calcinha pois eu estava excitadíssima... Então, antes que ele começasse a me chupar, eu o joguei na cama, coloquei uma camisinha no seu pau que cresceu na minha boca gulosa... Eu chupava sua deliciosa pica, passava minha língua entre suas pernas, nas suas bolas e ele delirava. Delirou ainda mais quando eu enfiei
devidamente encapada minha linguinha no seu cuzinho... Achei que ele iria desmaiar de tanto tesão... Só não desmaiou porque ele quis me chupar também... Eu mal tive tempo de por a camisinha ele já estava me devorando. Depois que ele matou sua curiosidade em chupar um pau, eu o fiz gozar. Enquanto eu beijava sua boca, agarrando firme seu pau, eu o masturbei até que vi sua pica esguichando porra pra todo o lado... Mandou eu ficar bem quietinha. Quer dizer não comentar com o outro sobre o que havia rolado, ou então, que eu tinha sido apenas passiva, para bom entendedor... Eu concordei. Depois de limpar-se e vestir-se ele saiu e em seguida entrou o moreno. Que moreno lindo!!! Ele falou seu nome, mas vou omitir... Pra vocês que estão lendo isso, é o que menos importa, não é mesmo??? Gente, mas o que aconteceu foi quase a mesma coisa que havia rolado com o outro. Um beijo ardente, minha mão no seu pau e a dele no meu. Muitos beijos calientes e bocas gulosas chupando paus... O que diferenciou foi que ele queria a toda hora comer minha "cola", quer dizer meu rabo...Era até engraçado ele ficar dizendo: - La cola, la cola, quiero la cola, coisas assim!!! Diante de tanta insistência, eu fui obrigada a ficar coladinha nele, rs! Sentei em cima e rebolei gostoso, com direito a ficar com meu dedinho na sua colinha...Lá dentro!!! Com o moreno, nosso encontro foi mais demorado... Brincamos mais e eu quase me apaixonei por ele. Uau!!! Fazia tempo que eu não brincava com argentinos e de cara, dose dupla de gostosões!!! Claro que degustada uma de cada vez!!! Me despedi dos meninos e voltei à rua toda feliz. Detalhe: eu não havia gozado. Portanto, precisava gozar!!!! Gozar... Gozar... Gozar... Continuei rodando até que parou um carro com um lindo bofe dentro!Um gordinho sexy... Todo dengoso pediu se eu queria dar minha bundinha pra ele. Eu gostei do seu jeitinho de me abordar. Cheguei pertinho dele e mordi de leve seu narizinho... Importante: Não é de bom tom parar para um travesti na rua e deixá-la  morder seu nariz... Não vá pensar que todas por aí são como eu, rs... Cuidado!!! Todo o cuidado nas ruas é pouco, mais tarde na continuação das minhas aventuras vocês lerão fatos desagradáveis que acontecem nas ruas, infelizmente!!! Mas, voltando ao gatinho manhoso. Eu entrei em seu carro, chupei seu pau. Ele me masturbou e me comeu bem gostoso, sabe como? Eu sentei em seu colo, encaixei seu pau no meu cuzinho e fiquei subindo e descendo... Enquanto eu subia e descia, sua mãozinha fazia o mesmo no
meu pauzinho, que ficou com raiva e cuspiu na mão dele!!! Depois de tudo fui dormir. Já passava das 05 horas da manhã e felizmente estava saciada!!!

Sábado de carnaval, 05 de fevereiro

Acordei já era quase uma hora da tarde... O tempo estava nublado, então não me preocupei em ir à praia... Fui almoçar, voltei pra casa e fui dormir de novo!!! à noite eu fiquei conversando com meus amigos com quem eu estava dividindo o apartamento. Ficamos dançando e baguçando até mais ou menos meia-noite e meia. Depois eles iriam para a boate e eu rodar pelas ruas de novo!!! Havia um trio elétrico na pracinha central da Avenida Atlântica em Balneário Camboriú, mas ninguém queria ir até lá e sozinha não seria legal pra mim, achei eu, rs... Então fui à pista... Cheguei numa das esquinas dos diversos pontos onde ficam travestis e mulheres. Eu estava sozinha, até que chegaram outras duas... Uma era uma travesti, com traços bonitos no rosto, só estava mal cuidada, pois havia esteve presa durante um tempo e era totalmente dependente de drogas pesadas, infelizmente era o quadro da decandência... Seus traços bonitos eram ofuscados pela falta de dentes na boca e pelo mal cheiro que
exalava por dormir em becos... Nas costas ela carregava uma mochila, que devia ter de tudo ali dentro, até mesmo objetos perfurantes que ela usava para assaltos!!! É isso mesmo!!! Ninguém em sã consciência sairia com ela... Por isso seu objetivo era um só: roubar e roubar para conseguir dinheiro para sustentar seu vício!!!  A outra era um homem de peruca que se dizia ser travesti e estava ali porque os homens queriam mesmo era pau. Na opinião dela, não importava a cara da traveca... Essa realmente era uma figura, uma figura do horror...  Eu pensei comigo, onde vim parar? Nisso encostou um fusca azul, e a travesti com a mochila correu para o carro dizendo que era um cliente dela que veio buscá-la para dar uma carona...Boa no 171 ela, rs...  Demoraram um pouco lá dentro do carro e a outra monstrenga que estava no lado de fora, mas por perto,  foi até a janela do carro pelo lado do motorista... Ficaram um pouco ali e de repente as duas saíram correndo e o cara com o carro atrás, mas não deu em nada, elas fugiram entrando por um beco qualquer, que elas conheciam muito bem...  Eu fiquei estática, imaginei o que havia acontecido, mas não tinha certeza! Daí a pouco a mais feia voltou e disse que a desdentada havia ameaçado furar o rapaz com uma chave de fenda caso ele não lhe desse dinheiro... O rapaz foi lesado em 80 reais!!! Fiquei perplexa com aquilo tudo e saí dali. Peguei meu carro e fui rodar na Atlântica, mas aquela cena não saiu da minha cabeça. Enfim estragou minha noite, pois acabei indo dormir... Que sábado de carnaval hein??? Já tive melhores, rs...

Domingo de carnaval, 06 de fevereiro

Enfim, o sol... Coloquei meu biquini e fui à Praia dos amores... Estava lotadíssima... Já eram quase três horas da tarde. Apenas estendi minha toalha num espaço que achei e estatelei-me ao sol... Enquanto eu estava na praia presenciei uma cena desagradável. Um casal discutiu e ele a agrediu com um capacete. Bateu com o capacete três vezes na cabeça da menina. Ela ficou desmaiada na praia com um monte de gente ao redor enquanto ele sumiu com sua moto... Foi uma cena de violência que não tem justificativa, independente do que estivesse ocorrendo entre eles... à noite fui conhecer o carnaval de Itajaí... Fui com um pessoal de Balneário que desfilou na "Escola Unidos da Loca", dentre elas minhas amigas que citei no início do texto... O mais interessante foi o que aconteceu nos bastidores ou seja na concentração. Fui amassada, beijada e bem fodida por quatro negros maravilhosos e bem-dotados que queriam relaxar antes da escola entrar na passarela. Oh! Como foi
bom... Voltando ao desfile afinal... Quem assistiu, teve o privilégio de ver a performance de Helô, Bárbara, Roberta, Sharon, Ana Paula, Lorena, Mirna, Damião e outros que arrasaram na passarela... Eu simplesmente adorei... No próximo ano também quero desfilar nessa
escola! Depois voltei à Balneário Camboriú e fui novamente dar uma voltinha pela
rua... Fiz bem. Encontrei outro argentino. Esse mais parecia brasileiro. Moreno jambo, corpão definido e uma bela pica que não dava mais vontade de largar...Eu o chupei, depois dei a bundinha pra ele, gozei bem gostoso enquanto ele me comeu e ao mesmo tempo me masturbou... Terminei a noite com um homem do interior de SC. Fomos ao meu local, pois eu novamente estava sozinha, pois meus amigos tinham ido à Floripa. Ele estava um pouco apreensivo pois fazia tempo que ele não saía com boneca e a sua última experiência havia sido em São Paulo... Chegamos e deitamos no sofá... Tiramos a roupa, colocamos camisinhas e
nos ajeitamos para um 69... Que gostoso! Eu o chupava e enfiava meu dedinho no seu cuzinho, ele rebolava gostoso e não via a hora que eu enfiasse algo maior ali... Ele fez o mesmo comigo... Separamos o sofá-cama e o coloquei deitadinho de barriga pra baixo com a bundinha bem empinada e o seu cuzinho fazendo biquinho chamando por um pau. Deitei em cima dele e fiquei roçando meus peitos nas suas costas e meu pau entre suas coxas... Ele delirou de tesão e pediu para que eu o penetrasse logo... Coloquei lubrificante e encostei a cabecinha do pau na entrada do seu cuzinho e fiquei ali brincando um pouquinho antes de entrar. Ele, lentamente foi comendo, comendo até que engoliu todo meu pau.. Ele gemia, rebolava e mordia minha fica num frenesi total...  De repente ele parou, pediu desculpas e foi ao banheiro. Ele não estava preparado e sentiu vontade de... Bem, vocês sabem o que quero dizer, não é??? Tudo bem... Daí a pouco ele voltou e foi então a minha vez de comer o seu pau. Sentei em cima dele e cavalguei gostoso. Quase gozei. Ele pediu pra que eu esperasse mais um pouquinho, pois ele queria sentar em cima de mim também...  Eu deitei de barriga pra cima e ele sentou. Ajeitou-se de modo que também pudesse cavalgar no meu pau... Enquanto ele fazia isso eu o masturbei forte. Ele gozou como nunca, afinal foi a primeira vez que
ele gozou dessa maneira... Já vi, que o deixei mal acostumado. Anotou meu telefone e disse que virá o mais rápido possível me ver em Curitiba... Que venha! Eu adorei aquele paizão!!!
Ele foi embora e eu fui dormir, pois já era quase 7 horas da manhã e sol já dava a cara.

Segunda-feira, 07 de fevereiro

Acordei quase às 2 horas da tarde... Levantei meio zonza, fui almoçar e depois fui à praia... Dessa vez fui à Praia de Atalaia em Itajaí... Deitei na minha toalha e até cochilei... Claro que um pouquinho de cada lado. Assim o bronze ficou por igual...  à noite fui para o "Navegay". Isso mesmo, toda a segunda-feira de carnaval acontece em Navegantes-SC, o tradicional navegay: os homens vestem-se de mulheres e vice-versa. Muita gente aproveita para soltar
literalmente a franga... A festa começa às 14 horas e vai até o início da madrugada. É uma festa!!!  Quando eu cheguei por volta das 10 horas da noite, ainda havia muita
gente, muito homem travestido e muitas monas trucadas... Encontrei por lá duas travestis de Blumenau e ficamos fervendo no meio da multidão em frente a um trio elétrico... As duas amigas eram puro gliter, fiquei brilhante também!!! Que diversão, cada figura travestida que vinha e me agarrava e o jeito era se deixar levar. Alguns chegavam pra mim e ficavam na dúvida... Mas, a maioria sabia e vários brincavam comigo dizendo: essa aí é
profissional! Profissional no sentido de não estar apenas fantasiada. O que eu não gostei foi do tempo. Estava frio, ventando demais e ainda caía de vez em quando uma leve garoa...Mas, isso não impediu a diversão... Nem apagou meu fogo!!! Passava da meia-noite quando decidi voltar à Balneário. No caminho tinha uma longa fila para o ferryboat entre Navegantes e Itajaí. Fazer o quê? Fiquei na fila quietinha dentro do carro ouvindo música... Foi aí que observei num banquinho a poucos metros de mim, um rapaz sentado... Lindo, loiro de olhos azuis, típico da região... Ficamos uma meia hora apenas nos olhando e só. Ele mexia-se no banco, erguia a perna em cima, deixava a mostra o volume na sua calça jeans, mas não
passou disso. E eu, de repente fiquei uma menina tímida... Bem, todo mundo entrou no ferryboat e atravessamos até chegar em Itajaí. Mas, no meio de muita gente eu o perdi de vista e se ele estava me olhando também me perdeu... Enfim, nos perdemos! Cheguei em Balneário e descendo a Avenida dos Estados pertinho do Supermercado Angeloni, vi que aquela "travesti" desengonçada, mais horrível que os homens travestidos do Navegay... Estava na esquina. Estacionei meu carro e fiquei umas duas quadros abaixo...  Daí a pouco, passa ela correndo a toda, com os sapatos na mão e um cara correndo atrás... "Ela" estava seguindo o exemplo da outra e também estava assaltando. Eu pensei: mais uma noite daquelas... Infelizmente preciso comunicar urgentemente a Aprosvi, a associação que cuida dos profissionais do sexo do Vale do Itajaí. Como ficar na rua se esses tipinhos que nem são
travestis ficam aprontando? Infelizmente há travestis que também aprontam... Mas, Balneário Camboriú nos últimos tempos estava super tranquila, depois de um período tenebroso. Então era preciso acabar com essas ladronas, que se travestiam apenas para roubar. Uma meia hora depois voltou o homem que estava correndo atrás "dela" e me contou o que havia acontecido.  Eis a história segundo ele: ''ele nunca havia saído com travesti. "Ela" o abordou e perguntou se
ele queria uma chupetinha!O valor que "ela" cobrava era de apenas 5 reais... O coitado na sua curiosidade aceitou. Deu os cinco reais a "ela" e foram a um terreno baldio ali pertinho. Quando chegaram lá, ele arrependeu-se do programa e quis voltar. Pudera, só louco mesmo pra sair com um tipinho horroroso como aquele. Imagine só quando a viu sem
roupa???... Só que a "travestida", num surto de raiva, arrancou a carteira dele e pegou 50 reais que era tudo o que ele tinha, porque os 5 reais ele já havia pago a "ela". Foi então que rolou um barraco e os dois acabaram se atracando e rolando pelo chão. Na queda, ele cortou o lábio e machucou um dos dedos da mão esquerda. Enquanto ele estava no chão "ela" aproveitou para arrancar os sapatos e sair numa corrida fugindo com o dinheiro que havia roubado. Ele levantou e correu atrás "dela". "Ela" pulou um muro e entrou num lugar qualquer e ele "a" perdeu de vista..." Enquanto ele contava a história pra mim, o mesmo tremia e ainda
sangrava no lábio... Foi então que o aconselhei a chamar a polícia. Ele disse que não poderia. Tinha medo de ficar preso e seus familiares ficariam sabendo da sua aventura, que aventura hein??? Aproveitei e disse que a curiosidade dele havia matado o gato. Onde já se viu sair com uma coisa medonha daquelas! Ele justificou apenas a curiosidade e também a sua ingenuidade. Havia chegado do interior há poucos dias e sempre tivera uma vontade de estar com um travesti.  Disse para que ele fosse pra casa, se acalmasse e dissesse que havia sido assaltado. De qualquer forma ele o fora. Ainda pedi pra que tivesse mais cuidado, porque infelizmente a sua primeira experiência foi traumatizante...  Falei a ele: - não esqueça daquele
ditado: "O barato sai caro"...  Também que não generalizasse, porque nem todas são bandidas! Nisso ele me abraçou... Gente, eu não sabia o que fazer, nem mais o que dizer...
De qualquer forma minha noite também acabara... Mas, ele desculpou-se por ter enchido a minha paciência e afastou-se chorando... Em Balneário Camboriú mais abaixo na Avenida dos Estados, ficam travestis que são legais, eu conheço várias e delas nunca soube de "beijos" ou "suadouros"... Não quero dizer que não existam outras por lá que aprontem, como essas duas que tive a infelicidade de conhecer nesse carnaval! Realmente não dá para admitir essas coisas horríveis que vão pra rua travestidas e ainda por cima roubam, porque não ganharão dinheiro de outra forma.  Depois disso tudo só me restou ir pra cama dormir... Não fui exatamente
dormir, fiquei assistindo o desfile das escolas de samba do Rio pela tv! Era bem mais das 7 horas da manhã quando peguei no sono...

Terça-feira de carnaval, dia 08 de fevereiro...

Levantei mais ou menos ao meio-dia fui à Praia dos amores até umas quatro horas da tarde. Voltei pra casa, arrumei as malas e me mandei pra Florianópolis para encontrar com meus amigos que já estavam lá desde domingo, numa bela casa que um deles conseguira na Praia de Canasvieiras. Saí de Balneário às cinco e meia e cheguei em Canasvieiras por volta das oito da noite, tudo por causa dos congestionamentos, tão normal na bela ilha de Santa Catarina no verão... Imagine só no carnaval!!! à noite eu e meu amigo Clau, fomos ao centro de Floripa para participar da última noite de folia... O centro em frente ao Roma estava tomadíssimo. A grande maioria eram entendidos. Que legal! Aquilo era super divertido, homens de mãos dadas circulavam pelo meio do povo normalmente, que progresso!!! As músicas de carnaval, além das tradicionais, deram espaços para sucessos como I will survive e It´s raining men... Um luxo total!!! Um carnaval bem gay, rs... Por incrível que pareça em meu primeiro carnaval em Florianópolis, em 1993, o povo parodiava uma música de Daniela Mercury ... (a cor da
cidade) ... A nova música era assim: " O gay dessa cidade sou eu, o bofe dessa cidade é meu..." Taí Floripa sem preconceito, a cidade mais assumida do sul do Brasil''!!!
Claro que nem tudo são flores, ainda existe muita violência contra os homossexuais por lá, mas desistir, jamais!!! Depois de ferver um pouco por lá, acabamos indo novamente para Canasvieiras, onde a folia tinha terminado há pouco. Demos uma volta de carro perto da
beira do mar, mas não havia nada, só o silêncio da noite quebrado levemente pelo ruído das ondas quebrando na areia da praia... Só nos restou nos programar para o próximo ano e dormir. Fomos dormir para acordar cedo e encerrar nosso feriadão no sol da Praia da Galheta... Ah! E ainda pude curtir escondidinha por lá uma bela cobra... Não era cobra venenosa, era uma bem mansinha, mas enorme!!!Eu sempre premiada com essas coisas que fazem eu me sentir uma putinha safada.


21) PERDIDA EM ITAJAÍ

Quem conhece a Balneário Camboriú, Praia dos Amores, Praia Brava, Cabeçudas, vai visualizar a paisagem. Estas últimas três praias citadas já pertencem à Itajaí... Então, numa tarde à noitinha em pleno ensolarado e quente verão na temporada de 2002, eu saí com o carro e fiquei andando pela orla destas praias citadas...Quando cheguei à Cabeçudas, estacionei o carro onde achei uma vaga e fui andar na calçada entre a praia e a estrada, a estradinha estreita e cheia de curvas entre Cabeçudas e a cidade de Itajaí. Não fui exatamente até Itajaí porque é um bom trecho para se ir andando, fui somente até a Pedra do Papagaio. Ali sentei na pedra que avança no mar e fiquei admirando o anoitecer. Lindo, lindo, lindo!... Já devia ser umas nove horas da noite, mas ainda havia resquícios do dia que morria... Voltei ao local onde havia deixado o carro e ao invés de voltar para Balneário pelo caminho normal, eu segui pela estreita e curvilínea estrada beira-mar até Itajaí. Eu já havia estado na cidade, mas ainda me perdia, visto também que era noite escura... Depois de dar voltas e acabar sempre no mesmo lugar, decidi pedir informações. Chamei um rapaz que passava de bicicleta bem devagarinho. Ele se aproximou, olhou pra mim e deve ter pensado: uma loira só de biquini dentro do carro e ainda travesti, só podia estar querendo sexo. Conscientemente eu não estava, queria a informação. Não havia movimento naquele trecho da rua onde eu estava. Parei o carro bem no meio da rua e ele desceu do banco, ficando com os pés no asfalto... Olhou pra mim e disse: - É isso que você quer? Abriu o zíper de seu short e deixou cair seu pau, que era uma coisa imensa...  Eu fiquei arrepiada, desconversei, mas não conseguia desviar o olhar. Com o fôlego retomado encostei o carro, desci e fiquei encostada no mesmo enquanto conversamos... Um rapaz alto, bronzeadíssimo e com uma beleza exótica...Ele já devidamente recomposto, quer dizer, com a braguilha da bermuda fechada, mas com o volume imenso. Não me contive e passei a mão, fazendo caras e bocas e elogiando o tamanho do bicho. Ele me ensinou como fazer para voltar para Balneário, mas também convidou-me para ir até a sua casa. Ele era mecânico e estava voltando de uma volta pela praia. Falou que morava sozinho, não muito longe dali. Hum, que tentação! Depois de ficar um tempo indecisa, acabei seguindo-o... Era por sinal bem longe de onde eu o encontrara. Mas, enfim segui para ver no que iria dar. Chegamos. Ele ergueu uma porta de ferro e adentrei com o carro. Ali funcionava uma oficina de carros durante o dia... Já lá dentro, ele pegou uma escada de madeira, dessas que marceneiros usam, encostou-a e era o único acesso para o andar superior. Ai que medo, a escada parecia ser tão frágil... E se ela caísse? Como eu desceria delá depois? E se eu não conseguisse subi-la? Bobagem, daí a pouco eu já estava no chuveiro dele. Uma ducha e estávamos só nós dois loucos para entrar em ação!... Era legal ali em cima, apesar de ainda estar em construção, pois nem a escada de concreto estava pronta, ou sei lá que tipo de escada fariam ali. Seu quarto tinha um televisor, um guarda-roupa pequeno e um colchão no chão, além é claro de um ventilador. Ele deitou-se de barriga pra cima e me chamou. Fui e caí de boca naquela montanha de carne. Pra falar a verdade, a camisinha ficava pela metade do pau e eu só podia ficar com a boca na cabecinha, não cabia. Se eu forçasse, machucaria-o com os dentes, ou então poderia deslocar o maxilar. Ele pediu pra que eu me virasse pra ele, pois queria lamber meu rabo. E lambeu gostoso, meu rabo, minhas bolas e meu pau. Ahammmm, ele gostava da coisa... Estava muito bom aquilo tudo e eu já derretia de calor sem mesmo ter enfrentado a prova de fogo. Quando chegou a hora de enfiar no meu cuzinho, aí sim foi difícil. Ele tinha camisinhas de sobra, mas lubrificante nem pensar. O jeito foi salivar meu cuzinho que já estava molhadinho pela sua língua. Tentei cavalgar, pois seria omelhor jeito de dominar aquela fera. Aos pouquinhos o pau foi entrando. Minutos depois já estava todo dentro de mim. Eu não acreditava naquilo. Eu já estava pingando, mas levantando e subindo naquela tora...Então ele me posicionou de franguinho assado. Foi mais difícil, suei mais, mas daí a pouco o vai-e-vem estava ótimo. Só que, ele começou a me masturbar. Eu nem tive tempo de pedir para que ele parasse. Gozei instantaneamente. Aí sim eu vi estrelas. Ele bombava com força e eu já estava esfoladérrima. Perguntei se ele demoraria para gozar e ele disse que sim. Aguentei mais um pouquinho e depois de tanto implorar ele tirou aquela vara dura e imensa de dentro de mim. Me olhou e disse: - Poxa gatinha, achei que iria te comer a noite toda! Eu até desconversei e pus a culpa no gozo inicial. Mas, na verdade eu já estavasatisfeitíssima e queria ir embora, pois meu rabo não aguentaria mais aquilo. Fiquei brincando com ele, beijava sua boca, chupava seu pau, enfiava o dedo no seu cuzinho e tudo que o que podia eu tentava. Enfim, depois de muito suar e mostrar minha destreza fora penetração, eu consegui fazê-lo gozar. Pior mesmo foi descer a escada de madeira com as pernas bambas. Mas, ele era tudo de bom, segurou a escada para eu descer... Novamente me ensinou o caminho e eu voltei tranquilinha para casa, totalmente extasiada, arrombada e pensando na aventura maluca e deliciosa. Nunca mais me perdi em Itajaí, visto que nos anos seguintes eu curti muitos passeios por lá, sem claro ter repetido a dose, pois meu mecânico pauzudo mudou-se no ano seguinte...


22) O VAMPIRO DO CINEMA

Esta é mais uma daquelas histórias que vocês adoram ler, mais uma que ainda eu não era nem Sabrina. Pois foi logo que eu cheguei em Curitiba e não estava nem acreditando
nas possíbilidades todas que eu tinha de debutar na vida gay... Eu não parava mais em casa, de quinta à sábado, todas as noites eu caía em alguma boate e ainda pra variar aos domingos eu dava uma voltinha pelo Cine Gloria 2. Esse cinema nem existe mais, aliás pegou fogo em 1991, nossa, eu chorei tanto, rs, buááá... Aliás, esse cinema também dariam muitas histórias, mas lá eu era apenas aprendiz, diferentemente de outro onde eu fui rainha, rs... Mas foi dentro desse cinema que numa tarde de domingo eu estava afoita, pulando de banco em banco, no escurinho eu tentava avistar alguma coisa que tornasse meu domingo ainda mais feliz. Pois bem, tanto procurei que encontrei. Sentei ao lado de um moreno, um negão muito estiloso queestava com uma calça de moleton e um volume que fazia meu coração disparar. Fiquei ao lado dele como quem não quer nada, mas queria muito, se é que você me entende! Eu não tinha coragem de avançar, pois ele tinha uma cara de mal. Estava vendo a hora que eu iria acabar levando um não ou até quem sabe uma bofetada, se avançasse o sinal, rs... O tempo ia passando e o morenão sacou o que eu queria, pra me deixar ainda mais louca, ele mexia de vez em quando naquele volume. Ai que nervo! Acho que já haviam se passado umas duas horas, já havia assistido um filme e já estava no outro, afinal eram sessões duplas de filmes pornôs e pelo jeito logo o rapaz iria embora. Mas por incrível que pareça, foi ele que tomou a iniciativa e perguntou: - Tá a fim de chupar meu pau? Eu disse que sim é claro! Então ele se levantou e foi ao banheiro, eu fui rapidinho atrás dele. O banheiro dos homens estava lotado, lá a pegação já naquela época, era enorme... Mas, havia o banheiro das mulheres, lá estava sempre vazio pois dificilmente mulheres frequentavam o cinema. Ele entrou lá! Eu disfarçadamente também. Entramos num reservado e eu só queria chupar, chupar e chupar... O rapaz era lindo, no meu estilo de homem, tinha uma cara de mal mesmo e um pau grande que mal cabia na minha boca. Que presentão para aquele domingo! Me agachei e tentei abocanhar aquilo tudo, ele pegava na minha cabeça e forçava o pau na minha garganta. Eu babava, me afogava mas ele não deixava eu escapar. Então ainda falava: - Queria chupar, então chupa viadinho!... Ai que medo, mas eu continuava chupando! E depois de ter me judiado um pouco tentando enfiar aquela trolha na minha garganta, ele pediu se eu tinha camisinha! Ele queria me comer... Claro que eu tinha um monte por sinal. Prontamente coloquei uma no seu pau, virei de costas pra ele e fiquei esperando... Fiquei em pé e me encostei na parede, lubrifiquei meu rabinho, empinei levemente a bunda e pedi pra ele tivesse cuidado, pois seu pau era muito grande. Ele começou devagarinho, mas eu não estava conseguindo agasalhar aquele picão não... Tentamos mais um pouco e de repente a paciência do rapaz acabou. Ele me empurrou contra a parede, mordeu meu pescoço, minhas costas e enfiou tudo sem dó. Eu tentei gemer, gritar, qualquer coisa, mas não deu. Com uma das mãos ele tapava minha boca, com a outra segurava forte na minha cintura e socava forte dentro do meu buraquinho ainda inexperiente naqueles tempos. E eu só vi estrelas. Tudo não passou de uns dois ou três minutos, o que foi tempo suficiente para ele gozar. Saiu de mim e de dentro do reservado o mais depressa que pode e eu me agachei no cantinho do reservado toda amedrontada, desmontada e sem saber o que fazer... Que situação! Na minha cabeça eu fora violentada, rs... Hoje eu dou risadas, mas naquela tarde, foi horrível. A camisinha havia rompido... Imediatamente sentei no vaso sanitário e evacuei a porra que havia ficado dentro do meu rabo. Depois lavei com a água da descarga mesmo, como se aquilo fosse me proteger, caso o rapaz estivesse contaminado. Bem, eu realmente estava nua, crua, rasgada e mordida, pois as marcas do seus dentes ficaram bem marcadas na altura das minhas costas e região do pescoço por trás. Eu tinha levado o mordida, pois as marcas tinham pontinhos de sangue... Vi isso tudo pelo espelho do banheiro... Eu não sabia se ria ou se chorava, de qualquer maneira meu domingo havia acabado. Quando saí já estava escuro, passei numa farmácia e comprei uma pomada cicatrizante e fui pra casa com mais um detalhe que descobri mais tarde, meu cu havia sido rasgado, não a ponto de levar uns pontos, mas a ponto de me deixar de molho por alguns dias, de molho digo, sem poder dar o cuzinho, naquela época de descobertas, era difícil não querer sentir esse prazer todo dia... Esse moreno gostoso e animal virou um ótimo amante em anos seguintes. Agora já domesticado ele era só prazer, principalmente quando via ele me comendo na minha cama e eu podia ficar assistindo tudo pelo espelho. Ele realmente era melhor que qualquer negão de cinema pornô... Que corpão, que bundão subindo e descendo sobre mim... Nos vimos talvez umas cinco vezes e depois de de um longo tempo, o encontrei hoje, quando saí para a balada. Ele me viu ruiva e disse que agora poderíamos casar, eu estava perfeita. Cabelos ruivos, bundinha branca e com uma leve marquinha. Ele só sorriu e disse que eu nascera para ser puta, a sua puta...Repetimos a dose no banheiro da boate, sem mordidas e com muito tesão... Ele fisicamente continua o mesmo, não mudou nada, só realmente aprendeu a transar gostoso e só mordiscar, pelo menos quando esteve comigo. Ele tem um jeitão de selvagem que é só dele. Que boa recordação encontrá-lo, estou com o rabinho meio ardido, mas nem se compara com a primeira experiência! Já marcamos um encontro pra próxima semana! Êta amor de pica, que vai, volta e fica! Melhor: que vai volta e finca, só a pica... Esta história inicialmente foi escrita com o título de A Primeira Mordida, mas achei que o título atual tem mais a ver...


23) UM VERÃO INESQUECÍVEL

31 de dezembro de 2003... Acordei cedinho, as malas já estavam prontas, só as coloquei no carro e saí rumo à Balneário Camboriú. Antes das 11 da manhã eu já estava na cidade que estava uma muvuca só com tanta gente. Cheguei no local onde sempre ficava e já encontrei alguns amigos. Aí já começou o fervo, com música dance a todo volume, onde dançamos e curtimos o último dia daquele ano...Assim foi até até a virada em meio aos fogos que agitavam a praia lotada, apesar da chuva... Mais ou menos umas duas horas da madrugada eu caí na cama e só acordei no outro dia à tarde, efeito de uns goles de champagne... 1º de janeiro de 2004...O tempo não estava aquelas coisas, faltava o sol... Mas, não fiquei em casa, fui visitar minhas amigas de Balneário e aproveitei para fazer aquele tricozinho básico... à noite dei umas voltinhas de carro pela Atlântica, mas não rendeu nada. Acho que eu estava muito exigente... Fui para casa dormir. Nada como um dia após o outro. 02 de janeiro, o tempo já estava melhor e aos poucos foi saindo o sol... Fui à praia no comecinho da tarde. Que delícia, o sol banhava a praia e deixava o marzão bem azul... Não fiquei muito, porque já fico vermelha e como sou gata escaldada, sei como cor de camarão estraga as férias... Naquela noite, mais ou menos lá pelas 23 horas, eu não aguentava mais de vontade de agarrar uma pica. Fui à Avenida dos Estados dar uma voltinha básica e fiquei por lá andando como quem não quer nada quando encostou um carro e fui abordada por um belo bofe. Chegamos a um acordo para uma gulosa e saí com ele. Era um gaúcho lindo, grandão e com uma bela pica grossa. Ele nunca havia saído com travestis, me viu e achou que era a hora. Ele estava dando uma fugidinha da noiva e por isso queria apenas um boquete rápido... Ah que moleza, mas eu adoraria sentar naquele pau. Bem, dez minutos depois eu já estava na mesma quadra desfilando toda minha sensualidade novamente num belo rebolado... A noite parecia que iria render, já parou outro carro, dessa vez era um senhor que queria ir ao motel. Fomos então, pois ele queria fazer um 69. Mas, não ficamos só nisso, eu comi seu rabinho. E enquanto eu o comia ele se masturbou e gozou. Eu não gozei... No caminho de volta pensei comigo: será que eu não vou dar o meu rabinho? Três dias sem, já estava com teias de aranha,rs... Voltei à pista e fui recompensada. Passou um carro com dois gatos dentro. Um loiro, olhos azuis, lindíssimo ( devia ser de Blumenau ou Brusque - terras dos loiros assim, rs ) e outro moreno tão lindo quanto.Agora era a hora! Entrei no carro com eles e fomos a um lugar que eles conheciam numa rua ali pertinho, mas deserta. Enquanto um cuidava para ver se não aparecia alguém, eu chupava o outro. Não dei o rabinho não. Só chupei uma pica imensa que mal cabia na minha boca, era assim a pica daquele loiro, talvez o barman mais lindo da cidade. Depois foi a vez do moreno, mas, apenas comecei e ele achou melhor parar. Tudo bem, achei que ele não gostara da minha chupada, embora seu pau tenha ficado duríssimo e como era grande também... Hum, meu rabo só passou vontade...Enfim, coisas que acontecem. Eles se foram e eu fiquei a desfilar, claro depois de um pozinho no rosto e um retoque do batom. Continuava na caça de uma pica para meu cuzinho... Não se passaram dez minutos e o moreno estava de volta. Oh! Era ele mesmo, o que será que queria? Ele estava sozinho, deixou o amigo em casa e voltou, porque queria algo além de uma chupeta. Perguntou se eu tinha um lugar pra ficarmos mais a vontade. Fomos ao meu local, afinal eu estava sozinha. Agora sim, eu acho que iria dar o rabinho.Uh se dei, eu dei muuuuuuito. Suei na pica do moreno, mas também fiquei toda lambuzada, pois bati uma enquanto sua pica estava atolada no meu rabo. Depois que ele se foi, nem voltei mais à rua, pois estava totalmente satisfeita, com o cuzinho bem comido, rs...03 de janeiro. Outro dia lindo dia de sol. Aproveitei mais um pouquinho de praia, já estava ficando com uma boa marquinha, sem ficar tostada! Naquela noite saí com meus amigos de Curitiba que também estavam no mesmo local, claro que em outros apartamentos, no prédio do senhor argentino com várias kitches... Fomos à uma pizzaria... Ficamos uma hora pelo menos na fila, depois nos divertimos muito, comendo e fervendo no rodízio de pizzas. Acho que eu comi uns 7 pedaços. Já era quase meia-noite quando saímos. Mas, a noite ainda prometia novas emoções. Fui à Praia de Cabeçudas com duas amigas de Balneário para encontrar amigos delas. Eram todos argentinos e queriam ferver numa das boates GLS de Balneário. Uma t-girl e dois gatos. Fomos todos à boate, que fervo fizemos dentro do meu carro... Para agradar los hermanos, o som dentro do meu astra a todo volume com: la Cumpartista Dance e Ritmo de la noche... Chegamos à London, um dos points GLS mais famosos da ocasião... Dancei um pouco e achei que era bem melhor voltar à rua em que estava na noite anterior. De repente aquele loiro poderia voltar e desta vez me comer, hummm... Fui até minha kitch, retoquei a maquiagem e fiz o principal: a chuca, imagine depois de toda aquela pizza, era melhor garantir... Peguei o carro e dei uma voltinha pela orla, antes de ir a minha rua favorita. Fui parada numa blitz. O policial chegou e disse que eu estava com luz baixa, me desculpei, já deixei ele ver meus documentos e claro fiz um charminho. Documentos todos ok, mas o policial quis saber o meu nome, visto que ele percebera que eu era travesti e o meu nome não devia ser aquele da carteira de motorista. Lógico, não é meu bem??? Falei pra ele: - meu nome é Sabrina...! Ele perguntou onde eu estava? Disse a ele que estava pertinho dali. O papo ficou mais interessante pois ele queria me fazer uma visita. Falei que tudo bem, ele saíria às 7 da manhã e eu estaria esperando por ele, bastava ele ligar para meu celular... Mas 7 horas da manhã ainda estava longe, eram apenas umas 2 e meia... Saí da blitz, subi o morro rumo à Praia dos amores e fui dar uma voltinha por lá! Que bom! Acabei encontrando um menino que fica sempre me paquerando quando estou tomando sol à tarde. Ele estava no seu carro e me reconheceu. Buzinou, acenou pra mim e parei para conversar com ele. Daí a pouco já estávamos na minha kitch. Que delícia meu gatinho gaúcho agora estava me comendo. Ele disse que já havia batidos muitas punhetas vendo minha bunda enorme... Sim, quando fico deitada de barriga pra baixo tomando sol... Me comeu gostoso, gozou e foi embora. Fechei a porta e ouvi alguém me chamar: - Sabrina, Sabrina! Fui ver rapidinho, antes que acordasse todo mundo. Era meu gauchinho, queria uma ajuda, seu carro não pegava, rs... Lá fui eu, em cima de saltinho básico empurrar o carro do meu amiguinho. Não foi difícil, logo pegou no tranco e ele se foi rindo e dizendo que nos encontraríamos novamente qualquer hora. Lá pelas quatro da manhã eu chegava à rua, lá no meu point,rs... Cheguei, me encostei na parede e fiquei a espera de um possível cliente. Aliás, não demorou muito para encostar um carro, era um velho conhecido, já havia saído com ele em outras temporadas. Fomos ao motel. Ele é um homem grandão, que adora comer cuzinho de travesti. Seu tesão é comer e ver a gente gozar. Ficamos transando e namorando um pouquinho quando de repente ele olhou no relógio e disse: - Poxa, já são quase seis horas, o dia está amanhecendo, vamos nessa! Ele me levou pra casa e aí só me restava dormir, mas eu estava ainda tão acesa! Arrumei um lanchinho e estava comendo e imaginando tudo o que tinha acontecido na noite que acabara. Nisso tocou o celular. Era o policial da blitz! Estava na frente do prédio! Abri a porta e fui atendê-lo! Que delícia, um policial fardado, estava ali para tomar um cafezinho comigo! O café ficou pra depois, pois já passava das 7 da manhã, então eu fiz uma gulosa pra ele. Todo fardado, ficou em pé, eu me ajoelhei na sua frente, ele abriu o zíper e tirou seu pau pra fora. Alisei um pouco, já estava duro. Coloquei uma camisinha e chupei a pica do policial. Ele perguntou com jeitinho se poderia enfiar no meu cuzinho! Falei que sim e me encostei na parede com as pernas abertas. Falei: - Venha policial, faça a batida! Ele veio, colocou sua pica na portinha do meu rabinho, enquanto isso eu fui rebolando e engolindo aos pouquinhos. Ele segurou na minha cintura e deu umas três ou quatro estocadas e berrou que estava gozando! Vestiu-se rapidinho, disse que me ligaria outra hora e se foi... Não sei se alguém viu, mas bobagem, que aventura deliciosa! Oito horas da manhã e eu fui tirar uma soneca! 04 de janeiro... É claro que eu conto o dia só depois que acordo, pois na madrugada desse dia eu estava aprontando tudo o que vocês já leram, rs... Levantei depois das duas tarde. Normal, não é? Fiz um lanchinho e fui à Praia! Lá estavam algumas amigas e me juntei a elas. Sempre que estamos por ali, alguns rapazes ficam nos observando de longe. Ficam sentadinhos e quando percebem que a gente está olhando pra eles, passam a mão na sunga e fazem toda aquela sessão que vocês já sabem! Nessa tarde, um em especial me chamou a atenção. Fui à banquinha ali pertinho pegar uma garrafinha de água e ao passar por ele, vi que tinha lindos olhos verdes, ficavam ainda mais contrastando com a sua pele morena e bronzeada... Mas, não foram seus olhos verdes que me deram um friozinho na barriga, claro, ajudou!  Sentado na areia, olhando pra mim e por baixo de uma das pernas da sua bermuda, a cabeça do seu pau saía e dizia oi. O que era aquilo, uma terceira perna? Fiquei incomodada e não consegui mais ficar ali na areia... Dei um tchauzinho às amigas e fui em direção ao meu carro. O rapaz estava de bicicleta. Quando percebeu que eu estava colocando meus apetrechos no carro para ir embora, ele pegou sua biclicleta e passou a toda velocidade e desapareceu das minhas vistas. Imaginei que ele iria me esperar mais adiante. E não deu outra. Lá estava ele paradinho apenas me esperando. Segui pela praia e ele me acompanhando. Perguntei se ele podia me seguir até minha casa, pois não era muito longe! Ele topou. Finalzinho de tarde, havia um pouco de congestionamento na Avenida dos Estados, mas não demorei muito para me livrar. Ele sem me perder de vista com a sua bike...Chegamos ao meu apartamento e ele entrou com bicicleta e tudo. Sentou no sofá e já tirou sua bermuda, sua pica ficou balançando. Era uma pica comprida, não muito grossa, mas daquelas que vão lá no estômago! Pus uma camisinha e comecei a chupar. Ele já queria me comer. Não via a hora de enfiar aquela linguiça em mim. Fiquei de quatro e ele veio por trás. Não demorou muito e eu já sentia aquilo quase na minha garganta, rs... Deitei no chão e empinei a bunda, ele comia com força e muita vontade. Esfregando meu pau no piso acabei gozando. Enquanto gozava, contraí meu cuzinho e por sorte senti que ele também gozara. Foi fantástico! Disfarçadamente, fui rápida e tirei a camisinha, afinal minha chuca podia ter vencido, ou como diz uma amiga minha: ter dado retreta,rs... Que sorte, tudo estava ótimo! Meu gato de olhos verdes tomou uma duchinha, pegou sua bicicleta e saiu de mansinho... Nessa noite não saí, estava satisfeita,rs... 05 de janeiro... Fui com uma amiga de Balneário até Blumenau para ele pagar seu carro que estava no conserto. Voltei sozinha e aproveitei para ver o por do sol numa praia encostadinha em Itajaí... Sentei pertinho da casinha dos salva-vidas e fiquei apreciando a paisagem. Que bela paisagem! Uns cinco gatos, um mais tesão que o outro... Shortinho vermelho, camiseta regata amarela corpos ágeis e sarados. Como já estava anoitecendo, a praia já estava quase vazia... Passei pela casinha e um deles mexeu comigo. Eu parei e fiquei conversando. Conversa vai, conversa vem, dei o número do meu telefone e disse que eu queria uma festa com os cinco! Gulosa eu hein? Mas, o máximo que consegui dali foi quando um deles, apenas abaixou o calção e mostrou sua pica. Isso é que é malvadeza hein? Só acendeu meu tesão... O carro dos bombeiros passou e levou todo mundo e eu só podia agora ir pra casa e sair mais tarde... Mas um dos salva-vidas me deixou boquiaberta, ele era o homem pra casar, rs...Fui pra casa desanimada, fiz mais um lanche e por volta das dez da noite já estava na avenida.Essa noite trabalhei muito. Saí com dois homens de Curitiba, um de Porto Alegre e uns cinco da região, durante o período em que fiquei na rua, mais ou menos até 6 horas da manhã! Já deu pra ganhar todo o dinheiro que havia pago pela temporada na kitch. 06 de janeiro... Pra variar acordei tarde novamente. Fui à praia e aproveitei mais uma linda tarde de sol. Quando anoiteceu saí da Praia dos Amores e voltei à praia onde fiquei encantada com um dos salva-vidas na tarde anterior. Só que dos cinco da tarde anterior, devia ter apenas uns dois, e os outros não pareciam ser tão amistosos. Fiquei andando por lá, alguns homens jogavam futebol na areia. Sentei numa pedra e fiquei a pescar, sei lá o quê! Um rapaz meio tímido que me observava de longe, disfarçadamente ia chegando, chegando mais perto e deixando sua timidez de lado, pediu se eu podia mostrar os peitinhos pra ele. Entrei na onda das travestis que dizem: - só pagando eu mostro os peitos, cada um custa tanto, rs... Não é que ele topou.Disse que me dava 50 reais se eu deixasse ele lamber só um pouquinho. Já era quase noite, fomos atrás de uma pedra grande e eu cobrei primeiro, rs... Ele me deu o dinheiro, eu abri a parte de cima do biquini e deixei ele pegar meus peitos, que por sinal estavam lindos, afinal já tinham uma bela marquinha de sol... Como não havia ninguém por perto, disse que ele poderia se masturbar enquanto me lambia. Ele sorriu, tirou seu pau pra fora, começou a me lamber e gozou em seguida. Meio sem jeito, me agradeceu por realizar sua fantasia e saiu... Eu fiquei me arrumando, quando chegou um salva-vidas...Era aquele que havia me mostrado o pau na tarde anterior... Sorriu pra mim e me chamou de safadinha. Disse que sabia o que eu tinha feito. Aí eu fui mais putinha ainda, disse pra que ele chegasse mais perto e me mostrasse de novo seu pau! Ele perguntou se eu tinha camisinha. Abri minha bolsa e disse que era o que mais tinha, rs... Ele baixou um pouco seu shortinho juntamente com a sunga preta por baixo e pulou pra fora a sua pica bem dura...Coloquei uma camisinha no seu pau e comecei a chupá-lo. Que delícia chupar o pau de um salva-vidas na praia, schluuuup!!!. Mas, não durou muito minha alegria, um dos amigos passou e gritou: - Vamos cara! Ele vestiu-se rapidamente e saiu sem gozar, dizendo que nos veríamos outro dia! Fui pra casa e me arrumei pra mais uma noite de trabalho. Saí com dois gatinhos, um quis só uma chupeta, que fiz dentro de seu carro... O outro me convidou pra ir para o seu apartamento que era pertinho dali. Cheguei lá e subimos até o terceiro ou quarto andar e entramos na maior surdina pois ele tinha outros dois amigos que estavam dormindo. Fomos ao banheiro e lá dentro, chupei e dei gostoso para aquele menino taradinho.Perguntei que idade ele tinha! Ele falou: 23, mas parecia menos, rs...Quando estava saindo, estava chegando um outro que também morava ali, ou estava com eles! Era fim de feira mesmo e fiz dois pelo preço de um, rs...Voltei à rua e fiquei um tempão conversando com um segurança lindo que fazia seu trabalho de ronda. Ele é um gato, mas não curte sair com travestis pelo menos ainda não até aquela data... Acho que se ficasse mais uma semana por lá, acabaria convencendo-o. 07 de janeiro... Foi meu último dia, digamos que desse feriadão, pois voltei mais duas vezes naquele verão. Então quis curtir muito, afinal estava sendo a minha melhor temporada até então em Balneário Camboriú... Peguei sol à tarde, fui procurar o salva-vidas que me encantou ainda no dia 05 com o pretexto de dar tchau... Consegui encontrá-lo. Super legal, conversamos, ele era tudo de bom. Deixei meu número, caso ele aparecesse em Curitiba. Até hoje, acho que ele não veio, rs... Naquela noite trabalhei mais um pouco e fechei com chave de ouro, ou seria de cu, a minha estadia por ocasião do reveillon de 2004... Essas aventuras de verão foram pura curtição e tesão. Anotei tudinho na minha agenda, o que fiz, com quem saí, o que ganhei, o que aprontei, por isso essa história repleta de detalhes das situações maravilhosas, constrangedoras e também engraçadas, quando eu até poderia descrever uma a uma como nova da série das aventuras de Sabrina...Espero que vocês, meus caros leitores tenham gostado. Esse foi sem dúvida um dos melhores verões da minha vida!


24) UM GAÚCHO BEM-DOTADO

Esta história também aconteceu em Balneário Camboriú. Eu estava com uma amiga me fazendo companhia no carnaval do ano de 2004. Estávamos em casa e minha amiga que não estava muito bem, deitou-se cedo,  eu adorava fumar quando estava em Balneário e percebi que estava sem cigarros. Eu  Saí e fui num barzinho a duas
quadras de onde estávamos hospedadas naquelas kitches que sempre cito. Coloquei meu vestidinho rosa básico, um chinelinho mais básico ainda e fui. Ao atravessar a primeira quadra, na escuridão daquelas ruas percebi que havia um carro parado com as luzes internas acesas. Mas, o que me chamou a atenção foi que vi um cara lá dentro lá dentro. Sabe quando a tentação bate forte? Pois é, passei devagar, ele me viu e acenou pra mim, pedindo para que eu fosse conversar com ele, nossa eu devia estar com uma aura bem de puta. Eu fui, ao chegar na janela de seu carro, deparei-me com um moreno sexy que estava usando apenas um shortinho amarelo. Ele com um cigarro na boca e perdido em meio a muitos papéis que tentavaorganizar, perguntou-me o que eu estava fazendo por ali. Programa? Humm ele já catou que eu era trava, rs... Falei que não, eu estava indo comprar cigarros. Gentilmente ofereceu-me um dos seus que prontamente aceitei. Conversamos um pouquinho e enquanto ele beijava meus seios praticamente enfiados nas suas fuças, eu alisava o seu pau, que cresceu, cresceu e saiu pra fora do shortinho. Nossa! O que é isso? Eu falei vendo o tamanho do seu pau...Ele disse que podia ser todinho meu. Fiquei com uma coceirinha no rabinho e meu pau começou a latejar. Hummm que vontade! Disfarcei e disse que já voltava, pois o bar onde eu iria estava já baixando a porta de ferro... Pedi pra que ele me aguardasse eu voltaria rapidinho... Disse inclusive que quando eu voltasse queria vê-lo sem o shortinho e de pau bem duro! Que pedido hein?  Fui até bar, comprei uma carteira de cigarros, dois chicletes e por sorte o carro estava lá no mesmo lugarzinho. Voltei à janela do ladinho  dele, e qual foi minha surpresa? Ele estava todinho nu e com aquele pau imenso todo duro. Enquanto me olhava, alisava aquilo tudo e me olhava com uma cara de tarado. Pediu então para que eu entrasse e desse um beijinho no seu pau.  Atendendo o pedido dele, mais que depressa entrei no carro. Sentei-me ao seu lado e comecei a pegar e a ficar impressionada com o tamanho e a beleza da sua pica! Ele perguntou se havia um lugarzinho onde a gente pudesse ficar mais a vontade. Pensei em levá-lo pra casa, mas hesitei. Lá já estava minha amiga dormindo e ela não estava muito legal e de repente sei lá quem era a figura... Sugeri que ficássemos alí mesmo, pois a rua estava deserta, escura e passava somente um ou outro carro que nem nos via. Eu não largava seu pau e não via a hora de ter aquilo tudo na minha boca, claro que no cuzinho também, mas se não fosse possível, já estaria de bom tamanho apenas chupá-lo! Beije logo a minha pica disse ele já meio afoito! Mas, não caí de boca assim, rs... Já estava mais ajuizada, vocês lembram de histórias passadas não é? Então pedi se ele não tinha uma camisinha. Ele procurou no porta luvas, disse que sabia havia uma por lá. Realmente estava uma bagunça lá dentro e a gente com aquela vontade, que já achei não iria rolar, quando ele finalmente encontrou-a. Desenrolei a camisinha na sua vara e ela ficou um pouco abaixo da metade. Então me agachei e comecei a chupá-lo. Tentava colocar na boca o máximo que conseguia, enquanto isso ela dava bons tabefes na minha bunda, também afastava a calcinha e enfiava o dedinho no meu rabo. Chupava, salivava, aproveitava aquela saliva toda que eu fazia no seu pau e já ia lambuzando meu rabinho, pois a vontade de dar era grande, mas sabia que iria sofrer sem lubrificante, aquele que estou acostumada a usar... Inclusive até bom seria se tivesse a pomadinha mágica. Bem, eu estava chupando uma picona de um gaúcho de Porto Alegre, um representante comercial que estava apenas de passagem por ali e me encontrou. Delícia de gaúcho pauzudo.  Sem contar que era um gato meio bronzeado, cabelão castanho escuro cheio, jogadão meio de lado,sorriso lindo e uma carinha de safado. Eu queria sentar na sua vara, mas estava com um pouquinho de medo! Pode crer, eu estava com medo que a camisinha estourasse, enfim que me rasgasse também, porque ali estava uma pica de dar medo. Naturalmente devia ter uns 23 cms de comprimento e além de tudo muito grossa... O que fazer? Ele posicionou-se no banco pra que eu sentasse em cima dele. Mal cabia ele naquele espaço e eu toda sem jeito fiquei em posição de sentar-me. Ele me prendeu nos braços e foi cutucando devagarinho com aquela vara no meu cuzinho. Por sorte já estava lubrificadinho e o negócio começou a entrar. Então ele me puxou com tudo e entalou-me literalmente! Eu tentei gritar, mas minha voz não saía. Que dor!!! Ele agarrado aos meus peitos, apenas bombava-me com brutalidade, e eu não tinha pra onde fugir, pois estava presa no teto..Meu pau, naquela hora já havia até se recolhido e encolhido... Ele continuava metendo e dizendo que eu era um putinha que tinha levar muito pau no cuzinho e ainda fazia eu confirmar! Eu gemendo confirmava, mas gemia era de dor mesmo!!! Sei lá, acho que subconsciente mandava eu responder. O consciente estava contabilizando a dor, rs... Eu achei que iria perder os sentidos e, não estou exagerando. Não queiram estar numa situação dessas, é desconfortável, a dor domina tudo e você só quer é sair dali o mais rápido possível... O tesão passou... Por sorte, ele não demorou muito e gozou jatos fortíssimos dentro do meu cu... Eu estava travada, amortecida, só caí no banco ao lado e tirei a camisinha que por sorte ainda estava inteirinha e cheia de porra, por sorte só porra, rs... Ele ainda deu um belo tapão no meu rabo e perguntou se eu havia gostado! Eu toda torta e dolorida disse que estava pronta pra outra. Já pensou se ele também estivesse? Mas tudo bem, saí do carro, dei um beijinho nele, trocamos números de telefone e fui pra casa dormir... Corri ao banheiro e tomei uma duchinha, ao colocar a mangueirinha na entrada do meu buraquinho senti o estrago, ele estava com uma bela fissura, isso quer dizer que eu havia sido rasgada! Ohhh, eu odeio isso! Tentei dormir, mas a dor foi constante a ponto de ter que levantar e procurar uma fármacia onde comprei xilocaína e um comprimido analgésico. Voltei pra casa fiz mais uns banhos de assento com água bem morna e depois passei xilocaína. Com o comprimido em seguida pude dormir, mas fiquei usando a pomadinha durante os próximos quatro dias, pois não dava de fazer limpeza interna e muito menos transar sem antes dar uma anestesiada no local. Que coisa hein? Isso sim é que é tomar no cu!!!Mas, se estivéssemos numa cama, onde eu pudesse dominar a situação tudo poderia ter sido muito mais gostoso. Daquela trepada no carro, só o sabor da aventura mesmo! Porque de resto, como eu poderia ter prazer se até quando falava, eu sentia a fisgadinha no cuzinho! Esse gauchão violentou-me, sentiu prazer e o mais importante, não posso dar queixa do abuso, eu permiti, eu o induzi, eu fui a safada e como diz o ditado: "quem procura acha"...  Tome cuidado ao sair louca atrás de um pauzão! Mais vale muitos pauzinhos no cuzinho e você feliz, do que uma jebona que deixa de molho quase uma semana! Ainda bem que não existiram maiores complicações, o que também poderia ter acontecido, afinal poderia ter sido presa por atentado violento ao pudor se algum policial nos visse por exemplo, rs. Mas, olha que sinto saudade. Saudade daquele abuso concensual.


25) RODANDO BOLSINHA

Pra variar eu estava novamente em Balneário Camboriú... Esse seria mais um reveillon na bela cidade litorânea de Santa Catarina... Estava chegando o ano de 2006! Quando saí de Curitiba já passava das 20 horas, mas 22 e 30 eu já estava lá! Uma amiga foi de carona comigo, mas chegando lá foi-se para outro lugar... Cheguei na minha parada de sempre, nem desarrumei a mala e com um modelito básico chegara à rua... Rua da labuta... Meu lado bagaceira  falava mais alto e lá estava euzinha na esquina, com bolsinha e cigarrinho na boca! Como eu adorava ir para lá para rodar bolsinha e transar num mocozinho delicioso e discreto. Junto comigo, outras três, uma, minha lindíssima amiga argentina Marcella, as outras eram emergentes e eram da região mesmo! O movimento de carros era enorme, afinal a cidade já estava abraçando gente de tudo o que é lugar para o reveillon... Poucos paravam por ali. Os que paravam ainda achavam que éramos mulheres e não ficavam... Conversa vai, conversa vem, entrevistas, muito show dos bofes escrotos como: Oi João, José, Nelson, Rambo, é coca ou fanta? etc... E a noite passando... Minha amiga Marcella saiu com um bofe... As outras também se foram... Eu fiquei mais um pouquinho, não queria ir embora virgem! Fiz bem. Logo parou um carro. Me chamou e quando me aproximei já vi que era um cliente de outras temporadas. Combinamos um valor para uma chupeta e fomos ali por perto mesmo! Coloquei uma camisinha no seu pau e caí de boca... Ele segurou minha cabeça, me levantou e deu-me um beijo na boca! Pedi desculpas pelo cheiro do cigarro, mas disse ele que não importava e o que queria era ir para a cama comigo! Fomos então para o meu local! Eu estava sozinha na kitch, pagaria a hospedagem que era cara com o dinheirinho ganho na pista, rs... Chegamos, liguei o ventilador e nos jogamos no sofá, claro já peladinhos! Chupei seu pau com gosto, enquanto esfregava meu dedinho no seu rabinho... Ele delirava de tesão, mas o máximo que fizfoi passar o dedinho... Ele não curtia ser passivo, até já havíamos tentado uma outra vez, mas ele não gostou! Então eu fui a passiva! Lambuzei meu cuzinho, fiquei de quatro com a bundinha bem empinada e ele veio e enfiou tudinho. Seu pau não era grande, mas ele sabia foder e eu já estava louca de vontade de gozar! Ele metia no capricho. Segurava-me forte pela cintura apesar que eu deslizava para os lados no contato com as pernas dele.. O calor aumentava cada vez mais, sentia seus pingos de suor caírem sobre minhas costas, mas sua performance era invejável! Quando finalmente cansara, me chamou para perto dele e ficamos frente a frente,olhos nos olhos!!! Olhos nos olhos, foi apenas modo de dizer pois nossos olhos estavam fechados... Então boca a boca, língua com língua e muitos gemidos de prazer enquanto nos masturbávamos... Quase nos engolindo um ao outro, ele explodiu sua porra sobre minhas pernas, mas eu não gozei! Quando quis gozar anteriormente, segurei e naquela hora não consegui... E eu queria mesmo era gozar com seu pau dentro de mim!!! Mas meu gatinho tomou um banho e estava prontinho pra ir! E me levou junto... Deixou-me exatamente onde me pegara! E a noite continou... Bem estilo putinha, lá estava eu de novo na esquina, salto alto, bolsinha e fumando... Eu não estava satisfeita, eu queria era gozar! Nisso parou outro carro... Que legal, mais um cliente de outras temporadas! Já havia saído com ele três vezes, a primeira vez fora no motel, a segunda na rua mesmo e a terceira no meu local! Ele sorriu e disse: - Que bom te ver por aqui de novo menina! Vem cá, vem me fazer gozar! Entrei no seu carro e rodamos até achar um local aconchegante, pois ele queria dentro do carro mesmo! Percebi que isso já fazia parte do fetiche! A sensação de alguém nos pegar o excitava muito mais... Ele baixou a calça, eu coloquei uma camisinha enquanto ele dizia, venha chupar o pau do papai! Eu chupei o pauzão do papai enquanto ele colocou o dedinho no meu cuzinho... Meu cuzinho piscava de vontade, mas não seria desta vez, pois não havia condições para isso naquela hora! Então o paizão encheu a camisinha e suspirando aliviado me levou de volta ao point! As emergentes estavam por ali de novo... Uma ficou comigo, a outra preferiu ficar só e afastou umas quadras acima! E a noite enfim, estava terminando... No horizonte os primeiros clarões do dia já estavam colorindo as nuvens! E eu ainda não havia gozado! Dei mais umas voltinhas pela rua, descendo umas duas quadras, quando alguém me chamou... Fui ver quem estava me chamando. Atrás de um muro, tinha um rapaz... Ele pediu para que eu pulasse o muro pra ficar com ele! Falei que não poderia...Me afastei dali e ele me seguiu... Fomos então para um outro lugarzinho mais apropriado, um mocozinho, meu motel ao luar. Chegando lá, ele não queria ficar logo na entrada, onde fazíamos os atendimentos, queria entrar mais para dentro do mato! Eu disse que não entraria num matagal de jeito nenhum! Pedi pra que ele fosse com minha amiga que estava no ponto, ela entraria no meio do mato, mas ele não quis, queria era ficar comigo, havia gostado de mim, disse ele! Foi então que dei um ultimato: - Ou você fica aqui comigo, ou então se manda!!! Ele quietinho se abaixou e disse: - O que eu quero é dar pra você! - Você me come? Fiquei pasma, toda aquela cerimônia era por causa disso, rs... Mas disse que não precisaríamos ir lá no fundão do mato pra fazer isso, e então fizemos ali mesmo.  Achei que aquele gato de olhos verdes, corpo sarado, vinte e dois anos no máximo, queria me comer e eu iria finalmente gozar! Mas, rapidamente ele colocou uma camisinha no meu pau, agachou-se e me chupou. Como já começava a raiar o dia, ele não perdeu tempo. Ficou de quatro, lambuzou o cuzinho com cuspe e pediu pra que eu o penetrasse. Meu pau entrou na boa, ele já estava acostumado a levar naquele rabinho, estava bem espaçoso! Abracei-o e enquanto fazia o vai-e-vem o masturbei...Ele gemeu baixinho,  rebolou e eu o apressei  para que gozasse rápido pois aquela posição estava incômoda, sem contar o local começava a ficar iluminado! Ele também não gostaria que ninguém o visse sendo passivo, rs... Mas, tudo bem, ele gozou rapidinho, deu-me o presentinho e sumiu rapidamente! E eu? Acredite se quiser, fui embora dormir... O cansaço era tanto, que mesmo sem ter gozado, não estava tão louca, como em outras ocasiões! Deitei pensando na última transa, aquele belíssimo rapaz todo assustado e louquinho para dar o cuzinho... Seus olhos verdes tão brilhantes, sua boca vermelha tão bonita, seu corpo perfeito queimado pelo sol, sua boca ávida por um pau e com muito mais vontade estava seu cuzinho em meio a uns pelos loiros,que a alvorada desvendava! O que me deixava intrigada era o fato de que aquele gatinho era perfeito para acabar com meu tesão, mas o meu maior desejo, era o dele também. Ele enfim o realizou... Eu acabei deixando cair a ficha e adormeci... Nada como uma noite com um dia no meio não é mesmo? Pra mim, seria nada como um dia no meio da noite!!!!O  motel sereno funcionou ainda funcionou muito bem naqueles dias que ainda fiquei em Balneário Camboriú, mas não vou contar outras histórias porque ficariam repetitivas, mas pode crer que foi muito bom. Esta história foi escrita inicialmente com o título: agitando em Balneário Camboriú, mas este título ficou mais apropriado...  Afinal muitas de minhas aventuras de Sabrina foram de agitos por lá!!!



26) CORRA QUE É BABADO!

Vocês adoram ler minhas histórias não é mesmo? Principalmente aquelas em que passei por apuros, rs... Então vamos para mais aventuras, que podiam ser até da sessão Sabrina em Apuros, mas na primeira ainda não sou nem Sabrina e na segunda já sou Drikka, rs...
No carnaval de 1991  na Ilha do Mel, vivi outra história daquelas em que eu ainda não Sabrina, mas gostaria, rs... Eu e mais cinco amigos fomos para a ilha e resolvemos acampar. Nunca tinha feito isso. Foi a primeira e última vez pelo menos até agora. No meio do mato em "Encantadas" na Ilha do Mel armamos nossas barracas e curtimos quatro dias de carnaval com muito sol e nenhuma gota de chuva. Nossos banhos eram numa bica que ficava a uns 1000 metros do local, com direito à fila e banho de cuequinha estilo Big Brother. As necessidades fisiológicas eram feitas no meio do mato mesmo! Era só preciso ter cuidado onde se pisava, principalmente se fosse à noite. Mas tudo era festa e nas noites estreladas percorríamos aquelas trilhas em busca de sexo. Não era fácil, mas também não impossível! Numa das noites eu e mais um amigo resolvemos nos montar para ir a um forrozinho. Nossos apetrechos de montaria na ocasião eram coisas para carnaval mesmo! Peruquinhas de rafer, meias arrastão, shortinhos jeans e purpurina... Ainda não sabíamos acuenda a neca, então os shortinhos ficavam com recheio aparente mesmo. Camisetas regatas viravam mini blusas... Um lápis preto para realçar o olhar, um batonzinho vermelho, pancake e pó. Não cobria o xuxu ( chuchu - barba áspera que lembra o legume)... Pronto, estávamos produzidas, eu e mais um amigo, os outros não se montavam. A ilha é pequena, mas mesmo assim tinha dois forrozinhos funcionando por lá, escolhemos um e entramos. Uau, a gente parou tudo. O povo logo começou a rir e alguns bofes mais zuando vieram nos tirar para dançar. Olha, começou um fuzuê e daí a pouco sei que estávamos correndo atrás de nossas perucas. A diversão passou dos limites, alguns minutos depois eu e meu amigo saímos num trote com alguns correndo atrás de nós e não era pra dançar não, acho que iríamos apanhar. Ainda bem que estávamos de tênis, rs, pernas pra que te quero. Eu fui pra um lado, meu amigo pra outro. Segui por uma das várias trilhas que cortam a ilha e acabei chegando à beira mar do outro lado. Eu disse outro lado, pois o forró também era à beira-mar, mas então imagine que atravessei de costa à costa na correria, rs... Não sei chutar a extensão, mas também não é muita não.  Antes de descer à praia propriamente dita, num dos barrancos havia uma galerinha de sete rapazes sentados fumando um baseadinho. Cheguei até eles, com a produção já meio destruída, mas com a peruquinha de rafer prateada na cabeça, rs... Acho que de cara já cataram que eu era uma moninha e ofereceram uma bola, que eu recusei, mas conversa vai, conversa vem, não recusei cair de boca e chupar o pau de um por um. Imagine o fervo, sete rapazes juntos, já meio que tombados, mas eu tava chupando, bem ou mal. Daí a pouco um dos meninos disse: - Sujou pessoal! Olha a polícia! Realmente, logo recebi um fecho de luz de lanterna na cara. Dois policiais faziam ronda e queriam saber se estava rolando droga. Os rapazes disseram que não e ainda ofereceram a minha chupeta pra eles que agradeceram e saíram nos deixando numa boa, rs... Então a farra continuou. Dois dos rapazes quiseram me comer, baixaram meu shortinho, minha calcinha e começaram a esfregar um de cada vez a pica no meu rabo. Camisinha não tinha. Se eu levei para o forró, perdi com a minha bolsinha na correria. Ali portanto, ninguém tinha, por isso eu estava na chupeta só. Apesar da Aids na época já estar fazendo vítimas, o meu medo maior era de passar cheque. Ali na ilha não tínhamos como fazer a chuca, eu não conhecia ainda aquele frasco para situações eventuais e ainda sem camisinha, não tinha como. Apesar de sentir alguns cutucões, eu escapei de levar no rabo. Acho que fiz quase todos gozarem, alguns na minha boca e tudo ficou bem com bochecho com água salgada. Voltei então para nossas barracas. Ao chegar já encontrei os três amigos que ainda riam dos apuros pelos quais eu e meu amigo passamos no dito forró. Contei do que tinha feito e ficamos conversando, fazendo um lanche e essas coisas que se pode fazer num acampamento limitado. O outro que havia se montado, ainda não tinha aparecido, mas não havia por onde procurar, mas achamos que devia estar em alguma putaria, senão já estaria dormindo. Nós é que acabamos adormecendo. Mais tarde acordei com meu amigo chegando, ele era meu companheiro de barraca. Estava todo assustando e andando de pernas abertas. Disse que havia sido pego por uns cinco homens numa barraca. Alguns ou algum deles tinha o pau tão grande que seu cuzinho estava arrebentado. Uau, quis saber onde era essa barraca, rs... Mas, meu amigo me disse que não havia sido uma boa coisa não. Seu rabo estava sangrando, nos mostrou quando passou o papel higiênico. Ele não passou cheque em nenhum deles, mas tudo aconteceu sem camisinha, babado hein? De qualquer forma, eu adorei a aventura, por sorte saí com alguns arranhões, mas adorei aquele carnaval na Ilha do Mel. A outra história de arrepiar foi no carnaval de 2000 em Florianópolis... Aí eu já era até Drikka, mas meus amigos por lá só me chamavam de Sabrina, afinal eu como Sabrina aprontei poucas e boas em Floripa... Numa maravilhosa tarde de sol, me torrei na praia da Galheta em companhia de amigos de lá mesmo! Mas, já estava anoitecendo, quando eu resolvi dar umas voltinhas pelos carreiros para uma caçadinha básica... Peguei minha mochilinha e entrei no carreiro principal em direção à Praia Mole. Na subido do morro passei por um bofão que encarei e fui correspondida e pronto, o cuzinho piscou de vontade! Começamos a conversar e ele sugeriu que fóssemos a um local super tranquilo que ninguém nos atrapalharia. Louca de tesão pelo bofe, enxergando só com o olho do cu, o segui sem pestanejar. Ele tinha quase dois metros de altura, careca, sarado, bronzeado, estava apenas com uma bermuda vermelha, estava simplesmente sexy, o sonho de consumo de toda a mona! Seguia-o, imaginando que belo necão estava ali adormecido a minha espera para acordá-lo! Chegamos a uma clareira no meio do mato, bem em cima, no monte mais alto entre a Galheta e a Praia Mole. Mas, era um pouco mais para dentro da mata fechada. Quando chegamos, ainda havia sol... Então, estendi minha canga e ele quis por que quis que eu ficasse toda pelada. Fiquei de calcinha e tirei a parte de cima do biquini. Me ajoelhei na sua frente e ele abriu o zíper, mas não rolou uma cobra não! Era apenas uma minhoquinha que não subia por nada. Eu caí de boca, podia ser uma caixinha de surpresa, mas surpresa fiquei quando aquilo não endureceu.  Ele estava em pé, fechando toda a entrada da clareira, pelos lados, era impossível passar. Comecei a ficar amedrontada. O bofe não se excitava por nada e havia percebido a minha decepção. Então já começou a deixar bem claro que queria um presente: traduzindo, eu seria assaltada! Levantei-me e comecei a esfregar meu bundão nele, passando uma imagem de descontração, mas na minha cabeça eu já desenhava uma fuga, mas não sabia como. Agarrei minha mochilinha e fiz de conta que iria pegar uma camisinha, quando me joguei sobre ele e consegui sair correndo até a trilha em cima do monte! Ele gritou e tentou me agarrar, mas eu acho que o bronzeador e o suor haviam me deixando escorregadia, ele não obteve êxito! Saí louca à toda só no topless... Corri o suficiente para ver que ele não estava atrás me mim, me escondi e fiquei vigiando-o. Ele saiu calmamente e desceu o morro em direção à Praia Mole pelo lado de cima, ou pelo meio do mato. Eu já refeita do susto voltei, peguei minha canga, minha parte de cima do biquini e também fui em direção a Praia Mole, só que pela beira do mar...A essa altura já era noite, ainda não muito escura... Meu medo era de encontrá-lo mais a frente, mas andei só pelos caminhos onde haviam mais pessoas, mas por sorte não o vi mais! Ufa! Que sufoco! Voltei para o centrode Floripa, tomei uma ducha e fui ferver na frente do Roma. Estava animadíssima, mas nas pernas alguns vergões lembravam da fatídica aventura daquela tarde! Mas, apesar de tudo meu fogo estava a mil e fui em busca de novas aventuras naquela noite mesmo! Esta história eu escrevi originalmente com o título Histórias de Carnaval, mas preferi mudar pois tenho outra história que se chama Diário de um Carnaval!



27) SURFANDO QUALQUER ONDA


Esta história aconteceu no mês de janeiro de 2002... Estava em Curitiba em pleno domingo à tarde ensolaradíssimo e quente... Estive no litoral de Santa Catarina no reveillon, mas não podia ficar lá o verão todo, tinha que trabalhar... Ah, realmente numa tarde de domingo e ainda quente, não dá de ficar em casa, principalmente quando a gente conhece muito e muito bem uma praia e suas delícias, rs... Coloquei um vestidinho básico, uma sandália rasteirinha e saí dar uma voltinha à pé pelas redondezas, só mesmo pra sair de dentro de casa... As ruas estavam desertas, acho que todo mundo devia estar na praia. Saí pela Alferes Poli onde moro, subi a Sete de Setembro e dobrei à esquerda na Vinte Quatro de Maio. Quando estava mais ou menos no meio da quadra, encostou um carro e o motorista me chamou. Olhei, uau, um loirão enorme, saradão, bronzeadíssimo, com o corpo todo brilhante e ainda um sorriso lindo... Não vi seus olhos, pois estava com óculos e scuros que só aumentaram seu charme sensual. Pensei que ele gostaria de uma informação e me aproximei. Sorrindo todo encantador ele perguntou o que eu estava fazendo toda rebolativa pela rua. Falou que adorou o meu rebolado e parou apenas para me elogiar (?)... Fiquei um pouco sem graça, pois sou tão tímida assim em local público. É sério, dentro de quatro paredes, pinto e bordo, mas nas ruas, ainda mais com todo aquele sol e 16 horas da tarde. Bem, mas diante daquilo tudo, ainda um volume enorme dentro da sunga verde limão daquele deus grego, eu fiquei atentada. Ele me contou que estava voltando do litoral aqui do Paraná, onde foi surfar um pouco. Realmente havia uma prancha atravessada pelo carro na parte de dentro. Cheguei mais perto e quase com os peitos na sua cara, ele disse que queria dar uma lambidinha nos biquinhos dos meus peitos. Antes, olhei para os lados, não vi ninguém, nem nos prédios vizinhos, pois na maioria eram comerciais. Enfiei meus peitos na cara dele. Imediatamente ele tirou seu pauzão para fora e começou a se masturbar. Que pica enorme, linda, com uma cabeça rosa. Ele todo excitado meio ofegante disse: - estou com muito tesão, quer dar uma chupadinha no meu pau? Falei que morava na rua debaixo e poderíamos ir lá em casa. Mas, ele não poderia naquele momento, queria apenas um beijinho no pau, o que o faria gozar na hora e, outro dia faria uma visita no meu apartamento. Peguei uma camisinha na bolsa e coloquei no pau dele, tudo isso pelo lado de fora do lado em que ele estava dirigindo, pois não tinha espaço para eu entrar, por causa da prancha, rs... Claro, que olhando para os lados para ver se não tinha ninguém vindo ou vendo aquilo tudo. Nada só nós dois. Então me debrucei pra dentro do carro e chupei a pica dele um pouquinho. Ai que coceirinha no cuzinho. Mas, nem bem eu tirei a boca, ele tirou a camisinha e disse: - Olhe, gata, vou gozar, veja minha porra! E realmente jorrou leite sobre sua barriga bronzeadíssima. Oh! Eu fiquei surpresa, principalmente pela forma que tudo aquilo aconteceu. Ah, e aquele surfistão loiro seria maravilhoso me comendo na minha cama naquela tarde quentíssima, mas gostei da aventura. Ele anotou meu telefone e saiu. Aí, eu voltei pra casa, deitei e fiquei pensando naquilo tudo... Liguei a tv, coloquei um videozinho básico e dei asas a minha imaginação até que consegui diminuir aquela ansiedade toda, eu gozara... Enfim, passou o tesão, uau que onda!
Huuuummm, surfistas... Foi na Praia da Galheta em Floripa em meados da década de 90 que descobri, como surfistas eram deliciosos. Fiquei com muitos. Em alguns passeios que fiz por aquela praia tive muitas transas deliciosas. E, a melhor maneira de encontrá-los era fora das temporadas, tipo nos meses de abril e maio.  Se eu estivesse em Floripa e não estivesse chovendo, era só ir porque sabia que conheceria algum. Inclusive, tinha o maior tesão naqueles que usavam aquela roupa especial coladinha, p ara evitar hipotermia, eu acho, rs... O primeiro que conheci que usava aquele traje emborrachado até hoje me arranca suspiros. Eu ficava indo e vindo pela orla na faixa de areia e ele trepado sobre uma pedra enorme só de olho, como eu não sou muito atrevida, ficava me enrolando, rs... Enfim nosso encontro aconteceu no meio do mato abaixo daquela pedra que é uma das maiores da praia. Lembro que ele foi baixando aquele macacão e saltou uma pica enorme que bateu na minha cara... Eu tremi de emoção e tesão. Abocanhei aquilo tudo com muita tara. Depois dei o cuzinho pra ele. Ele me esfolou, pois foi só na base do cuspe, claro que com camisinha, mas na praia acaba sempre entrando um grãozinho de areia junto. Nunca conversamos, mas transei umas três vezes com ele, estas outras transas bem mais excitantes, pois eu já dava um jeitinho de levar lubrificante, rs... Bastava nos vermos que a transa acontecia só com gemidos e muito tesão sem uma palavra, rs... Atrás das ped ras, nos carreirinhos da praia, eu chupei muito surfista. Numa tarde, eu simplesmente devo ter atendido uns 8. Não ao mesmo tempo, mas lembro que eles fizeram fila para que eu os atendesse. Enquanto eu fiquei atrás de uma pedra, os outros ficaram com suas pranchas e disfarçavam o que iria acontecer. Como eram amigos, ficaram satisfeitos apenas com uma gulosa. A gulosa aqui, atendia e depois ficava por ali vendo-os se aventurarem pelas ondas da Praia da Galheta, que tardes deliciosas... Sei, que eu fui a primeira aventura de vários, isso com certeza. Quando eles íam para a praia e não tinha uma onda que fosse interessante, eles ficavam sentados de frente pro mar, apenas olhando para o horizonte, mas alguns olhavam para os lados e acabavam surfando outras ondas...

28) FANTASIAS DE CARNAVAL ( aguardem )


Quer ler as 19 primeiras "Aventuras de Sabrina"?

Clique em AVENTURAS DE SABRINA

Site Map